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PALESTINA
- 01/12/2012


Junto envio esta notícia divulgada pela Avaaz, não só para seu conhecimento, como para divulgação por todos os seus conhecidos, em especial por certos pastores de igrejas evangélicas neo-pentecostais e pentecostais, geralmente os mais fiéis ao Imperialismo Norte- Americano.
Camilo
 
 
 
 
Membros da Avaaz, é hora de comemorar!
 
Há algumas horas, a maioria esmagadora da ONU votou o reconhecimento da Palestina como 194º Estado do mundo! É uma grande vitória para o povo palestino, para a paz e para a nossa comunidade! As pessoas de todo o mundo estão se unindo a enormes multidões na Palestina para comemorar.
 
A jornada do povo palestino para a liberdade está longe do fim. Mas este é um grande passo e nossa comunidade teve um papel fundamental nisso. Respondendo à votação, a embaixadora da Palestina para a Europa, disse:
 
"Avaaz e seus membros em todo o mundo desempenharam um papel fundamental ao persuadir os governos para apoiar a candidatura do povo palestino a um Estado e para a liberdade e a paz. Eles estiveram conosco durante todo o tempo e tal solidariedade e apoio serão lembrados e queridos em toda a Palestina." - Leila Shahid, Delegada Geral da Palestina para a Europa
 

Ação em Bruxelas: Enquanto os líderes da UE se reúnem, isso estava acontecendo do lado de fora
 

Ação em Madri: membros da Avaaz pedem que o Primeiro-ministro da Espanha diga SIM!
Os governos dos EUA e de Israel, em dívida com grupos pesados de lobby (sim, infelizmente, até mesmo Obama cedeu ao lobby), jogou tudo o que tinham para acabar com a votação, usando ameaças financeiras e até mesmo ameaçando derrubar o presidente palestino se ele fosse em frente. A Europa foi o voto decisivo. E por causa da intensa pressão dos EUA, há apenas duas semanas os líderes não apoiavam o Estado palestino. Conhecendo as apostas, a nossa comunidade respondeu com a velocidade e a força democrática que precisávamos para vencer:
Quase 1.8 milhão de nós assinaram a petição por um Estado palestino.
 
Milhares de nós doaram para financiar pesquisas de opinião pública em toda a Europa – mostrando que incríveis 79% dos europeus apoiavam a criação de um Estado palestino. Nossas pesquisas apareceram em toda a mídia, e foram repetidamente citadas em debates parlamentares no Reino Unido, Espanha e França!
 
Enviamos dezenas de milhares de e-mails, mensagens no Facebook e tweets para os líderes de toda a Europa e fizemos milhares de chamadas para os ministérios de assuntos estrangeiros e chefes de Estado.
 
Nós abrimos uma bandeira gigante do tamanho de um prédio de 4 andares do lado de fora da Comissão da UE em Bruxelas (à direita), enquanto os líderes estavam reunidos. Então, realizamos uma grande ação em Madrid. E anteriormente, navegamos com uma flotilha de navios em frente ao prédio das Nações Unidas pedindo pela votação. Nossas ações foram manchete em toda a Europa.
 
Colaboradores e membros da Avaaz se reuniuram com dezenas de ministros, assessores, jornalistas, parlamentares e líderes em cada um dos países-chave, em muitos casos se unindo para conquistar os líderes, um por um, por meio de reuniões, pressão, resoluções parlamentares e declarações públicas, sempre com base na onda de poder das pessoas por trás dessa causa.
 
Entramos em contato com líderes importantes como Stéphane Hessel, um sobrevivente dos campos de concentração nazistas de 94 anos de idade, e Ron Pundak, um israelense que desempenhou um papel fundamental no processo de paz de Oslo, para falar em favor de um Estado palestino.
Um por um, importantes Estados europeus romperam com os EUA para atender a um chamado por justiça e ao seu povo. Na contagem final da votação que acabou de acontecer, apenas 9 dos 193 países votaram contra! França, Espanha, Itália, Suécia e maior parte da Europa votou pela Palestina.
 
Os EUA e Israel argumentaram primeiro que um Estado palestino era perigoso para a paz, e então, quando foram derrotados, disseram que não importava e que a votação foi apenas simbólica. Mas se fosse apenas algo simbólico eles não teriam feito de tudo para tentar impedir a votação. E depois de anos de má-fé e conforto por parte de Israel com o status quo à medida em que eles constantemente colonizam mais terra palestina, este movimento mostra aos EUA e Israel que se eles não se envolverem com boa fé, os palestinos e o mundo estão preparados para seguir em frente sem eles. É uma forma mais equilibrada para as negociações de paz de verdade. E essa é a melhor alternativa para o tipo de violência que vimos o governo de Israel e o Hamas em Gaza oferecerem este mês.
 
Durante décadas, o povo palestino sofreu sob uma sufocante ditadura militar israelense, controles repressivos em suas viagens e trabalho, a negação contínua dos seus direitos e da ameaça constante de insegurança e violência. Há 65 anos, a ONU reconheceu o Estado de Israel, começando um caminho para o estabelecimento de um lar seguro para o povo judeu. Agora os palestinos dão um passo na mesma direção e ganham dignidade aos olhos da comunidade internacional, o que lhes foi negado por uma geração. E, com essa dignidade, poderemos construir os alicerces da paz.
 
Com esperança e alegria,
 
Ricken, Alice, Ari, Wissam, Allison, Sam, Julien, Pascal, Wen, Pedro, Saravanan, Emma, Ben, Dalia, Alexey, Paul, Marie, Aldine, Luca, Jamie, Morgan e toda a equipe da Avaaz.
 
PS.: Aqui estão algumas fontes (em inglês) – A Associated Press cobriu a vitória de ontem, o Guardian cobriu a nossa pesquisa de opinião há duas semanas, o Daily Briefing da Avaaz oferece um mapa do resultado da votação, e o Haaretz descreve a resposta de Israel.
 
MAIS INFORMAÇÕES:
 
ONU reconhece Palestina como Estado observador não membro (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br

Assembleia-Geral da ONU reconhece Palestina como Estado observador (Estadão)
http://www.estadao.com.br
 

ONU aprova Palestina como Estado observador (Público)
http://www.publico.pt


Missionários: João Soares da Costa e Maria Luzanira S. P. Costa e Filhos.
             Para contatos                                                 Para Contribuição:
Rua Capitão Leônidas Marques, 3649                       Banco Bradesco
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Telefone: (41) 3364-2561
Curitiba, PR 10 de Novembro de 2006.
E quem em tal vos daria ouvidos? Porque qual é à parte dos que desceram a peleja, tal também será a parte dos que ficaram com a bagagem; igualmente repartirão. ( I Samuel 30:24).
Graça e paz Irmão (ã)
               Venho por meio desta compartilhar sobre nós como família e do nosso projeto e também sobre as nossas necessidades.        
               Fazemos parte de uma Missão Chamada Jocum – Jovens com Uma Missão – Base  Curitiba, Estamos aqui nesta base desde Fevereiro de 2006, onde fizemos a nossa ETED, Temos 03 filhos e hoje trabalhamos nos Projetos Internacionais, nosso chamado é para ISRAEL, temos como Distrito a cidade de Jerusalém e trabalhar também com o povo Palestino que também vivem em Jerusalém e esse projeto trata de reconciliação entre esses dois povos, sabemos que os conflitos que existem entre eles traz muita tristeza no coração de Deus, pois foi por aquele povo que primeiro foi semeado a Paz no Reino de Deus aqui na terra, por isso é necessário nos levantarmos para alcançar os não alcançados e um destes são o povo de ISRAEL.
             Como missionários o nosso sustento vem de ofertas de nossos irmãos e igrejas que estejam dispostas a abraçar os sonhos de Deus através de nós, hoje de sustento necessitamos de R$ 1.300,00, pois temos despesas como: Mensalidade da Base (Alimentação, Água, Luz, Moradia), Transporte, Comunicação (Internet, Telefone, Correio), material de higiene pessoal, Vestuário, Alimentação Extra, e despesas extras como remédios e outros.  Entendemos que para nós o melhor é está no centro da vontade de Deus por mais difícil que seja, deixamos tudo por crer e entender que o Senhor nos chamou para realizar os seus sonhos nas nações.
            Gostaria que ao ler esta carta você orasse a Deus e perguntasse a Ele de que forma você deve nos ajudar, pois entendo que há aqueles que são chamados para estarem na linha de frente e há aqueles que são chamados para ficarem na retaguarda, pois somos todos missionários indo ou ficando, o orar não é um chamado é uma responsabilidade tanto de quem vai para a linha de frente    como de quem fica na retaguarda.
            Nós somos muito gratos por saber que Deus tem levantado pessoas para estarem orando e contribuindo conosco nesse desafio, muito obrigado por confiar no nosso chamado.
            Que o Senhor continue te abençoando com toda sorte de bênçãos em nome de Jesus Cristo,
  “Sozinhos podemos chegar mais depressa, porém juntos podemos chegar bem mais longe”.
Missionários: João Soares da Costa e Maria Luzanira S. P. Costa e Filhos.
(Informações atualizadas ver : http://www.uniaonet.com/joaoluza.htm )

http://thescotsman.scotsman.com 22/11/2004    Nazista pró-palestino       
 De acordo com o jornal inglês The Scotsman, o nazista Josef Mengele, que ajudou a matar milhares de judeus no campo de concentração de Auschwitz, não demonstrou uma só palavra de remorso ou arrependimento por todos os assassinatos que cometeu, porém continuou condenando o povo judeu. Em 1969 ele teve tempo para criticar Israel por "perseguir" os palestinos. Mengele morreu no Brasil em 1979, sem nunca ter sido pego pela justiça humana _ J.Severo

http://mvn.webcindario.com MINISTERIO EL VINO NUEVO   _  Israel 05 de Noviembre de 2004
Estimado Amigo de Israel : Shalom!
Rogamos orar por la vida de EL presidente de la Autonomia
Palestina Yasser Arafat.
Entro en estado de coma de acuerdo a los medios periodisticos.
Sabemos que en ese estado (coma irreversible) su espiritu puede estar bajo el trato directo de Dios.
Usted se imagina Yasser Arafat frente al Trono Blanco?
Y que pasaria si despierta?
Y que pasaria si tiene un encuentro con el verdadero DIOS VIVO?
Y que pasaria si sale de coma y proclama lo que Pablo confirmo en
II Corintios 12?
"Conozco a un hombre en Cristo,
que hace catorce años (si en el cuerpo,
no lo sé; si fuera del cuerpo,
no lo sé; Dios lo sabe) fue arrebatado hasta
el tercer cielo. 
Y conozco al tal hombre (si en el cuerpo,
o fuera del cuerpo, no lo sé; Dios lo sabe),
que fue arrebatado al paraíso, donde oyó palabras
inefables que no le es dado al hombre expresar.
Se imagina a Aquel que nos persiguio y mato AHORA predicando a JESUCRISTO?
Para Dios no hay nada imposible, por eso ORE POR ARAFAT!
Shabat Shalom!
...Desde el lugar donde El Padre envio a su Hijo,desde tierra bendita de ISRAEL:  "Les bendecimos!"

