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12/09/2017
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Boletim Pelos Povos 080 - 2 ANOS _ May 02, 2004 - Israel Queridos, Graça e Paz! Pela misericórdia do Senhor completamos nesta semana 2 anos de Boletim Pelos Povos, com muita alegria porque embora não tenhamos como medir isso, temos certeza de que nossas orações têm feito diferença em favor da nações.
E cremos que podemos fazer ainda muito mais... Esse é apenas o começo daquilo que cremos que o Senhor tem para nós, Seu Povo, quando nos dispomos a buscá-lO em favor daqueles que ainda não O conhecem.
E em favor de nossos irmãos que estão no campo. Para comemorarmos mais este ano de boletim, vamos orar por Israel. Nosso primeiro alvo de oração foi Israel e nosso alvo de oração no 1º ano também foi Israel.
Isso porque cremos que orar por Israel é um mandamento bíblico, conforme o Salmo 122: 6 Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam. 7 Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios. 8 Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Paz esteja em ti. 9 Por causa da casa do SENHOR nosso Deus, buscarei o teu bem. Deste modo, dedicamos uma semana por ano para orarmos por Israel e para que haja paz em Jerusalém. Um abração e que o Senhor nos dê uma semana de plenitude nEle, Leandro .
Contexto Após a II Guerra Mundial, os britânicos retiraram-se da Palestina e a ONU dividiu a região entre árabes e judeus, numa partilha rejeitada pelos árabes. Subseqüen- temente, os israelenses venceram os árabes em uma série de guerras cujo resul- tado foi o aprofundamento das tensões entre ambas as partes.
Em 1967, Israel venceu novamente os árabes e ocupou territórios deles, mas isso não foi reconhe- cido pela comunidade internacional. Em 25 de abril de 1982, Israel saiu do Sinai em razão do tratado de paz egípcio-israelense de 1979. Outros importantes con- flitos com a Jordânia foram resolvidos em 26 de outubro de 1994, com o tratado de paz israelense-jordaniano.
Além disso, em 25 de maio de 2000, Israel abandonou unilateralmente a região do sul do Líbano, que ocupava desde 1982. As negociações bilaterais entre Israel e Palestina não tem dado resultado, na busca de solução para os conflitos de terra e dos assentamentos de judeus em terras palestinas. Isso porque uma nova escalada da violência entre as partes começou em setembro de 2000 e tem atingido níveis extremamente altos e preocupantes desde o início deste ano de 2004.
Queridos, nessa semana oraremos os alvos de oração do informativo "Ore pela paz de Israel". Para mai- ores informações sobre esse informativo, por favor entre em contato conosco. Devido a razões de espaço, alguns alvos foram resumidos.
Motivos diários:
Que o SENHOR levante um voo charter Brasil-Israel, para permitir que aumente o numero de turistas (divisas e bênçãos para Israel) e para facilitar o aliyah (retorno) dos judeus latino-americanos para Israel; Aliyah
- ore para que o SENHOR incomode cada judeu de seu conforto e comodidade nas nações da terra, a fim de que voltem a Israel; Ore pelo projeto de plantação de árvores no deserto de Neguev. Isto representa futuros assentamentos judios e conquista das terras. Há muito território a ser conquistado, mas, para tal, é preciso muito povo!
Ore para que Tsefat seja levantada como a cidade da Verdade e não do engano da cabala;
Ore para que Embaixada e Consulado Brasileiros em Israel sejam transferidos para Jerusalém. Isto significa o reconhecimento do Brasil de Jerusalém como a capital de Israel e Cidade do Grande Rei.
O Brasil precisa acordar para Israel, para a intercessão profética por Israel! Queremos levantar esta nação como nação ovelha e ser benção as outras nações da terra para que também o sejam!!!
Ore pelas crianças, pelos soldados, pelos judeus messiânicos; Ore contra o espírito de maçonaria no meio dos judeus. Este espírito é muito disseminado no meio judio.
Ore para que estas cadeias sejam rompidas, em nome e pelo sangue de YEHOSHUA HAMASHIACH; Ore para que o islamismo seja desmascarado e a memória de amaleque seja apagada de nosso meio.
Motivos da semana:
03.05 - ore pela Convocação para toda a liderança do Oriente Médio que se inicia hoje e vai até 6 maio, para que o poder do Altíssimo seja estabelecido por meio de Sua Igreja reunida em adoração, para que venham as estratégias proféticas e apostólicas;
04.05 - ore pelos judeus e árabes, a fim de que sejam preparados e preparem o caminho do SENHOR;
05.05 - ore para que judeus e árabes edifiquem morada para o Príncipe da Paz em seus corações, o REI de Jerusalém, para que reine (Isaías 9. 6,7);
06.05 - ore para que judeus e árabes reconheçam que o MASHIACH (Messias) quebrou a parede de separação entre eles; 07.05 - ore pelos 178 povos alcançados no portão Monte Sião;
08.05 - ore pela igreja perseguida no portão Monte Sião, especialmente na Arábia Saudita;
09.05 - ore para que os 23.575 judeus que vivem no portão Monte Sião façam o aliyah.
Que o Senhor Deus te abençoe grandemente nesta semana em sempre em Cristo Jesus!
Obrigado por orar por Israel!


www.shemaysrael.com _ O Ministério Profético Shema Israe... agora possui um escritório que se localiza a Rua São Bento, 32 – 7º andar - sala 75, no centro da cidade de Sorocaba .. Nosso telefone para contatos, celebração de festas bíblicas, agendamento de eventos em geral é (15) 3233.5961.... calendário/2005 : Festa Data Purim 24 a 26 de março ... Pessach 14 e 15 de abril ... Shavuot 13 de junho ... Rosh Hashana 4 e 5 de outubro .... Iom Kipur 13 de outubro .... Sucot 18 a 25 de outubro .... Chanucá 26 de dezembro a 02 de janeiro de 2006 ... Maiores informações favor entrar em contato.

 PROGRAMA
 
FESTA DE TABERNÁCULOS
 

EGITO / ISRAEL
 
 
 
17 A 28 DE OUTUBRO 2005
 
17 OUT - segunda-feira – RIO DE JANEIRO / cairo
 
Embarque para o Cairo com conexão em uma cidade da Europa. Jantar a bordo.
 
 
 
18 OUT - terça-feira - cairo
 
Café da manhã a bordo. Chegada ao Cairo. Recepção no aeroporto, assistência, traslado ao hotel. Acomodação, jantar e pernoite.
 
 
 
19 OUT - quarta-feira - Cairo
 
Café da manhã no hotel. Saída para passeio pela região de Guiza onde estão as pirâmides de Keops, Kefren e Miquerinos e a Esfinge. Visitas a Menphis e Sakkara, ao Museu do Cairo com especial atenção aos tesouros de Tutankahmon. Almoço incluído durante o dia. À noite - OPCIONALMENTE - um maravilhoso jantar e show típico em um barco no rio Nilo. Acomodação no hotel e pernoite.
 
 
 
20 OUT - quinta-feira - Cairo / Sinai
 
Café da manhã no hotel. Saída para visita a Cidadela de Saladino com a Mesquita de Alabastro de Mouhamed Ali. Prosseguimento para o Sinai. Durante o percurso travessia do túnel sob o Canal de Suez, entrando na Península do Sinai em direção às Campinas de Midian e Monte Sinai, local onde Moisés recebeu as Tábuas da Lei - os Dez Mandamentos do Senhor. Vista do Mosteiro de Santa Catarina com suas muralhas de Granito. Passagem por Elim - o oásis das 70 palmeiras - importante local na caminhada dos israelitas em demanda de Canaã. Chegada no hotel. Acomodação, jantar e pernoite.
 