Cada vez mais gosto dos animais à medida que conheço os homens
PAZ Em memória de RACHEL CORRIE
Alguns dias atrás, em Gaza, perdeu a vida uma jovem pacifista, Rachel Corrie de apenas 23 anos. Era uma estudante da Universidade de Olympia (Washington), e fazia parte do movimento para a justiça e a paz. Com a sua associação pacifista tinha organizado iniciativas por ocasião do aniversário do 11 de Setembro, tanto para recordar as vítimas dessa tragédia, como as da guerra no Afeganistão.
Nesse ano Rachel tinha decidido passar da teoria à acção, indo a Israel, onde se tinha unido ao braço Palestiniano do “Movimento Internacional de Solidariedade”.
Com esta Associação, ela participava de acções para bloquear os “bulldozers” israelitas, que derrubavam as casas dos refugiados e dos seus parentes, nos territórios palestinianos.
Aos amigos, em diversos e-mails, tinha escrito: “Derrubam as casas mesmo que as pessoas ainda estejam dentro, não têm respeito por nada nem por ninguém”
Em 15 de Março de 2003 numa acção em Rafah, na faixa de Gaza, Rachel estava com seus amigos para tentar opôr-se às demolições. “Ela estava sentada na trajectória do Bulldozer, o condutor viu-a, e mesmo assim prosseguiu e passou por cima dela, declarou Joseph Smith, militante pacifista americano.
“O bulldozer deitou terra em cima dela e depois simplesmente passou-lhe por cima ”, disse Nicholas Dure, um outro colega de Rachel.
Os colegas tentaram de todos os modos salvá-la, primeiro parando o bulldozer, e depois prestando socorros, mas não havia mais nada a fazer...
Rachel Corrie, de somente 23 anos, perdeu a vida, enquanto defendia, com o próprio corpo, as suas ideias, o direito dos cidadãos Palestinianos a terem uma casa e uma terra.
As autoridades israelitas deram diversas versões do ocorrido, todas desmentidas pela documentação fotográfica e pelos depoimentos das testemunhas. A jovem foi morta a sangue frio de modo bárbaro, enquanto se manifestava de modo pacífico. Rachel e os seus colegas denunciaram que “a cada dia dezenas e dezenas de casas são destruídas na faixa de Gaza, que um bombardeamento destruiu os poços de água doce no campo de refugiados de Rafah e que os mesmos não podiam ser recuperados pelos trabalhadores Palestinianos sem se exporem ao fogo Israelita”.
Muitas foram as iniciativas em Olympia (Washington) e nos Estados Unidos para recordar Rachel.
Esta apresentação tenta ser um testemunho para não esquecer Rachel, uma jovem pacifista, que com sua coragem queria diminuir as injustiças que hoje acontecem na Palestina.
Nestes dias e nestes meses, tem havido muitas e grandes manifestaçõs contra a guerra, o maior movimento pacifista que história jamais conheceu. Rachel Corrie é sem dúvida um símbolo deste movimento e foi morta pela lógica absurda e brutal da guerra que todos nós pacifistas tentamos parar.
Peço-lhe que faça circular esta apresentação para fazer conhecer a todos o caso desta jovem, um pouco da sua história e de sua dedicação. Para lembrar: ainda está em curso um conflito entre Israelitas e Palestinianos, com tantas vítimas civis inocentes em ambos os países que devemos continuar a fazer pressão para que se encontre uma solução pacífica e duradoura.
Carlos C (Coimbra) - cawcos@maybe.com.br ( não conseguimos contato com este endereço )

Fim !
= = =
TERMINEM DE VEZ AS HOSTILIDADES DE ISRAEL CONTRA A PALESTINA, E VICE-VERSA!
QUE A AMINISTRAÇÃO DOS EUA TOME UMA POSIÇÃO IMPARCIAL!
 
QUE SE CRIEM CONDIÇÔES PARA QUE A PALESTINA, COMO ISRAEL, TENHA O SEU ESPAÇO TERRITORIAL PRÓPRIO, A SUA PÁTRIA.
 
DIREITOS IGUAIS PARA OS DOIS POVOS!
 
PAZ !!!! 
 
Orlando Caetano




O ESTADO PALESTINO

A decisão do Conselho de Segurança da ONU de reconhecer
formalmente o Estado Palestino, rompendo décadas de intransigência dos
Estados Unidos e seus aliados, reflete, ainda de mais nada, a repulsa da
opinião pública mundial contra os massacres promovidos pelo Exército de
Israel contra a população árabe, segundo uma estratégia perversa de
aniquilamento jamais vista no Oriente Médio.

O que o governo israelense está fazendo neste momento em nada
difere dos atos bárbaros promovidos pelos nazistas alemães contra a
resistência dos países ocupados durante a segunda guerra e contra os
próprios judeus. Já se disse que há toda uma implicação inconsciente, de
natureza revanchista, na violência oficial. A covardia mais sádica, com a
imposição de humilhações abomináveis à própria Autoridade Palestina, não
decorre tão somente do expansionismo sionista. Não se limita a retaliações
diante de atos isolados de fanáticos muçulmanos. É muito mais: é a expressão
de uma doença atávica e irreversível, que compromete a essência do Estado
racial.

O quadro de violência patrocinado pelo governo direitista de
Israel - do qual participa também o Partido Trabalhista, cujo líder,Shimon
Peres, é ministro do Exterior, pode levar o conflito para o resto do mundo.
Quem conhece a disposição guerreira dos seguidores de Maomé, quem sabe da
natureza de suas convicções mais profundas, não se surpreenderá se, amanhã,
em qualquer país, alguém tomar atitude mais radical em relação aos
sionistas. Nem o Estado militar de Israel é inexpugnável, nem seus
tentáculos, seus financiadores, podem se considerar a salvo do jihad, a
guerra santa islâmica. Os judeus brasileiros, muitos dos quais se sentem
desconfortáveis com o extermínio promovido pelo governo sionista, sabem
muito bem que só a paz lhes garante a indispensável tranqüilidade. E a paz
parece uma palavra proibida no dicionário do sr. Ariel Sharon.

A tal ponto chegou a indignação do mundo inteiro contra a política
israelense que até o presidente George Bush, seu principal aliado, começa a
discordar. A moção do Conselho de Segurança da ONU que reconhece o Estado
da Palestina foi assinada pelos Estados Unidos, quem diria. E, segundo o
noticiário, o presidente norte-americano admitiu que as ações de Israel
podem prejudicar as negociações de cessar-fogo. "Não ajuda em nada o que os
israelenses fizeram recentemente para criar condições de paz. Compreendo que
alguém tente se defender e lutar contra o terror, mas as ações recentes não
ajudam"-afirmou.

Fontes do governo e do Congresso disseram que Bush está disposto
a reter US$ 200 milhões que seriam entregues a Israel em ajuda
extraordinária. O país já recebe US$ 3 bilhões por ano dos norte-americanos
e havia pedido mais US$ 800 milhões.

A mobilização dos árabes e muçulmanos brasileiros começa a tomar
corpo. Na semana passada, a Confederação Palestina Latino-Americana e do
Caribe enviou carta ao presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo teor vale
transcrever:

"Vimos, por meio desta, em nome da COPLAC (Confederação
Palestina da América Latina e Caribe), que é parte da comunidade de
latino-americanos de origem árabe a qual, somente no Brasil, soma mais dez
milhões de pessoas, fazer um apelo a V. Sa. a fim de que use do seu
prestígio e autoridade internacional para que seja enviada à Palestina, com
a máxima urgência, uma força internacional para proteger as populações civis
palestinas do genocídio e da limpeza étnica que a ocupação israelense
promove nos territórios ocupados.

Responsabilizamos o governo de Israel, especialmente o seu Primeiro-ministro
Ariel Sharon, pelo recrudescimento da violência e dos crimes contra a
humanidade que a ocupação israelense pratica impunemente na Palestina, não
poupando velhos e crianças, mulheres em trabalho de parto e médicos no
exercício da sua profissão.

Caso a comunidade internacional, constituída de governos e opinião pública,
mantenha-se omissa diante dessas atrocidades, essa atitude será interpretada
como uma aprovação e tolerância a esses crimes, e constituirá uma séria
ameaça ao futuro da nossa civilização, alicerçada na democracia, no respeito
dos direitos humanos e na legitimidade internacional, valores, aliás, que o
governo de Israel ignora e despreza continuamente.

A questão necessita da intervenção internacional para ser solucionada
política e pacificamente devido à grande desigualdade de forças entre as
duas partes - Israel e Palestina. Os palestinos estão aceitando para seu
Estado apenas 22 por cento da Palestina Histórica. Qualquer concessão
superior a esta inviabilizaria o Estado e, por conseqüência, qualquer
solução pacífica do problema.

Cremos que o Brasil, dignamente representado por V. Sa., reúne neste momento
as condições morais e políticas para enviar uma delegação governamental à
Palestina e a Israel com o propósito de negociar um fim à violência e
intermediar a retirada total das forças israelenses dos territórios
palestinos ocupados em 1967, inclusive de Jerusalém Oriental, conforme as
resoluções pertinentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e,
alcançar, assim, a legitimidade internacional tão exemplarmente defendida
pelo Brasil.

Certos e confiantes na vossa atenção ao nosso apelo,

Subscrevemo-nos
respeitosamente....................................................

Hanna Yousef Emile Safieh, Secretário-Geral da COPLAC"

Mas o repúdio à carnificina promovida pelo governo de Israel não diz
respeito apenas aos árabes e aos muçulmanos. Todos os cidadãos do mundo têm
obrigação de tomar uma posição firme e pública, denunciando tal violência
como uma ofensa à dignidade humana de todos os povos. Ao repetirem as
práticas nazistas na Palestina, os israelenses estão desafiando a
consciência crítica de toda a humanidade. Está subestimando a capacidade de
indignação dos homens e mulheres de outros países, como se, envolvidos em
seus próprios desafios, estivessem propensos a virar as costas para o
Oriente Médio, deixando os seus irmãos palestinos entregues à sanha
assassina dos sionistas.

Mais grave ainda é que, desgastado com o fiasco das operações no
Afeganistão, onde se limitou a repor no governo políticos ligados ao tráfico
internacional de cocaína e não achou nem Bin Laden, nem os mulahs
proeminentes que caçava, o governo Bush também está acenando com a
possibilidade de bombardear o Iraque como forma de dar uma satisfação aos
nervosos eleitores dos Estados Unidos.

Isso significa uma guerra sem fim, que só interessa à indústria bélica,
grande financiadora da campanha presidencial de Bush.

Se o governo e o povo brasileiro não tomarem atitudes clara em relação a
tudo isso, vão se arrepender amargamente no futuro. Quem viver, verá.


http://www.dgabc.com.br _ Da AFP 16/04/2003 O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat, discutiu segunda-feira com o presidente egípcio Hosni Mubarak e o rei Abdullah II da Jordânia, em uma teleconferência, os acontecimentos relativos ao “mapa de paz”’ para o Oriente Médio e a formação de um novo gabinete palestino.


Resulatdo final: não sobrerá nenhum judeu ou palestino para contar história. Boa sorte nessa guerra.

Shalom!
-----Mensagem original-----
De: Antonio Carlos Alberto Ferreir_
Enviada em: quarta-feira, 22 de janeiro de 2003 20:27
Para: judaismomessianico@grupos.com.br

Rav Mário Moreno, fundador do Ministério Profético Shema Israel; Reitor do Seminário Judaico-Messiânico Beit Midrash Shema Israel. _ 23 /01/2003 Caro Medeiros:

Shalom! Shalom!

Gostaríamos de entender qual seria o propósito que levou você a escrever este texto! Parece que há uma certa atitude de gerar polêmica através de suas colocações, e percebemos até mesmo uma certa maldade naquilo que você diz, mas procuraremos responder detalhadamente a cada uma delas.

Minhas respostas virão na cor vermelha e serão interpoladas ao texto enviado pelo senhor.