 
 
21 OUT - sexta-feira - Sinai / eilat / tiberíades
 
Café da manhã no hotel. Em seguida saída em direção a Taba - fronteira entre Egito e Israel - para as formalidades necessárias. Continuação para Eilat, a nossa primeira cidade na Terra Santa. Prosseguimento em direção à Fortaleza de Massada, ultimo refugio dos judeus na invasão romana. Subida de teleférico para visita às ruínas do Palácio de Verão do Rei Herodes. Continuação para Qunram, onde foram encontrados os Manuscritos do Mar Morto. Havendo condições climáticas teremos tempo livre para um banho no Mar morto - que possui as águas mais salgadas do mundo. Continuação para Tiberíades passando por Jericó para visita às escavações da antiga muralha e do mirante, com visão inversa a de Moisés, avistando o monte Nebo (na Jordânia). Chegada a Tiberíades. Acomodação, jantar e pernoite.
 
 
 
22 OUT - sábado - tiberíades
 
Café da manhã no hotel. Saída cedo para Nazaré. Visita da Basílica da Anunciação e da oficina de José. Em seguida passagem por Caná, local do primeiro milagre de Jesus, retornando a Tiberíades para um passeio de barco no Mar da Galiléia. Prosseguimento para Cafarnaum e sua sinagoga da época do segundo templo, e Tabgha, onde se realizou o milagre da multiplicação dos Pães e dos peixes. Visita ao Monte das Bem Aventuranças onde se realizou o Sermão da Montanha. Retorno ao hotel, jantar e pernoite
 
 
 
23 OUT – DOMINGO - tiberíades / jerusalém
 
Café da manhã no hotel. Saída da Galiléia passando por Yadernit, local de batismos no rio Jordão. Prosseguimento na direção de Haifa e Monte Carmelo. Subida ao Monte Tabor de onde se avista toda a região - o vale de Jezreel, que vem a ser o vale do Armagedon. Continuação para Cesaréia Marítima com visitas ao Anfiteatro Romano, a fortaleza dos Cruzados e ao Aqueduto. Visita panorâmica de Tel-aviv e Jaffa, que vem a ser a Jope do Novo Testamento. Entrada triunfal na cidade Mensageira da Paz. Chegada ao hotel, acomodação, jantar e pernoite.
 
 
 
24 OUT - segunda-feira - jerusalém
 
Café da manhã no hotel. Subida ao Monte Scopus para uma magnífica vista da cidade. Visitas do Monte das Oliveiras, da Gruta do Pai Nosso, Capela Minus Flevit, Horto do Getsemani e da Basílica da Agonia. Passeio pela cidade velha: Muro das Lamentações, Monte Moriah onde está a Esplanada do Templo com o Duomo da Rocha e a Mesquita de El Aksa, a Via dolorosa. Continuação ao Tanque de Betesda onde Jesus curou o paralítico, Fortaleza Antonia onde estão os Litóstrofos e o Bazar. Subida para o Monte Sião, visita da Tumba do Rei Davi, da Abadia da Dormitação e do Cenáculo. Retorno ao hotel,  jantar e pernoite.
 
 
 
25 OUT - terça-feira - JERUSALÉM
 
Café da manhã no hotel. Dia de visitas a cidade nova: o Santuário do Livro, o Museu de Israel (onde são expostos os Manuscritos do Mar Morto), Yad Vashen (monumento e Museu do Holocausto), O Knesset (o parlamento de Israel), o Centro Médico Hadassah com seus vitrais de Chagall. Visita da Holyland (maquete de Jerusalém na época do segundo templo) e do bairro judeu ultra-ortodoxo de Mea Shearim. Na véspera da saída da Cidade Santa visita ao Jardim do Túmulo onde se celebra a Santa Ceia do Senhor. À tarde visita de Belém onde se encontra a Igreja da Natividade (local da gruta onde nasceu Jesus). Retorno ao hotel, jantar e pernoite.
 
 
 
26 OUT quarta-feira - Jerusalém
 
Café da manhã no hotel. Dia livre para passeios opcionais (Instituto Bíblico AMI, o Museu de Jerusalém, a Torre de Davi) ou atividades pessoais. Jantar de despedida no hotel e pernoite.
 
 
 
27 OUT - quinta-feira -  jerusalém / TEL-AVIV / RIO DE JANEIRO
 
Café da manhã no hotel. Manhã livre. Traslado ao aeroporto e embarque para o Brasil com conexão em uma cidade da Europa. Jantar a bordo.
 
 
 
28 OUT - sexta-feira – RIO DE JANEIRO
 
Café da manhã a bordo. Chegada ao Brasil pela manhã.
 
TOTAL 12 DIAS DE VIAGENS
 
REGIME DE MEIA PENSÃO
 
VALORES SUJEITOS A CONFIRMAÇÃO NO
 
MOMENTO DAS RESERVAS
 
DIVERSAS FORMAS DE PAGAMENTO
 
Nosso pacote inclui:
 
passagem aérea em classe econômica,
receptivo local em portugues,
traslados,
hospedagem em hotéis de categoria turística superior com meia-pensão,
guia desde o Brasil,
ingressos nos lugares a serem visitados,
seguro viagem,
bolsa viagem.
 
Nosso pacote NÃO inclui:
 
despesas de passaporte e vistos ( Egito exige Visto, Israel não ),
taxas de embarque nos Aeroportos,
despesas extras nos hotéis.
 
Valor do pacote por pessoa em Apto. Duplo: U$2.384,00  + taxas de embarque  ( valores para saída Rio / São Paulo ).
 
Forma de pagamento:
 
Entrada mínima de U$200,00. Saldo devedor: pagamento mensal a critério do passageiro até 40 dias antes da viagem.
 
Contato: (21) 2629 3010 / 2620 6705 / 9638 0609
Site: www.golforio.com.br
Email: falecom@golforio.com.br


3 de junho de 2010  _
A raiz de los acontecimiento que ocurrieron en el mar mediterráneo frente a las costa de Israel, donde unas flotilla de ayuda humanitaria entre comilla, ya hicieron provocación contra la soberanía de una nación que por siglos a sido atacada y querer destruir esa nación tan pequeña pero tan hermosa, donde Dios la bendice y se la dio a abraham hace mas de 6000 anos por eso como pueblo de Dios que somos debemos levantar nuestras voce por Israel la tierra que fluye leche miel, la tierra de Jesús el salvador del mundo, debemos orar por esa nación donde muchas voces enemigas se quieren levantar contra ella, debemos de hacer un clamor por esa tierra, las promesas de Dios nos enseña que un dia esa nación conocerá y reconocera a Cristo como su salvador, por la promesa que Dios le dio, mediante Abraham, Isac y Jacob, por favor invoquemos un clamor unidos para que Dios ponga el cuidado y su protección sobre ese pais querido, esa nacion bíblica, pedid por la Paz de Jerusalén, a partir del 15 de septiembre una Oración de una semana unida por Israel.
Les enviamos esta información, por favor leer y Orar y veremos la gloria de Dios.
Al servicio del Maestro Jesucristo. Pastores Dagoberto y Verónica.
 