Caros senhores: vendo que aqui nesse Grupo há divergências acerca dessa questão, e até que alguns tem atitudes extremadas quanto a ela, resolvi escrever algo sobre esse assunto. Vamos aos fatos:
A Palestina tem 27 mil quilômetros quadrados. Está no cruzamento de 3 continentes: Europa, Ásia e África, e é, obviamente, um ponto geograficamente estratégico, dos
pontos de vista militar, comercial e político. Em primeiro lugar, a Palestina como você colocou não EXISTE! Você deveria ter dito também que esta terminologia é moderna não remonta à antiguidade e foi retirada do termo filisteus que aparece principalmente na Bíblia para descrever um povo de origem pagã e que tinha por objetivo destruir os judeus. O termo correto seria Canaã.

Há 3000 anos atrás, os cananeus estavam habitando a Palestina. O nome Canaã vem daí. Entre as suas cidades estava Jerusalém, que existia desde 1800 a.C. Por volta e 1175 aC chegaram à Canaã os filisteus . Estes 3 povos deixaram um forte impacto sobre essa terra. Os palestinos são descendentes dos cananeus e filisteus, que depois receberam forte influência árabe. Os judeus alcançaram a parte oriental de Canaã em 1200 aC, segundo historiadores. Parece que sua cronologia está atrasada! O Eterno chama Avraham aproximadamente no ano de 2247 a C. e lhe promete a terra chamada de Canaã! : As fronteiras da terra prometida são estabelecidas - "Naquele mesmo dia fez o Senhor aliança com Abraão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates" (Gn 15:18). Há uma terra que D-us dá e essa foi a terra que D-us deu. D-us escolheu o centro do mundo para colocar o estado de Israel. Você poderá perceber que as fronteira - dadas por D-US - não correspondem às atuais fronteira de Israel. Isso significa que ISRAEL ainda tem muito à conquistar...

Em 1030 Saul reuniu as 12 tribos de Israel, sendo monarca. Em 587 aC o reino de Judá foi destruído pelos babilônios. Até meados do século XX, não houve, desde então, nenhum governo judaico sobre a palestina. Em 10.000 anos de história da Palestina, só houve governo israelita por 443 anos. Parece que você insiste em dar informações erradas! O correto seria dizer que quando Avraham se estabelece na terra isso aconteceu cerca de 1872 a C. já havia ali um governo judaico não uma nação, mas o homem que daria origem a esta nação já morava na terra... A partir de então temos um processo de constituição da nação através dos descendentes de Avraham! Um outro detalhe: não existe história da Palestina e sim história judaica. Os palestinos não tem história porque não são e certamente nunca serão uma NAÇÃO!

Os povos que dominaram a Palestina, a partir da Queda de Judá, foram, em seqüência: babilônios (587- 538 aC), persas (538- 332 aC), macedônios (332- 63 aC), Roma (63 aC 323 AD), católicos (323- 637, intercalado por um curto domínio persa: 614- 628), árabes muçulmanos (637- 1072), turcos seldjucidas (1072- 1092), árabes (1092- 1099), domínio dos cruzados (1099- 1187), árabes (1187- 1517), otomanos (1517- 1917. Nessa época, os palestinos tinham direitos civis plenos, iguais aos dos otomanos), Mandato Britânico (1917- 1948).
As causas da Questão Palestina estão no Petróleo. No fim do século XIX, as potências européias (França e Inglaterra) quiseram dominar a região, pois o petróleo (superabundante lá) era a energia que movimentava a economia mundial. O Império Otomano estava fragmentando-se, e as potências anglo-francesas planejaram a ocupação. Dividiriam o mundo árabe em muitos países pouco viáveis, impondo limitações tecno- militares a eles. Esses impérios precisavam de uma força leal a eles, que defendesse seus interesses na região. Por outro lado, em 1897 era realizado o 1º Congresso Sionista. Os judeus da Europa Ocidental (que viviam bem, e tinham comunidades prósperas) estavam preocupados com
seus irmãos do Oriente (Rússia, Polônia) que eram menos prósperos e muitas vezes vítimas de Pogroms. Daí, o jornalista judeu- húngaro Theodor Herzl escreveu o livro Der Juden Staat, onde defendia a criação do Estado judeu, na Palestina. Dizia ele, nesse livro: "Para a
Europa, constituiremos na Palestina uma fortaleza contra a Ásia. Seremos a sentinela avançada da civilização contra a barbárie. Mas haviam grupos sionistas que não exigiam que o Estado judeu fosse na Palestina. A Argentina (que tem uma enorme colônia judaica) e um país africano foram cogitados para serem o Lar Nacional Judeu. Mas não deu certo (a Inglaterra tinha interesse na Argentina, etc). O 1º presidente do Movimento sionista, Chaim Weizmann, disse que Sion seria a base ocidental que os anglo- franceses tanto sonhavam,
contanto que fosse o Estado Judeu. Em 1917, o Acordo é selado, na Declaração Balfour. Dessa forma, a Inglaterra, a França e os sionistas (Weizmann) dividiram as terras dos palestinos, sem consultá-los. Mas, na Declaração estava expresso que o Lar Judeu não poderia desrespeitar as comunidades não judaicas da Palestina. Haviam menos de 10% de judeus na Palestina, por essa época. Vamos novamente aos fatos: sua afirmação sobre o petróleo é no mínimo descabida para não dizer ridícula pois em Israel NÃO HÁ PETRÓLEO! Os europeus citados por você nada mais fizeram que reconhecer a necessidade do retorno do Estado Judeu, que outrora já estivera naquelas terras. Você deveria ler a Bíblia onde existem diversas promessas de D-us dizendo que traria o SEU POVO de volta à SUA TERRA! Os judeus não são meros bonecos das nações européias como você insinuou; nós somos uma nação soberana que sobreviveu à todas as diásporas pelo mundo afora sem perdermos nossa identidade! Hoje o mundo DEPENDE de Israel! O mundo DEVE muito aos sábios JUDEUS que fizeram história e que, com seu conhecimento, enriqueceram, salvaram, abençoaram às nações de toda a Terra! Estranho que o mesmo NÃO aconteça com os palestinos...

O Conselho Nacional Palestino exige sua independência nacional, em carta para a Conferência de Versalhes. Em 1922, os britânicos passam a governar a região (Mandato Britânico), Jerusalém é a capital. Entre 1922 e 1936, os palestinos resistem a isso com movimentos pacíficos. Depois da grande greve de 36 (que não deu em nada), começaram os protestos armados, com 2 claros objetivos: impedir a criação de um Estado Judeu naquela região e a grande imigração judaica para lá, além de tentar obter a independência palestina. Não pode haver independência de um povo que não foi constituído como uma nação! Temos por base o Brasil, que estava sob o tacão dos portugueses e que se tornou INDEPENDENTE, NÃO ESTANDO mais sujeito à Portugal! Um outro detalhe que você certamente esqueceu-se de mencionar: o renascimento do Estado de Israel foi um projeto de D-us e não há homem nem mesmo no mundo espiritual que possa lutar contra o Senhor e vencê-lo! Israel renasceu porque o Eterno assim o desejou! Ele apenas usou os homens para que isso pudesse acontecer na esfera humana, terrestre. Em 1939 o governo britânico emite a Carta Branca, onde começa a limitar a imigração judia para lá e se compromete a outorgar a independência palestina, em 10 anos. Então, a revolta palestina cessou. Agora já haviam 33% de judeus, na região. Em meados da década de 1940 se desenvolveram 2 grupos terroristas judaicos, contra a ocupação inglesa e os palestinos. Eles se chamavam: Irgun e Stern. Explodiram o hotel King David, em 1946, sede do governo britânico, matando 91 oficiais de sua Majestade. Em 1947, os ingleses entregam a Questão Palestina à ONU. A resolução 181 ( II ), de novembro daquele ano, dividiu a Palestina em 2 estados: um judeu e um árabe. Os palestinos teriam apenas 43% dos territórios palestinos, sendo que a maioria da população na região era palestina. Jerusalém ficou sendo Corpus Separatum, um local internacional, governado pela ONU. Em Abril de 48, o Irgun Stern (liderado por Menahem Gegin e Itzaq Shamir) provocou o massacre de 254 civis palestinos, na aldeia de Deir Yassin, ocidente de Jerusalém. Em pânico, muitas famílias árabes deixaram o local. Após o Haganá (futuro Exército de Israel) ter ocupado 2 aldeias de civis palestinos, essa população abandona as terras. Eram os fuzis contra os civis. Palestinos são expulsos. Outras
ocupações sionistas ocorreram depois, em Haifa, Jaffa e Saffad, entre outras (em 48). Em 14 de Maio é proclamado o Estado de Israel. Uma série de palestinos se refugiam. Novamente suas colocações são tendenciosas. Não existe estado palestino, nunca os palestinos residentes declararam ali um estado independente; portanto com o retorno dos judeus houve uma retomada daquilo que fora ROUBADO pelos ocupantes que ali estavam. Você menciona massacre mas se esquece de dizer e contabilizar o grande número de judeus que foram mortos pelos ocupantes árabes quando invadiram Israel! Isso ocorreu antes do retorno dos judeus. Então concluímos que ao retornarem os judeus tinham direito sobre aquilo que outrora lhes pertencia e que agora estava nas mãos de estranhos.

A ONU aprovou a Resolução 194 (Dezembro de 1948), que reconhece o direito dos palestinos refugiados retornarem aos seus lares, ou serem indenizados (se assim o desejassem). O General Ariel Sharon começou a sua carreira de massacres contra não- judeus em 1953, ao comandar o massacre da aldeia de Kibya, e de sua população civil, ato esse condenado pela ONU. Naquela época surge o futuro líder dos países não-alinhados (nem à URSS nem aos Ianques), o líder egípcio, Nasser. Em 1956, ele anuncia a nacionalização do Canal de Suez. França, Inglaterra e Israel se juntam contra o Egito (os 2 primeiros, por razões políticas. A França, pelo apoio de Nasser à revolta argelina, e a Inglaterra, por ele dificultar as aspirações inglesas imperialistas, no Oriente Médio. e o 3º por motivações territoriais). Você deve saber que a ONU não tem poderes para LEGISLAR em nações independentes e nem mesmo interferir nas suas questões internas. Se isso fosse possível, o conflito ATUAL dos EUA contra o Iraque poderia ser resolvido apenas com uma ordem da ONU... Novamente você menciona massacre sem considerar que o local citado já era um baluarte dos terroristas palestinos que atacavam aos judeus que ali estavam...
Mas, em 6 de Novembro, a ONU aprovou uma resolução para que os 3 países se retirassem do Egito. Israel só cumpriu isso após uma ameaça norte- americana de sanções internacionais contra Sião. Na época, o presidente americano, o General Eisenhower, declarou (sobre Israel): "Uma nação que ataca e ocupa território estrangeiro diante da oposição das Nações Unidas pode ter permissão de impor condições para sua retirada?
(...) Eu sinto que seria infiel aos ditames do alto cargo para o qual fui escolhido se emprestasse a influência americana ao propósito de que uma nação que invade outra pudesse impor condições para sua retirada". Infelizmente, depois de alguns anos, os EUA começaram a fazer exatamente aquilo que Eisenhower condenava... De qualquer forma, o nacionalismo árabe sai fortalecido, após a Guerra de Suez. Nasser se torna o líder máximo
árabe. Em 62, os argelinos vencem a sua guerra de independência. Aumenta a unidade árabe. Iasser Arafat organiza a Al Fatah (movimento de independência palestino). É criada a Organização para a Libertação da Palestina, em 64, sob a liderança de Ahmed Choukeiri.
Em 1967, o governo israelense se sente forte o suficiente para ocupar as regiões da Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza. Começam ataques (militares e verbais) contra a Síria. O Egito auxilia a Síria. É a Guerra dos Seis Dias. Israel ocupa territórios palestinos. Novamente o senhor omite informações... Esqueceu-se de dizer que a guerra dos seis dias foi INICIADA pelo Egito e pela Síria! Israel NAÕ atacou; apenas contra-atacou! O resultado é o conhecido: os árabes perderam!