Comunicado de la Embajada de Israel La provocación de la flotilla “humanitaria” a Gaza En la madrugada de hoy 31-05, las Fuerzas de Defensa de Israel (IDF) interceptaron una flotilla de seis embarcaciones que pretendían violar el bloqueo naval impuesto a la Franja de Gaza desde el cruento golpe militar de Hamas de junio de 2007. Israel advirtió con antelación y en reiteradas oportunidades a los organizadores, desde una semana antes de los hechos, que podrían transferir sin inconvenientes el cargamento de ayuda humanitaria destinada a la Franja de Gaza por vía terrestre, y que los barcos serían derivados pacíficamente al puerto israelí de Ashdod, desde donde cada participante volaría de regreso a sus países de origen a cuenta del Estado de Israel. Israel explicó asimismo su posición a los embajadores de los países cuyos nacionales se encontraban en los barcos. El gobierno de Chipre impidió a la flotilla atracar en sus puertos o hacer uso de sus instalaciones. Los organizadores rechazaron de plano todos los ofrecimientos israelíes, indicando que “esta misión no intenta entregar ayuda humanitaria, sino romper el cerco israelí” (Greta Berlin, AFP, 27 de mayo de 2010). Durante la intercepción, cinco de las seis embarcaciones detuvieron su marcha, y acataron pacíficamente las órdenes de la marina israelí. Los manifestantes de la sexta embarcación, empero, atacaron sin previo aviso a los soldados israelíes en el momento en que descendían de los helicópteros y aún antes de hacer pie en cubierta, e intentaron lincharlos mediante bastones y cuchillos; arrojaron a un soldado desde la cubierta superior a la inferior desde una altura de 10 mts, infiriéndole heridas graves con pérdida de conocimiento, arrebataron armas portadas por los soldados israelíes, y con éstas en mano comenzaron a disparar a matar. En tal situación, en que se vio en serio peligro la vida de los soldados que se hallaban en el sexto barco, las tropas israelíes se vieron obligadas a emplear recursos destinados a la dispersión de manifestaciones, y sólo como último recurso abrieron fuego contra los atacantes. Como consecuencia, según los primeros informes fiables disponibles, murieron nueve atacantes y otros resultaron heridos, al tiempo que al menos cuatro soldados resultaron heridos por disparos de fuego y armas blancas, algunos de gravedad. Todos los heridos, israelíes y extranjeros, fueron evacuados por helicóptero a hospitales israelíes para recibir asistencia.Según lo planeado, las embarcaciones se dirigen rumbo al puerto de Ashdod, donde las autoridades navales revisarán la carga de la flotilla, incluyendo el relevamiento de armas, proyectiles y municiones incluidas en su carga. Una primera investigación demuestra que los soldados israelíes, luego de avisar a los ocupantes del sexto barco repetidamente que se haría un abordaje pacífico de la embarcación de acuerdo a las normas del derecho naval internacional, y que el cargamento sería finalmente transferido a Gaza por vía terrestre, cayeron en una grave emboscada premeditada hasta sus últimos detalles, que sorprendió a los soldados por su virulencia y saña. La IDF hizo todo lo humanamente posible por llamar a la calma y la cordura e impedir el uso de la violencia, sin éxito. Israel lamenta la pérdida innecesaria de vidas, y responsabiliza a los organizadores de la flotilla y sus integrantes por la provocación, la premeditación del ataque y sus resultados. La denominada “ayuda humanitaria” a Gaza no tenía de modo alguno tal propósito. Los participantes del sexto barco desoyeron los llamados a transportar los suministros humanitarios a través de los canales terrestres que Israel utiliza día a día para ingresar miles de toneladas diarias de suministros a la Franja de Gaza, sin inconvenientes. Los organizadores de la flotilla son conocidos por sus lazos con grupos terroristas y organizaciones anarquistas de extrema izquierda. Varios de ellos fueron convictos por colaboración con organizaciones terroristas, como el caso de Hilarión Capucci, condenado por transportar explosivos destinados a perpetrar atentados contra ciudadanos israelíes . gún las leyes internacionales, Israel tiene pleno derecho a proteger la vida de su población civil de los ataques indiscriminados de Hamás desde la Franja de Gaza, y consecuentemente ha impuesto un bloqueo marítimo de tipo defensivo, cuyo fin es evitar el rearme clandestino de Hamás financiado por Irán. El derecho marítimo internacional señala que cuando rige un bloqueo marítimo, no está permitida la entrada de embarcaciones al área en cuestión, pudiéndose abordar pacíficamente las embarcaciones transgresoras y derivarlas a un puerto cercano. Ningún Estado estaría dispuesto a tolerar a un ente abiertamente enemigo enclavado en sus propias puertas, que ha declarado insistentemente su intención de proseguir sus hostilidades y se niega taxativamente a reconocer el derecho a la existencia del Estado de Israel, y permitir que continúe pertrechándose impunemente, objetivo este del cerco naval impuesto a la Franja de Gaza. Adjuntamos videos con subtítulos en español. Diálogo entre la marina israelí y una embarcación de "activistas" Soldado israelí apuñalado por "activistas" pro-palestinos Toma aérea de las agresiones de "activistas" a soldados israelíes Soldados israelíes siendo linchados por "activistas'
Enviado desde mi BlackBerry® de Vodafone _ Dago