Hoje se sabe que os americanos colaboraram com Israel. A partir dalí, os patronos de Israel seriam os Ianques. Em 1976, a ONU aprova a Resolução 242 do conselho de segurança. Esta estabelece que as FFAA de Israel deveriam se retirar dos territórios ocupados e que os dois Estados deveriam ser reconhecidos e soberanos. Até hoje Israel ocupa as colinas de Golã (sirias), a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Em 1971 a ONU reconheceu a legitimidade da luta dos palestinos, aglutinados na OLP. Pela resolução 2787, que rezava: A legitimidade da luta dos palestinos (e outros povos) pela autodeterminação e libertação da dominação e sujeição colonial estrangeira por todos os meios disponíveis é coerente com a Carta da ONU. O 1º confronto entre as forças da OLP e as de Israel ocorreu em 1968. A vitória, na batalha de Karaneh foi dos palestinos. Em 1969, o líder da Al Fatah, Arafat, assume a liderança da OLP. A ONU reconheceu essa organização como a legítima representante (governo) dos palestinos, em Novembro de 1974, quando Arafat faz um discurso na ONU, e a OLP se torna observadora. Novamente percebemos que a ONU que não tem poderes de ingerência internacional se coloca ao lado dos terroristas a fim de legitimar suas atitudes contra Israel. Novamente quero lembra-lo que não existe libertação de dominação porque os INTRUSOS não são os judeus e sim os palestinos! Nós é que temos de nos libertar dos intrusos que estão em nossa terra!

Em 1973, o Egito e a Síria atacaram Israel para recuperar seus territórios (Península do Sinai e as Colinas de Golã).que haviam sido ocupados por Israel, desde 1967. Os norte- americanos intervieram ao lado de Israel (agora abertamente) fornecendo armas e assistência militar. A ONU aprovou a resolução 338 (de 22/8/1973), exortando ambas as partes a implementarem a resolução 242 (de 1967), para se iniciar o diálogo por uma paz justa e durável, no Oriente Médio. O conflito terminou em Outubro de 1973, mas os países árabes da OPEP continuaram boicotando o petróleo, como represália à posição americana no conflito. Após isso, a OLP começou (gradativamente) a abandonar a guerrilha e a utilizar a via diplomática, para obter o seu Estado. No 12º Congresso da OLP, realizado em 1974, se acata a proposta de que a única solução para a questão era a de dois estados para dois povos. ...É interessante que a OLP ABANDONOU(!) a guerrilha usando vias diplomáticas mas isso REALMENTE nunca ocorreu!

Em 1978, houve a reunião de Camp David (entre Egito e Israel), como resultado da política de pequenos passos de Henry Kissinger (Na realidade, Kissinger queria desmontar as alianças árabes, e promover uma paz isolada de cada país com Israel, enfraquecendo o movimento palestino). Israel e Egito assinaram um tratado de paz, em 26 de Março de 1979.
Em 1982, Israel bombardeia Beirute e o sul do Líbano, e logo depois invade esse país, com tropas. A ONU aprova a resolução 509, onde ordena que Israel retire suas tropas imediata e incondicionalmente do território soberano do Líbano. Israel declarou que não seguiria
essa resolução, e que as suas Forças Israelenses de Defesa (IDFs) continuariam a avançar até Beirute, destruindo cidades, aldeias e campos de refugiados palestinos. Israel queria destruir as forças da OLP, expulsando-os do Líbano, e acabar com o nacionalismo árabe. A OLP representa o nacionalismo árabe? Então os árabes são todos terroristas! O senhor sabe o que está falando...

Além disso, queriam colocar um pelego no governo líbio, que fosse aliado de Israel. O Ministro da Defesa de Israel era Ariel Sharon. Até políticos norte-americanos desaprovaram o apoio do governo Reagan ais israelenses. O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, George W. Ball, afirmou, naquele ano: Temos nossa posição de ser uma nação e um povo comprometido com a democracia e com a justiça. Nos diminuímos quando permitimos que nossas armas sejam usadas na aventura sanguinária de Israel. Os americanos, através de seu emissário, garantiram que os combatentes palestinos e suas famílias poderiam se retirar do Líbano em paz, após o cessar fogo. A OLP saiu de lá, entre os dias 10 e 13 de setembro. Nos dias 16 e 18 o Exército Israelense (sob a liderança de Ariel Sharon) promove o massacre de 3.000 refugiados palestinos não armados, nos acampamentos de Sabra e Shatila. É o Massacre de Sabba e Shatila. Dois jornalistas americanos narraram o horror do que viram, nos referidos acampamentos, após o massacre: Quando lá entramos, em 18 de setembro, vimos corpos em toda a parte (...) Fotografamos vítimas que tinham sido mutiladas com machados e facas. Só poucas pessoas que fotografamos haviam sido metralhadas. Outras tinham cabeças esmagadas, olhos arrancados, gargantas cortadas e membros dilacerados, além de pele arrancada dos próprios corpos". Realmente foi um massacre vergonhoso, apoiado por Ariel Sharon. É interessante que a mesma imprensa que noticiou este fato depois declarou que as atrocidades tinham sido perpretadas pelos próprios palestinos com fins de incriminar Israel... É muito perigoso ouvir-se somente um lado!
A OLP transferiu seu escritório para a Tunísia. Em 1987, ocorre a 1º intifada. Era o protesto de jovens palestinos, que enfrentavam os tanques de Israel com pedras. Eles queriam o seu Lar Nacional, nos territórios ocupados por Israel. Em 13 de Setembro de 1988, Arafat foi recebido no Parlamento Europeu. No 19º Congresso da OLP, na Argélia, foi proclamado o Estado Palestino, com Jerusalém como capital. A OLP se propôs a respeitar todas as resoluções da ONU. Em 15 de Dezembro, Arafat declara, na ONU, que a OLP abria mão de todos os métodos de terror, e que quer ter o seu Estado Nacional pela via
diplomática. Os Estados Unidos, imediatamente, anunciam a abertura de um diálogo com a OLP. Mas, em 1991, como represália aos líderes palestinos (que foram contra a intervenção estrangeira ao Iraque, e lutaram por uma solução pacífica para o conflito no Golfo), os
americanos tentaram redesenhar o mapa do Oriente Médio (através de seu secretário de estado, James Baker), excluindo a OLP (e, de tabela, os palestinos). A OLP, através do seu líder' Yaser Arafat se cansou de fazer declarações vazias com o propósito de insuflar a opinião pública e os políticos contra Israel. Mas pó que não cumpriram NADA daquilo que prometeram? Por que não deixaram até hoje a violência e procuraram de fato as vias diplomáticas? Você não acha uma PROVOCAÇÃO dizer que o Estado Palestino terá como capital Jerusalém? Se não é provocação, como se chama isso? Parece que você não entende o peso que estas palavras causam...

Mas, devido à continuação da Intifada, os americanos acabaram aceitando que uma delegação da OLP (inserida dentro da delegação jordaniana) participasse das negociações, na Conferência de Madri. Em 1993, realizam- se os Acordos de Oslo, entre Israel e a OLP (através de seus líderes: Itzaq Rabin, Shimon Peres e Yasser Arafat, respectivamente). Os territórios ocupados seriam devolvidos aos palestinos (agora elevados aos status de Autonomia Palestina, embrião do futuro Estado, e podiam Ter uma polícia). Arafat retira da Carta Nacional Palestina, todos os artigos que questionavam a existência do Estado de Israel, em 1996. Infelizmente, um extremista judeu (Igal Amir) assassina Rabin, e a extrema- direita israelense volta ao poder, com Netaniahu. Os acordos de Oslo não são cumpridos, pelo lado de Israel, a partir disso. De que acordos você está falando? Quem já não os cumpria foram os palestinos e não os judeus! Muita terra foi entregue em troca de paz, mas a mesma NUNCA chegou à Israel!!!

Mesmo Barak, que se dizia favorável à Paz de Oslo, permitiu a instalação,de novos colonos judeus nos territórios palestinos. Em Maio de 1999 (prazo previsto em Oslo para a criação do Estado Palestino). Estipulou- se um novo prazo, para 13 de setembro de 2000. A questão dos refugiados era alegada por empecilho, por parte dos israelenses. Alem disso, Israel queria Jerusalém (completa) como a sua capital, inclusive nos lugares santos. Foram construídas novas colônias judaicas, no território da Autoridade Palestina. A 2º Intifada iniciou- se com a provocação de Sharon, que visitou a Esplanada das Mesquitas, em 28 de setembro de 2000. (os soldados israelenses proibiram a entrada de palestinos ao local). O partido de Sharon (o Likud, de extrema- direita), é contra a existência do Estado Palestino. Não existe questão de refugiados, pois quando Israel retornou em 1948 os judeus foram expulsos dos países árabes em que vivam; foram aproximadamente 600.000. Este é o número de refugiados que os palestinos reclamam. Então há uma paridade entre ambos que anula qualquer tipo de compromisso de retorno!Um outro detalhe: Você chama de provocação a visita de Sharon à esplanada do templo que PERTENCE À ISRAEL! Será que você não entendeu ainda que aquele lugar PERTENCE à Israel!!! Os confrontos se intensificam, desde então, cada vez mais. As forças de ocupação israelense chegaram a cercar e até atirar contra locais sagrados (como a Basílica da Natividade). Os patriarcas latino, ortodoxo e anglicano de Jerusalém já expressaram apoio e solidariedade à causa palestina. Já bombardearam até a sede palestina, o que constitui crime de guerra internacional. Já que você citou isso, quero lembrá-lo sobre Hebron com seus lugares sagrados para os judeus que foram DESTRUÍDOS pelos palestinos! Novamente, isso não conta? Por que você é tão paternalista com criminosos?
O grande intelectual judeu Yesahyahu Leibowitz (falecido em 1994), chegou a declarar que o Exército israelense havia se tornado uma tropa nazista judaica, devido às agressões e massacres, por ele produzidos. O escritor português José Saramago fez declarações semelhantes, após os massacres do governo Sharon. Sobre o tratamento dispensado aos palestinos, por parte do governo de Israel, Saramago diz que é um Apartheid moderno. Ele
afirma que, Israel ocupa militarmente quase todo o território dos palestinos, isolando aldeias e cidades, além de não possibilitar o livre tráfego de pessoas, nos territórios ocupados. Isso, se não é Apartheid, é o que?. Ele completou, afirmando que : o que ocorre na Palestina é um crime. O mundo pode e deve impedir esse massacre. É muito fácil fazerem-se afirmações quando se está do lado de fora! Gostaria que os terroristas perpretassem os mesmos atos de terrorismo em Portugal, no Brasil, nos EUA e depois veríamos se tais pessoas continuariam a dar estas mesmas declarações.... Nós estamos tratando de criminosos que não tem misericórdia de ninguém e que ainda hoje continuam planejando ataques contra inocentes....

Intelectuais brasileiros, como Raimundo Faoro, Paulo Freir, Florestan Fernandese Francisco Wefort apoiam a causa palestina. Em 1989, foi lançado no Brasil o livro A HISTÓRIA OCULTA DO SIONISMO, escrito pelo americano Ralph Schoenman. Entre os argumentos do livro contra as aspirações do sionismo ("Uma terra sem povo para um povo sem terra"), ele mostra que os sionistas apresentavam a Palestina pré-Estado de Israel como um grande deserto, mas que, na realidade, nega-se (e tenta- se ocultar) a tradição e cultura dos palestinos naquela região há séculos. Ele mostra que as milícias extremistas judaicas (Irgun, Stern) queriam, pela força, "despopulacionar" o território, como afirmavam líderes sionistas. Também mostra o mito de que Israel é a "única democracia no Oriente Médio". Por favor, demonstre qual é a cultura e tradições palestinas! Outra pergunta: que outro país é DEMOCRÁTICO no Oriente Médio?

Ele afirma que o Estado de Israel tem atitudes de exclusão étnica (contra palestinos), e que é tão democrático para os judeus quanto a África do Sul era para os brancos. Ele informa que é necessário comprovar ancestralidade judaica, para ser proprietário de um pedaço de terra, em Israel. Ele mostra, com documentos, o uso de tortura e prisão em massa contra
palestinos engajados pela sua independência nacional. Por tudo isso, conclui- se que não haverá paz na Palestina pelo uso das armas. A solução (como já reconheceram os palestinos, a ONU e alguns líderes judeus) só ocorrerá pela via diplomática, e com a
devolução dos territórios ocupados por Israel, aos Palestinos. E, finalmente: só poderá haver paz, se houver a criação do ESTADO PALESTINO. Pensemos no contrário: a paz virá quando os palestinos deixarem a terra que ilegalmente ocuparam quando Israel estava no exílio! O Estado palestino poderá ser criado em qualquer outro país ÁRABE! Existem muitos territórios que poderão servir para abrigarem este povo de origens árabes! A pergunta que tenho é a seguinte: porque os árabes NUNCA se propuseram a resolver a questão dos palestinos? Porque um país árabe não dá aos palestinos um quinhão de terra a fim de ali criarem seu estado? Há um outro detalhe: os palestinos querem ISRAEL, pois seu objetivo NÃO É A PAZ, mas sim a destruição total de Israel! E posso afirmar-lhe que isso jamais acontecerá, pois o Eterno é Aquele que luta por Israel!

Por isso, o Likud (que nega essa existência) e Sharon não são opções viáveis para governar Israel. O candidato do Partido
Trabalhista (Avodá), Arman Mitznah, denunciou que Sharon privilegia os colonos judeus, assentados em território palestino, pois, "seu compromisso é com a Grande Israel (um Estado de Israel que usurpasse os territórios palestinos e anexasse a Jordânia) ". Mitznah acusou Sharon de ser o culpado contra civis israelenses mortos em atentados, por ele manter a ocupação israelense nos territórios ocupados, e promover agressões contra civis
palestinos. O seu plano de governo (este sim, viável), inclui a retirada das tropas israelenses da maior parte dos territórios ocupados,e a reabertura das negociações com a Autoridade Nacional Palestina (ANP) e Arafat. Além disso, há enormes denúncias de fraude e corrupção contra Sharon, lideranças do Likud e seu governo. A principal acusação contra Sharon, é a de que ele está recebendo um empréstimo de US$ 1, 5 milhão de dólares, de um empresário sul - africano, para cobrir despesas de campanha. De acordo com a legislação israelense, não é permitido receber dinheiro vindo do exterior, para usá-los em campanhas eleitorais, nem em transações relacionadas a elas. O empresário sul- africano Cyrill Kern é acusado de ter tido relações financeiras (de apoio) ao Apartheid sul- africano. Dois filhos de Sharon estão sob suspeitas de corrupção. Até dirigentes do Likud (que está tendo que se explicar, devido à irregularidades de seus líderes), pediram que Omri Sharon (um dos filhos do Premiê) renuncie ao seu mandato no Knesset (parlamento, onde é deputado), para que não se corra o risco de ver a eleição de Sharon perdida. Você poderia ter citado também os problemas de corrupção dentro da Autoridade Palestina que enriqueceu com o dinheiro que era mandado para os "refugiados" e que nunca chegou à eles... Arafat hoje é dono de um "pequena fortuna" advinda de doações para seu povo.... Outro esquecimento?
Sharon está levando Israel ao isolamento político internacional, por suas ocupações e agressões, pelo alto índice de desemprego, pelos enormes gastos (gerados pelas ocupações militares), e pela violência sempre crescente.Até jornais que haviam apoioado seu governo,
como o Haaretz, agora denunciam fraudes desse general criminoso. Por isso, faz- se necessário um governo democrático e honesto, comprometido com a paz, em Israel.
VOTE· EM ARMAN MITZNAH

VIVA ITZAQ RABIN·

VOTE NO PARTIDO TRABALHISTA· (AVODÁ)

VOTE PELA PAZ NA PALESTINA·

VOTE CONTRA O MASSACRE DE· CIVIS PALESTINOS

VOTE EM UM GOVERNO DEMOCRÁTICO E COMPROMETIDO COM A· PAZ

SHALOM!

Todas as respostas foram dadas por Rav Mário Moreno, fundador do Ministério Profético Shema Israel; Reitor do Seminário Judaico-Messiânico Beit Midrash Shema Israel.

Quaisquer dúvidas devem ser encaminhadas à mim por intermédio do e-mail _ _ _ , pois estarei disponível para respondê-las a qualquer momento!

Queremos ainda enfatizar que este grupo de discussão não tem por objetivo o confronto entre pessoas, mas sim a comunhão e o estreitamento de relacionamentos de pessoas que amam ao Messias Ieshua.

Nossas respostas tem um tom mais grave em virtude daquilo que foi escrito pelo Sr. Medeiros e da forma como foi colocada ao grupo. Queremos informar que nosso objetivo é sermos um no Messias; qualquer outra atitude que comprometa nossa comunhão será imediatamente repudiada, pois primamos pela unidade; abominamos a divisão!

Que haja paz em Israel!

Seu no Mashiach,

Mário Moreno


Grupo Brasil Islâmico _ 19-12 Caros amigos ...há algum tempo que nao lhes envio noticias da nossa querida Palestina ...caso tenham um pouco de tempo leiam este esclarecimento.. a todos desejo um feliz Natal e um venturoso ano Novo Kamal ---- Subject: [brasilislamico] COMUNICADO DAS ENTIDADES PALESTINAS São Paulo, 15 de dezembro de 2002 ESCLARECIMENTO A Federação das Entidades Árabe-Palestino Brasileiras, o Instituto Jerusalém do Brasil e a Sociedade Árabe-Palestino Brasileira de São Paulo vêm a público esclarecer que o Ong Shalom Salam Paz (SSP) toma uma posição parcial e injusta quando se trata da principal causa da atual situação de impasse no conflito palestino-israelense; esta causa é a ocupação militar da Palestina e a negativa, explícita ou de fato, da parte dos lideres eleitos democraticamente pelo povo israelense de pôr um fim a esta ocupação, solucionar de forma justa, humana e realista a questão dos refugiados palestinos e desmantelar as colônias criadas em territórios palestinos, sobre terras ocupadas pelo exército e roubadas quer de seus proprietários, quer do patrimônio nacional palestino. Exemplo disso é a campanha denominada “Boca de Urna pela Paz no Oriente Médio”, onde a Ong sugere que brasileiros amantes da paz façam “boca de urna” para eleger lideranças comprometidas com a paz. É lamentável observar que o promotor desta idéia nem sequer insinua a atual situação dos palestinos diante a agressiva ocupação militar israelense Enquanto o Exército de ocupação mantiver as lideranças palestinas encarceradas, ultrajadas e subjugadas, este pleito não terá a menor condição de ocorrer. Desde o início da Intifada (levante popular palestino contra a ocupação israelense), as tropas invasoras assassinaram 182 lideranças (de 28/00 a 03/02). Dentre eles potencias concorrentes nas eleições palestinas. Além disso, o povo palestino nem sequer pode sair às ruas para comprar alimentos, ir as escolas, hospitais, lavoura e ao trabalho. Como terão a liberdade para organizarem suas campanhas eleitorais? Enquanto os tanques, os helicópteros, os caças F16 continuarem invadindo e atacando os territórios palestinos não será possível à realização de eleições limpas, transparentes e democráticas. Não há como fazer analogia entre as duas eleições marcadas para janeiro de 2003. De um lado esta o quarto mais bem equipado Exército do mundo, que dispõe, além do arsenal bélico que já mencionamos, de cerca de 200 ogivas nucleares. Do outro lado esta um povo que resiste a ocupação e a usurpação dos direitos humanos mais elementares. Colocar estes pleitos em pé de igualdade é muito injusto e no mínimo hipócrita. Comparar a democracia brasileira com a israelense, além de ofensiva é inverídica, pois o Brasil não ocupa nem massacra povo algum. O SSP em primeiro lugar deveria esclarecer este cenário atual e lutar pelo fim da ocupação. E ainda fazer com que Israel respeite as Resoluções da ONU e das Convenções Internacionais A partir daí seria possível organizar e preparar uma eleição justa. Acreditamos que este movimento deva fazer sim a “boca de urna” em Israel, afinal a sociedade civil israelense terá a responsabilidade de escolher seus dirigentes. Eles terão as opções, eleger aqueles que buscam o diálogo, ou continuar mantendo aqueles que buscam uma “solução final” para o problema. O povo palestino sempre foi a favor da paz justa e duradoura, por isso elegeu democraticamente como presidente, o líder da OLP, Yasser Arafat, logo após referendar os Acordos de Oslo. Ao contrário do que ocorre em Israel, onde o premier Itsaac Rabin, foi assassinado logo após firmar o acordo de paz. Depois dele só foram eleitos aqueles contrários à solução negociada. O exemplo mais recente foi a eleição do General Ariel Sharon, com um currículo cheio de massacres contra os palestinos, dentro dos territórios e fora. Mesmo condenado pelo próprio tribunal israelense pelo massacre nos acampamentos de Sabra e Chatila foi conduzido pela sociedade civil israelense ao posto de primeiro-ministro. Alertamos as entidades amigas que lutam pela justiça e paz para os palestinos e israelenses, que atentem sobre a inocuidade do texto apresentado pelo SSP e o prejuízo que pode causar, em especial o ato do dia 17 de dezembro, na Assembléia Legislativa de São Paulo. Agradecemos o apoio de todos os parceiros, amigos, companheiros e irmãos que apóiam e lutam por uma solução negociada para o povo palestino. Hassan El Emeleh Presidente Federação das Entidades Árabe-Palestino Brasileira Ali El-Khatib Superintendente Instituto Jerusalém do Brasil Khaled Tum Presidente Sociedade Árabe-Palestino Brasileira de São Paulo Emir Mourad Secretario Geral Sociedade Árabe-Palestino Brasileira de São Paulo Relatório da Intifada Palestina De 28 de setembro de 2000 a 03 de dezembro de 2002 Palestinos mortos (Mártires) 2056 mortos, incluindo 182 assassinatos de lideranças. 19% das vítimas são menores de 17 anos. 85% civis. 433 mortos por armas pesadas. 1199 mortos com munições reais. Palestinos feridos, mais de 41 mil Cisjordânia: 35.7% crianças, 32.4% munição real, 64.9% membros superiores, Faixa de Gaza: 20% crianças, 37% munição real, 60% membros superiores; De acordo com a UNICEF há 7 mil crianças feridas Feridos com seqüelas irreversíveis Cerca de 2.500. De acordo com o Ministério da Saúde 500 são crianças. Ataques a Profissionais da área médica e a ambulâncias 15 mortos (14 palestinos e 1 alemão) entre médicos e enfermeiros. 180 médicos da Cruz Vermelha feridos. 95 médicos da União de Médicos Palestinos 25 ambulâncias do Crescente Vermelho destruído 197 ambulâncias danificadas pelos tiros dos soldados israelenses e/ou com pedras atiradas pelos colonos israelenses 432 casos de proibição das ambulâncias do Crescente vermelho prestar socorro aos feridos 70 casos de proibição de atendimento médico a feridos. 71 mortos por falta acesso aos tratamentos médicos. Ataques a Hospitais (danos, cortes de energias e suprimentos) Bombardeio ao Hospital Francês em Belém, prejuízo estimado em US$ 25,000. Hospital Al-Hussein em Belém. Ataques com tiros em Beit Jala, A-Dibs e ao Hospital Francês em Belém. Ataques ao Hospital Al Alia em Hebron, por 3 vezes. Al Yamama (Belém), Hospital e Maternidade do Crescente Vermelho em Ramallah e o Hospital Geral de Ramallah foram bombardeados; Acesso negado ao Hospital Khalid (Ramallah) por vários dias Ataque de metralhadora por um colono israelense ao Hospital Augusta Victoria em Jerusalém Jornalistas 7 jornalistas e repórteres palestinos e 1 jornalista italiano assassinados 75 jornalistas feridos. 167 jornalistas agredidos por soldados e colonos israelenses, com equipamentos confiscados e destruídos. 5 jornalistas palestinos estão em prisão adminsitrativa 20 centros de imprensa bombardeados, invadidos e destruídos. *Em abril a Associação Internacional de Imprensa, declarou que a Cisjordânia é o segundo mais perigoso lugar para os jornalistas atuar, seguido apenas pelo Afeganistão. Tipos de munições usadas Projéteis: 5.56 mm (calibre 223), 7.02 mm, 9 mm, Calibre 50, 500 mm, 800 mm, aço revestido de borracha e plástico. Misséis. Tanques e carros de combate. Jatos F-16. Cerco, toques de recolher e punições coletivas: Afetando três milhões de palestinos. É o mais severo movimento de restrições impostas desde a ocupação de 1967. Cercos internos: (Cisjordânia está dividida em 120 divides bolsões e a Faixa de Gaza em 3 bolsões), mais de 300 checkpoints nas áreas palestinas. Cercos externos: Cisjordânia e a Faixa de Gaza estão fechadas para o resto do mundo. Aeroporto Internacional de Gaza fechado desde Fevereiro de 2001; o "Corredor de Segurança" entre a Faixa de Gaza e a Cisjordânia fechada desde outubro de 2000 (desrespeitando os acordos de Oslo); Pontes que ligam a Palestina com a Jordânia e com Egito estão fechados. Palestinos detidos pelas tropas israelenses Desde 29 de março de 2002 mais de 15 mil palestinos foram detidos (350 são crianças). 6 mil estão presos sem acusação formal ou julgamento Mais de 1700 Palestinos com identidade israelenses foram detidos Propriedades e áreas residenciais atacadas Durante os 15 meses do Intifada, os danos materiais chegam a US$ 305 milhões. E durante o mês da mais longa invasão os prejuízos causados pelos ataques do Exército israelense chegam a US$ 361 milhões. Desde o início do levante mais de 1601 casas completamente demolidas e bombardeadas e mais 11.553 casas parcialmente destruídas. 4000 prédios atingidos 30 mesquitas 12 igrejas 134 poços de água e cemitérios 133.606 oliveiras e arvores frutíferas arrancadas 11624 dunums de terras confiscadas 14339 dunums de terras queimadas Educação 850 escolas fechadas temporariamente 8 escolas transformadas em barreiras militares 11 escolas completamente destruídas 66 escolas desestruturadas 15 escolas transformadas em centro de detenção e barricadas militares 185 escolas bombardeadas pelas tropas israelenses 29 escolas invadidas pelo Exército israelense 132 estudantes mortos 2500 estudantes feridos a caminho das escolas 1135 dias de aulas perdidas por causa dos ataques israelenses. Condições econômicas A economia palestina perdeu cerca de US$ 3,2 a 10 bilhões. Perdas diárias da economia domestica: US $6.0 - 8.6 milhões Total de salários perdidos: US$59.4 milhões Taxas de desemprego: Gaza 67%, Cisjordânia 48%. 75% dos palestinos vivem na linha da pobreza (com menos de US$ 2 por dias) A capacidade de produção caiu em 69% Israel proíbe 125 mil palestinos de irem ao trabalho Fonte: The Health, Development, Information and Policy Institute (HDIP) – Ramallah - Palestina Divulgado por: Instituto Jerusalém [mailto:institutojerusalem@terra.com.br] To Post a message, send it to: brasilislamico@eGroups.com
ORE PELOS POVOS ÁRABES _ 16-12O missionário dos batistas brasileiros, na Palestina, enfrentou mais dificuldades em seu ministério no mês de novembro e começo de dezembro. Depois do mês do Ramadã, que terminou no dia 5 de dezembro, os muçulmanos festejaram a "El Id", uma festa que leva as famílias a fazerem visitas levando doces e presentes para as crianças. Um costume praticado por 1,2 bilhão de muçulmanos em todo o mundo. Nessa época, os árabes não permitem que se fale de outra religião que não seja a islâmica. Por causa dessas festividades, nosso missionário foi proibido de realizar seu ministério em dois hospitais. Ore pelos missionários que trabalham naquela região e pelos contatos feitos; ali existem quatro jovens amigos que estudam a Bíblia juntos com nosso obreiro. Peça pela conversão dos muçulmanos ao Evangelho de Cristo. · Ore pela conversão de um jovem taxista, chamado Ali, que o missionário na Palestina conheceu quando estava saindo da igreja; ele pediu-lhe uma bíblia. · Ore pela conversão de Samira, uma colombiana que é descendente de árabes; ela está sendo evangelizada pela esposa de nosso missionário na Palestina. · Louve a Deus por Abed, o primeiro fruto do missionário após seu retorno ao Oriente Médio. Ele continua firme no Evangelho e agradece aos irmãos que oram a seu favor. · Samih, um novo convertido na Arábia Saudita, foi proibido de continuar seus estudos e está numa prisão domiciliar, esperando julgamento, porque o encontraram lendo a Bíblia em seu quarto. Ore por Samih, pois a lei naquele país é dura e ele pode ser condenado à morte; peça para que o Senhor o livre desse mal. · Os casais missionários Walter e Alzira Freire e Eliseu e Dagmar Freitas precisam de novas estratégias para aproveitar a época do Natal para compartilhar a fé em Jesus Cristo. Ore para que Deus lhes dê, a cada dia, mais ânimo e força para vencer as dificuldades encontradas ao evangelizar os povos árabes. (JMM _ CBB)
Nicácio _ 10.12 A verdade palestina
Bem-Vindo!