www.beit-israel.blogspot.com _ O recente episódio ao largo da Faixa de Gaza que envolveu o Mavi Marmara, reavivou velhas memórias do dia em que um ferry-boat português também se fez ao mar para furar um bloqueio naval.
"No dia em que os palestinianos foram portugueses, e os israelitas eram indonésios…" Não perca o artigo do meu blogue... Eduardo Fidalgo

Ana Jaen-Guardia  _ 10 de junho de 2010  : A VERDADEIRA HISTÓRIA QUE OS JORNAIS NÃO CONTAM
 
 
 
Relato de uma brasileira que serve no Exercito de Israel
Recebemos o relato de Ana Luiza Tapia, uma brasileira que há cerca de 2,5 anos está servindo na área médica do Exército de Israel. Ela conta com suas palavras um pouco do que se passou por lá em relação à frota de navios com “ajuda humanitária”. (Colaboração de Uri Lam).Nota do editor: O texto abaixo está publicado da mesma forma que o recebemos, sem nenhum tipo de edição ou correção.
Oi a todos!
Primeiro quero agradecer a todos os e-mails preocupados. Eu estou bem, ótima. Eu peço desculpas por não escrever mais frequentemente, mas no exército é assim. Não temos tempo para nada. Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos.
 
EU ESTAVA LÁ! NINGUÉM ME CONTOU. NÃO LI NO JORNAL. NÃO VI FOTOS NA INTERNET OU VÍDEOS NO YOUTUBE. VI TUDO COMO FOI MESMO, AO VIVO E COM MUITAS CORES.
Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
 
4:30h da manhã de segunda-feira: meu telefone do exército começa a tocar. Possíveis conflito em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do exército (até para entender o tamanho da situação).
 
O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que TODOS os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo NOSSO exército a Gaza. Isso porque AINDA HOJE, cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla Gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
 
O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza.
ESSA FOI UMA ATITUDE EXTREMAMENTE PACIFISTA DO NOSSO EXÉRCITO, EM RESPEITO AOS CIVIS QUE ESTAVAM NO NAVIO. E, SE NÃO HÁ ARMAMENTO NO NAVIO, QUAL É O PROBLEMA DE QUE ELE SEJA INSPECIONADO?
Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
 
5:00h – Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E FORAM GRATUITAMENTE ATACADOS: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram ATENDIDOS E RESGATADOS POR NÓS, EU E MINHA EQUIPE E ENVIADOS PARA OS MELHORES HOSPITAIS EM ISRAEL.
 
Entre nós, 9 feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e 6 tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
 
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo MÉDICO em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. ALÉM DE AGRESSORES, SÃO TAMBÉM INGRATOS.
 
Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. LOTADO DE ARMAS BRANCAS E MATERIAL PARA CONFECÇÃO DE BOMBAS CASEIRAS. ONDE É QUE ESTÁ O PACIFISMO DA ONU???
 
Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. MAS JAMAIS VAMOS PERMITIR QUE MATEM OS NOSSOS SOLDADOS.
 