A mídia internacional acusa Israel de matar palestinos desarmados e indefesos.
Acusa Israel de responder com metralhadoras, tanques e helicópteros as manifestações pacíficas dos palestinos que somente usam pedras.
Será que a mídia fala a verdade ou não quer abrir os olhos ?


Este site é dedicado a esclarecer o internauta sobre o estado atual dos conflitos entre palestinos e israelenses. Entendemos que é necessário uma enérgica atitude por parte das comunidades muçulmanas, judaicas e cristãs em todo o mundo no sentido de frear as ambições terroristas e os métodos violentos para obtê-las. Não existe política sem esclarecimento.

Este site não tem como objetivo agredir o povo palestino ou fazer as pessoas acreditarem que todos os palestinos sejam terroristas, pois isso seria uma grande mentira reservada para os tolos. Esse site tem como objetivo claro, mostrar que existem massas de palestinos lideradas por terroristas e fundamentalistas islamicos e que a imprensa nem sempre é imparcial e justa, tornando-se uma grande manipuladora de opinião pública.

Por favor, divulgue este site. ( não foi possível vizualizar o endereço do Site : Favor reenviar )


>>>Entre<<<


Fonte:agência Reuters
Fonte:agência AFP
Fonte:agência AP

A verdade dobre a morte de uma criança palestina


Fonte: site oficial do Tzahal (Israel Defense Forces)

Há alguns dias, tornou-se mundialmente famosa a história do garoto Palestino e seu pai que,
segundo os meios de comunicação do mundo todo, teriam sido cruelmente atacados pelo Exército israelense,
o que teria resultado na morte da criança.

O registro da foto mostra com precisão o que aconteceu de verdade naquele momento.
Pai e filho estariam se "protegendo" extremamente próximos à posição de tiro Palestina no cruzamento.
A figura mostra o que acontecia de verdade: a base israelense estava sendo atacada
em SETE pontos por atiradores Palestinos (é... eles também têm armas de fogo, não somente pedrinhas!).

Como resposta, os soldados israelenses devolveram fogo aos locais de origem dos tiros e, durante a troca de tiros,
a criança Palestina teria sido atingida e morta. Mais uma vez, os Palestinos fazem o uso cínico da vida de civis,
mandando-os jogar pedras sob a cobertura do fogo Palestino, o que coloca em risco suas vidas.

Portanto, os Palestinos insistem em colocar a vida de seus civis em risco,
passando ao mundo a imagem da suposta "perversidade" das Forças De Defesa de Israel.

Passe essa mensagem para o máximo número de pessoas que puder, sejam elas judias, árabes,
ou qualquer outro ser humano que não goste de ser enganado pela imprensa tendenciosa



www.muralhadefogo.com.br _ <>< E nós os SALVOS o que fazemos ????


Unicef denuncia drama de 1,3 milhão de crianças palestinas

Agência EFE

Cerca de 1,3 milhão de crianças e jovens palestinos vivem desde o início da
segunda Intifada uma dramática situação humanitária e 80 por cento delas
sofrem distúrbios psicológicos, advertiu em Berlim hoje, terça-feira, o
Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).


"A outra face do horror é a progressiva piora da situação social dos
palestinos", disse o chefe da divisão alemã do Unicef, Dietrich Garlichs,
que afirmou que uma em cada três crianças passam fome nos territórios
ocupados.

O início da chamada "Intifada de Al Aqsa" em setembro de 2000 e episódios
como a operação "Muro de defesa", empreendida pelo Exército israelense no
fim de março, assim como as posteriores incursões militares "aceleraram esse
processo", destacou o enviado do Unicef na Cisjordânia e Gaza, Pierre
Poupard.

O órgão da ONU contabilizou desde então 395 menores mortos, 323 deles de
Gaza e da Cisjordânia, e 72 em Israel, além de outras 7.000 crianças
palestinas que sofreram ferimentos graves.

Poupard, acha que, apesar de tudo, "há possibilidades de deter a violência"
na região, mas lamentou que as crianças paguem o preço mais alto no conflito
Ele disse que tenta convencer as autoridades israelenses a liberarem as
crianças do controle militar a que os palestinos são submetidis em seu
caminho para a escola.

Lana Mohammed Kamleh, palestina de 16 anos que mora no leste de Jerusalém e
convidada por Poupard a Berlim, contou sua experiência com esses controles
militares.

"Às oito da manhã me levanto para ir à escola. Não chego antes das nove ou
as dez, depende, porque tenho que esperar que o soldado israelense do
controle, que muitas vezes é da minha idade, deixe-me passar, e todo dia me
pergunto se vou sobreviver em meu caminho para a escola", relatou.

A jovem, que nasceu em 1987, no ano da primeira "Intifada", contou: "Quando
era pequena, meus amigos reconheciam o tipo de bala por seu aspecto ou por
como soavam quando eram disparadas". Segundo ela, a maioria dos jovens é
capaz de identificar os diferentes tipos de tanques e aviões que atuam na
região.

"A situação agora é muito ruim, os palestinos não podem se movimentar
livremente em seus próprios territórios", queixou-se. "Eu não sou política
nem diplomata, mas sonho com o dia em que não terei que passar por esses
controles, com o fim da ocupação e a criação de um Estado palestino".

Hans Koschnick, membro da presidência do Unicef na Alemanha, pediu que ambas
as partes evitem que os menores sejam vítimas da violência, exigiu que as
escolas se transformem em "recintos de paz" para eles e que a Autoridade
Nacional Palestina (ANP) aja para mantê-los "fora da espiral do terror".

Além de promover programas de vacinação e distribuição de remédios na área,
essa agência das Nações Unidas luta há anos para que as escolas palestinas
-275 delas situadas em plena frente do conflito e 185 danificadas pelas
forças israelenses- mantenham suas portas abertas.

No ano passado, cerca de 600.000 alunos palestinos não puderam freqüentar
seus colégios na Cisjordânia durante um mês e outros 120.000 não puderam
iniciar agora o ano letivo.

Meio milhão de crianças dependem da ajuda humanitária para se alimentar,
pois 57,8 por cento das famílias palestinas da Cisjordânia e 84,6 por cento
em Gaza vivem com menos de dois dólares por dia.

O relatório divulgado pelo Unicef sobre a situação dos menores palestinos
destaca que a maioria deles "é pessimista e não tem esperanças de que a
situação melhore", e que "enquanto muitos reagem com apatia, outros
experimentam frustração, desespero e patriotismo que derivam em uma
disposição à violência".

Em vista do Dia Mundial da Criança, comemorado no próximo dia 20, o Unicef pede a israelenses e palestinos que ajam para manter os menores de idade fora do conflito.



MZ 05/07/02 _ A/C Junta Missões Mundiais Rua Senador Furtado, 71 Pca da Bandeira Rio de Janeiro, RJ 20270-021

Um árabe palestino que trabalha numa associação de distribuição de alimentos procura compartilhar o evangelho com aqueles que o procuram. Enquanto entrega tíquetes para retirada de alimentos, também distribui o Pão da Vida através de suas palavras. *Ore para que seu chefe seja alcançado pela mensagem de Jesus. *Ore pedindo que cada pessoa alcançada por seu testemunho tenha o coração aberto para receber o evangelho. *Peça a Deus que mantenha aberta a porta da bênção e providencie os recursos necessários para alimentar os famintos.


Brasil receberá refugiados palestinos fugindo da violência
 
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da Folha Online
 
Um grupo de cerca de cem refugiados palestinos em fuga da violência no Oriente Médio será recebido no Brasil, anunciou nesta quarta-feira o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no país. Os palestinos, que viviam no Iraque, estão atualmente num campo de refugiados na Jordânia, para onde escaparam devido à escalada de violência sectária no país árabe.
 
O anúncio da Acnur foi feito no Dia Mundial do Refugiado, comemorado hoje. Segundo a organização, a decisão foi tomada por unanimidade no último dia 25 de maio pelo Conare (Comitê Nacional para Refugiados). "Foi uma decisão de caráter humanitário por parte do governo brasileiro", afirmou a coordenadora-geral do comitê, Nara Conceição da Silva.
 
Os refugiados estão no campo Ruweished, e para serem transferidos para o programa de apoio aos refugiados do governo brasileiro terão de obter a autorização da Jordânia, providenciar documentos de viagem e realizar exames médicos de rotina.
 
Campo precário
 
De acordo com o Acnur, antes de chegar ao campo Ruweished, o grupo estava refugiado no Iraque e abandonou o país após a queda do regime de Saddam Hussein, em 2003. O comissariado calcula que atualmente cerca de 15 mil palestinos continuam naquele país, sendo que pelo menos 186 foram assassinados nos últimos anos.
 
As condições em Ruweished, que fica no deserto jordaniano a 70 km da fronteira com o Iraque, são precárias, segundo o Acnur.
 
"O campo é infestado por escorpiões, as tempestades de areia são constantes e as variações climáticas tornam a região inóspita durante o todo o ano. Além disso, os refugiados não são reconhecidos pelas autoridades jordanianas. O campo é fechado e tem sua entrada controlada pelo governo. Saídas só são autorizadas em casos de emergência", destaca uma nota divulgada pelo grupo nesta quarta-feira.
 
Dificuldades
 
O grupo está sendo informado sobre o Brasil e as dificuldades do mercado de trabalho local, informou o presidente do Conare e secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
 
A expectativa é que os palestinos cheguem ao país até o mês de setembro, quando serão reassentados em várias cidades. Alguns poderão também ser enviados para a zona rural.
 
Canadá, a Suécia e a Irlanda também já reassentaram palestinos vindos do Iraque.
 
O Programa de Reassentamento Solidário existe no Brasil desde 2004 e atualmente beneficia cerca de 200 refugiados, a maioria colombianos.
 
Fuga do Iraque
 
A violência sectária entre xiitas e sunitas e os combates desde a invasão americana em 2003 no Iraque expulsam milhares de pessoas do país todos os anos. Em 2006, segundo a Acnur, o número total de refugiados no mundo aumentou pela primeira vez em cinco anos --em grande parte devido ao caos no Iraque.
 
No ano passado, cerca de 1,5 milhão de iraquianos fugiram para outros países. Os destinos mais comuns são a Jordânia e a Síria. Em todo o mundo, o Acnur estima que estejam refugiados hoje 9,9 milhões de pessoas.
 
Os dados divulgados pela organização, porém, não incluem cerca de 4,3 milhões de palestinos que tiveram que deixar suas casas por causa do conflito com Israel.
(20/06/07)
www.alcnoticias.org  _ SUÍÇA - Paz no Oriente Médio  
 
Terça-feira, 2 de julho de 2007 
 

SUÍÇA
 
Esforços do CMI em favor da paz na Palestina e em Israel
 
 
 
GENEBRA, 2 de julho (ALC) - As igrejas da Palestina e de Israel estão esperançosas diante do engajamento do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) no apoio às lutas em favor de uma paz justa na região.
 
 
 
Esta foi a principal conquista da visita ao Oriente Médio de delegação coordenada pelo secretário-geral do CMI, pastor Samuel Kobia, entre 21 e 26 de junho. Um novo fórum, inaugurado antes da visita, e o programa de acompanhamento ecumênico são prioridade na lista de ações das igrejas para atingir o objetivo.
 
 
 
"A visita confirmou que o CMI tem um papel a desempenhar no fortalecimento das igrejas da Palestina e de Israel, bem como no apoio aos seus esforços", disse o diretor do Conselho para Relações Ecumênicas e Internacionais da Igreja da Noruega, Olav Fykse Tveit, que integrou a delegação.
 
 
 
Ele enfatizou ainda que, ao empreender este esforço, "é muito importante que escutemos atentamente as igrejas da Terra Santa e deixemos que elas decidam o tipo de apoio que precisam".
 
 
 
O Fórum Ecumênico Palestina/Israel, cuja inauguração ocorreu recentemente na Jordânia e foi muito bem recebido pela hierarquia das igrejas de Jerusalém, será "um instrumento privilegiado para facilitar uma maior participação das igrejas membros do CMI nos esforços de sensibilização em favor de uma paz justa na região", disse Samuel Kobia.
 
 
 
O secretário-geral adicionou ainda que o fórum "permitirá a nossas igrejas membros reforçar as atividades de conscientização, bem como de informação destinadas aos seus membros e ao público em geral".
 
 
 
"A juventude deve estar na primeira linha das preocupações do Fórum", disse a integrante do Comitê Central do CMI, Christine Biere, da Igreja Evangélica da Alemanha e que integrou a delegação ecumênica. Biere considera que "a educação para a paz dos jovens e das crianças é fator fundamental para se conseguir o sucesso deste empreendimento e a principal preocupação das igrejas locais".
 
 
 
O Programa Ecumênico de Acompanhamento na Palestina e Israel (PEAPI), do CMI, recebeu firme respaldo como uma iniciativa concreta por meio da qual as igrejas de todo o mundo participam da luta por uma paz justa.
 
 
 
A delegação do CMI recebeu informação de primeira mão. Eles entraram em contato com os voluntários do PEAPI e seu trabalho em Jayyous, uma pequena aldeia da Cisjordânia que ficou completamente isolada de suas terras agrícolas.
 
 
 
Também visitaram Hebrom, uma cidade palestina de 160 mil habitantes, cujo centro foi invadido por 400 colonos radicais israelenses, e cuja presença paralisou a vibrante vida comercial da cidade.
 
 
 
Estiveram em Aida, um acampamento de refugiados onde vivem  4,6 mil pessoas deslocadas por causa da guerra de 1948. Visitaram, por último, Belém, uma comunidade cercada e asfixiada pelo "muro de separação" que o governo de Israel está construindo na região.
 
 
 
"Os acompanhantes ecumênicos são os olhos e os ouvidos da família ecumênica em meio ao conflito", disse Kobia depois de percorrer os pontos habilitados para o cruzamento da "parede de separação", os postos de controle e as ruas vazias com as lojas fechadas.
 
 
 
Além de Kobia, Fykse Tveit y Biere, o Metropolitano Emmanuel (Adamakis) da Francia, do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, integrou a delegação do CMI, da qual também participaram Ruth Kobia e os membros do pessoal do CMI: Jonathan Frerichs, Peter Williams e Juan Michel. 
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Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação 
 
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 www.alcnoticias.org  (Via_Jose/Camilo)
 

ISRAEL E PALESTINA - O pastor David Ortiz, um judeu messiânico cujo quatro dos filhos mais velhos estão servindo nas forças de defesa israelenses (exército), tem vivido em Ariel com a família, enquanto pastoreia uma pequena congregação de judeus que reconhecem a vinda de Cristo.
 
Ariel é uma cidade grande administrada pela Autoridade Palestina em West Bank. Para os judeus é a capital de Samaria, enquanto que para os árabes muçulmanos é apenas outro assentamento israelense não desejado.
 
Por muitos anos ele vem testemunhando sobre Jesus para os árabes muçulmanos em West Bank.
 
Por causa do seu ministério e de sua postura pessoal ele já recebeu um tiro e foi espancado, enquanto o Hamas emitiu um fatwa (pronunciamento legal do islã) contra ele para o crime de conduzir um muçulmano na fé em Jesus.
 
Com base nisso, ele vem recebendo rejeição e hostilidade aberta por parte de judeus ortodoxos radicais.
 
No último dia 20 de março 2008 , um pacote foi entregue na casa dos Ortiz. Parecia convidativo, mas assim que Ami Ortiz, o filho de 15 anos do pastor David, abriu o pacote uma bomba poderosa foi detonada ( leia mais).
 
Apesar da sobrevivência milagrosa de Ami ele necessita de orações urgentes por cura. O corpo de Ami ficou bastante queimado e foi severamente atingido.
 
Saúde extremamente debilitada
 
Estilhaços atingiram o pescoço dele; ambos seus braços estão quebrados; ele perdeu dois dedos do pé; um olho foi perfurado e não foi recuperado; enquanto dez pedaços de parafusos de metal quentes penetraram os pulmões dele. Ami está em um coma medicalmente induzido.
 
Esta família está pagando um preço muito alto pela fidelidade deles para com o evangelho. A bomba era tão poderosa que causou um dano extenso na estrutura da casa. Autoridades estão investigando o caso. Os responsáveis ainda não foram identificados.
 
• Por favor, ore pela plena recuperação de Ami Ortiz, pela vida de seus pais David e Leah e demais membros desta família.
 
• Ore pela igreja messiânica em Ariel; para que seus membros testemunhem o amor de Cristo e mantenham relações cordiais com os vizinhos.
 
• Ore pela paz entre judeus e muçulmanos na região e para que eles encontrem o verdadeiro amor pregado por Jesus Cristo.
 
::Fonte: Site Missão Portas Abertas
Tradução: Tsuli Narimatsu (Via_Acaf)

http://veja.abril.com.br A vida do palestino Mosab Hassan Yousef, de 32 anos, desafia a lógica do conflito árabe-israelense, em que as rivalidades são quase sempre hereditárias. Filho mais velho do xeque palestino Hassan Yousef, um dos sete fundadores do Hamas, grupo terrorista transformado em partido, o jovem foi criado para ser um líder extremista... Contra todas as possibilidades, traiu o pai, colaborou com o inimigo, denunciou os companheiros e converteu-se ao cristianismo. . . (batistanacional)
REPASSANDU!!eu ja assinei Debora
 
Caros amigos,
 
Dentro de quatro dias, o Conselho de Segurança da ONU se reunirá e o mundo terá oportunidade de aceitar uma nova proposta capaz de reverter décadas de fracasso nas negociações para a paz entre Israel e Palestina: o reconhecimento da Palestina como Estado pela ONU.
 
Mais de 120 países do Oriente Médio, África, Ásia e América Latina já endossaram essa iniciativa, mas o governo de direita de Israel e os Estados Unidos opõem-se veementemente a ela. Portugal e outros importantes países europeus ainda estão indecisos, mas uma gigantesca pressão pública agora poderá convencê-los a votar a favor dessa importante oportunidade de dar fim a 40 anos de ocupação militar.
 
As iniciativas de paz lideradas pelos EUA têm fracassado há décadas, enquanto Israel tem confinado o povo palestino a pequenas áreas, confiscando suas terras e impedindo sua independência. Esta nova e corajosa iniciativa poderá ser a melhor oportunidade de impulsionar a solução do conflito, mas a Europa precisa assumir a liderança. Vamos construir um apelo global em massa para que Portugal e outros importantes países europeus endossem imediatamente a proposta de soberania e vamos deixar claro que cidadãos de todos os cantos do mundo apoiam essa proposta legítima, não-violenta e diplom ática. Assine a petição e envie esta mensagem a todos os seus contatos:
 
 
Embora as raízes do conflito entre Israel e Palestina sejam complexas, a maioria das pessoas em todos os lados concordam que o melhor caminho rumo à paz imediata é a criação de dois Estados. Porém, vários processos de paz têm sido arruinados p ela violência em ambos os lados, pela ampla construção de assentamentos na Cisjordânia e pelo bloqueio humanitário na Faixa de Gaza. A ocupação israelense diminuiu e fragmentou o território onde se poderia construir um Estado palestino e transformou a vida cotidiana do povo palestino em um suplício atroz. A ONU, o Banco Mundial e o FMI recentemente anunciaram que os palestinos estão prontos para administrar um Estad o independente, mas eles dizem que a principal restrição ao sucesso dessa empreitada é a ocupação israelense do território palestino. Até mesmo o presidente norte-americano pediu o fim da expansão dos assentamentos e o retorno às fronteiras de 1967 com trocas de territórios em comum acordo, mas o primeiro-ministro israelense Netanyahu, furioso, recusou-se a cooperar.
 
Chegou a hora de uma drástica mudança, deixando de lado um processo de paz inútil e partindo para um novo caminho de progresso. Enquanto os governos de Israel e Est ados Unidos classificam a iniciativa palestina de “unilateral” e perigosa, a verdade é que a esmagadora maioria das nações do mundo apoiam essa proposta diplomática não-violenta. O reconhecimento mundial da Palestina como Estado poderá derrubar os extremistas e fomentar um crescente e não-violento movimento palestino-israelense em consonância com a arrancada da democracia em toda a região. E o mais importante é que el e retomará um caminho rumo a um programa de assentamento negociado, permitirá aos palestinos acesso a diversas instituições internacionais que podem ajudar a promover a liberdade da Palestina e enviará um sinal transparente ao governo de Israel, que é favorável aos assentamentos, de que o mundo não mais aceita a impunidade e intransigência dos israelenses.
 
Israel já passou tempo demais enfraquecendo a esperança de criação de um Estado palestino. Os Estados Unidos já passaram tempo demais satisfazendo as exigências de Isra el, com o apoio da Europa. Neste momento, Portugal, França, Espanha, Alemanha, Reino Unido e o Alto Representante da UE estão indecisos quanto à soberania palestina. Vamos fazer um apelo para que eles assumam o lado certo da história e apoiem uma declaração palestina de liberdade e independência, prestando ampla assistência e ajuda financeira. Assine a petição urgente agora mesmo para pedir que a Europa apoie a proposta e endos se essa iniciativa de paz duradoura entre Israel e Palestina:
 
 
A soberania palestina não significará de uma hora para a outra o fim desse espinhoso conflito, mas o reconhecimento pela ONU mudará a dinâmica e começará a abrir a porta rumo à liberdade e paz. Em toda a Palestina, as pessoas estão se preparando com esperança e expectativa para recuperar uma liberdade que sua geração nunca viveu. Vamos dar nosso apoio e pressionar as lideranças europeias a fazer o mesmo, assim como elas apoiaram os povos do Egito, Síria e Líbia.
 
Com esperança,
 
Alice, Ricken, Stephanie, Morgan, Pascal, Rewan e toda a equipe da Avaaz
 
MAIS INFORMAÇÕES
 
Palestinos estão decididos a se tornar um membro pleno da ONU http://bit.ly/rhR0vM
 
Liga Árabe endossa projeto de reconhecimento palestino
http://bit.ly/nG4vEF
 
Marcha cobra reconhecimento de estado palestino por ONU
http://veja.abril.com.br
Israel: demanda palestina na ONU será fim do processo político
http://bit.ly/pb7W3o
 
 
Israelenses e palestinos se unem em manifestação por independência palestina
http://www.bbc.co.uk
 
Lista de países que reconhecem o Estado da Palestina (em inglês)
http://www.avaaz.org/en/countries_recognizing_palestine/?info
 

A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
 
Esta mensagem foi enviada para debora62@bol.com.br. Para mudar o seu email, língua ou outras informações, entre em contato pelo link http://www.avaaz.org/po/contact/?footer. Não quer mais receber nossos alertas? Para decadastrar envie um email para unsubscribe@avaaz.org ou clique aqui.Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact. ( Débora _ 22/07/2011)

01/12/2012 _
Junto envio esta notícia divulgada pela Avaaz, não só para seu conhecimento, como para divulgação por todos os seus conhecidos, em especial por certos pastores de igrejas evangélicas neo-pentecostais e pentecostais, geralmente os mais fiéis ao Imperialismo Norte- Americano.
Camilo
 
 
 
 
Membros da Avaaz, é hora de comemorar!
 
Há algumas horas, a maioria esmagadora da ONU votou o reconhecimento da Palestina como 194º Estado do mundo! É uma grande vitória para o povo palestino, para a paz e para a nossa comunidade! As pessoas de todo o mundo estão se unindo a enormes multidões na Palestina para comemorar.
 
A jornada do povo palestino para a liberdade está longe do fim. Mas este é um grande passo e nossa comunidade teve um papel fundamental nisso. Respondendo à votação, a embaixadora da Palestina para a Europa, disse:
 
"Avaaz e seus membros em todo o mundo desempenharam um papel fundamental ao persuadir os governos para apoiar a candidatura do povo palestino a um Estado e para a liberdade e a paz. Eles estiveram conosco durante todo o tempo e tal solidariedade e apoio serão lembrados e queridos em toda a Palestina." - Leila Shahid, Delegada Geral da Palestina para a Europa
 

Ação em Bruxelas: Enquanto os líderes da UE se reúnem, isso estava acontecendo do lado de fora
 

Ação em Madri: membros da Avaaz pedem que o Primeiro-ministro da Espanha diga SIM!
Os governos dos EUA e de Israel, em dívida com grupos pesados de lobby (sim, infelizmente, até mesmo Obama cedeu ao lobby), jogou tudo o que tinham para acabar com a votação, usando ameaças financeiras e até mesmo ameaçando derrubar o presidente palestino se ele fosse em frente. A Europa foi o voto decisivo. E por causa da intensa pressão dos EUA, há apenas duas semanas os líderes não apoiavam o Estado palestino. Conhecendo as apostas, a nossa comunidade respondeu com a velocidade e a força democrática que precisávamos para vencer:
Quase 1.8 milhão de nós assinaram a petição por um Estado palestino.
 
Milhares de nós doaram para financiar pesquisas de opinião pública em toda a Europa – mostrando que incríveis 79% dos europeus apoiavam a criação de um Estado palestino. Nossas pesquisas apareceram em toda a mídia, e foram repetidamente citadas em debates parlamentares no Reino Unido, Espanha e França!
 
Enviamos dezenas de milhares de e-mails, mensagens no Facebook e tweets para os líderes de toda a Europa e fizemos milhares de chamadas para os ministérios de assuntos estrangeiros e chefes de Estado.
 
Nós abrimos uma bandeira gigante do tamanho de um prédio de 4 andares do lado de fora da Comissão da UE em Bruxelas (à direita), enquanto os líderes estavam reunidos. Então, realizamos uma grande ação em Madrid. E anteriormente, navegamos com uma flotilha de navios em frente ao prédio das Nações Unidas pedindo pela votação. Nossas ações foram manchete em toda a Europa.
 
Colaboradores e membros da Avaaz se reuniuram com dezenas de ministros, assessores, jornalistas, parlamentares e líderes em cada um dos países-chave, em muitos casos se unindo para conquistar os líderes, um por um, por meio de reuniões, pressão, resoluções parlamentares e declarações públicas, sempre com base na onda de poder das pessoas por trás dessa causa.
 
Entramos em contato com líderes importantes como Stéphane Hessel, um sobrevivente dos campos de concentração nazistas de 94 anos de idade, e Ron Pundak, um israelense que desempenhou um papel fundamental no processo de paz de Oslo, para falar em favor de um Estado palestino.
Um por um, importantes Estados europeus romperam com os EUA para atender a um chamado por justiça e ao seu povo. Na contagem final da votação que acabou de acontecer, apenas 9 dos 193 países votaram contra! França, Espanha, Itália, Suécia e maior parte da Europa votou pela Palestina.
 
Os EUA e Israel argumentaram primeiro que um Estado palestino era perigoso para a paz, e então, quando foram derrotados, disseram que não importava e que a votação foi apenas simbólica. Mas se fosse apenas algo simbólico eles não teriam feito de tudo para tentar impedir a votação. E depois de anos de má-fé e conforto por parte de Israel com o status quo à medida em que eles constantemente colonizam mais terra palestina, este movimento mostra aos EUA e Israel que se eles não se envolverem com boa fé, os palestinos e o mundo estão preparados para seguir em frente sem eles. É uma forma mais equilibrada para as negociações de paz de verdade. E essa é a melhor alternativa para o tipo de violência que vimos o governo de Israel e o Hamas em Gaza oferecerem este mês.
 
Durante décadas, o povo palestino sofreu sob uma sufocante ditadura militar israelense, controles repressivos em suas viagens e trabalho, a negação contínua dos seus direitos e da ameaça constante de insegurança e violência. Há 65 anos, a ONU reconheceu o Estado de Israel, começando um caminho para o estabelecimento de um lar seguro para o povo judeu. Agora os palestinos dão um passo na mesma direção e ganham dignidade aos olhos da comunidade internacional, o que lhes foi negado por uma geração. E, com essa dignidade, poderemos construir os alicerces da paz.
 
Com esperança e alegria,
 
Ricken, Alice, Ari, Wissam, Allison, Sam, Julien, Pascal, Wen, Pedro, Saravanan, Emma, Ben, Dalia, Alexey, Paul, Marie, Aldine, Luca, Jamie, Morgan e toda a equipe da Avaaz.
 
PS.: Aqui estão algumas fontes (em inglês) – A Associated Press cobriu a vitória de ontem, o Guardian cobriu a nossa pesquisa de opinião há duas semanas, o Daily Briefing da Avaaz oferece um mapa do resultado da votação, e o Haaretz descreve a resposta de Israel.
 
MAIS INFORMAÇÕES:
 
ONU reconhece Palestina como Estado observador não membro (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br

Assembleia-Geral da ONU reconhece Palestina como Estado observador (Estadão)
http://www.estadao.com.br
 

ONU aprova Palestina como Estado observador (Público)
http://www.publico.pt

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