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? ELES NÃO ENTENDEM QUE FORAM USADOS COMO FERRAMENTA CONTRA ISRAEL, E QUE A INTENÇÃO NUNCA FOI ENVIAR AJUDA A GAZA E SIM GERAR POLÊMICA E CRIAR AINDA MAIS OPOSIÇÃO INTERNACIONAL. E CONTINUAM SEM ENTENDER QUE DAR FORÇA AO TERRORISMO DO HAMAS, DO HEZBOLLAH OU DO IRÃ SÓ SIGNIFICA MAIS PERIGO. NÃO SÓ A ISRAEL, MAS AO MUNDO TODO.
 
E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E QUE O BRASIL JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS SEM RESOLVER. TEM MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA. TEM MUITO MAIS GENTE MORRENDO VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA NO RIO DO QUE MORTOS NAS GUERRAS DAQUI. E PASSAR A CUIDAR DOS PROBLEMAS DAÍ. DOS DAQUI, CUIDAMOS NÓS.
 
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente destorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.
 
Um beijo a todos,
Shabat Shalom _
Ana Luiza Tapia Brasileira, Médica e Oficial do Exército Israelense
 

9 de março de 2011 _ Nuvens de tempestade sobre Israel
Este mail foi enviado por um amigo muito querido .... ouçam e vejam o que ele escreve ....
Nuvens de tempestade sobre Israel Greg Johnson e eu fomos para Israel na semana passada e presenciamos algumas das manobras de nuvem mais incrível que eu já vi.
Fez-nos lembrar da crise em curso nos países muçulmanos de todo Israel, enquanto nós estávamos lá.
O protesto do Egito, chamando o presidente egípcio para renunciar, terminando com sua capitulação final. Na manhã seguinte, tive a oportunidade de perguntar a um muçulmano a assumir a instabilidade no Médio Oriente.
Aqui está o que ele tinha a dizer.
* Foi a melhor coisa para o mundo árabe
* O líder palestino, Abbas deveria renunciar também.
* Qualquer líder é melhor do que esses dois, mesmo Ahmadineja
* Muçulmano artigo traz a liberdade aos países muçulmanos, como a lei da Sharia vai limpar toda corrupção.
* É hora de que os muçulmanos parar de dar todo o seu petróleo da América Esta foi uma resposta esclarecedora. Por favor mantenha o povo e os líderes de Israel em suas orações, pois isso pode vir a ser um período difícil para Israel.
A agitação e a guerra nunca resolve nenhum dos problemas. Isso só aumenta a dor e sofrimento que tantos já enfrentam diariamente.

Considere as seguintes estatísticas: POBREZA : você sabia que em Israel há1,77 milhões de habitantes de Israel são carentes e cerca de metade dos pobres de Israel são crianças - pelo menos 850.300? Para tornar a imagem mais clara: De acordo com um 26 de dezembro de 2010 a pobreza atualizar cerca de 5.500 crianças têm recorrido a roubar comida ao longo do ano passado, 2.500 foram obrigadas a mendigar e 5.000 alimentos arrecadados que foi jogado fora. Além disso, 110.000 foram para a escola sem almoço, 100.000 têm cortado no trabalho da escola para ajudar a sustentar a família, e 260.000 andava com sapatos rasgados. Cerca de 480 mil crianças ficaram sem tratamentos dentários. A população idosa que vive abaixo da linha de pobreza não se saem muito melhor do que as crianças carentes. Segundo o relatório, 71% são incapazes de pagar por serviços de medicina e médicos - um aumento de 115% em cinco anos. Dois em cada três idosos não saem de casa, como resultado de dificuldades financeiras. Os dados gerais apresentados no relatório mostra 75% dos necessitados tiveram de ficar sem refeições ao longo do ano passado - um aumento de 21% desde 2009. O maior temor de 7% delas está morrendo de fome. Cerca de 75% das organizações israelenses relatam que a demanda de alimentos por indivíduos pobres aumentou 27%, em comparação ao ano passado. Paul Klasen Director de Hope for Israel. Ouvir Ler foneticamente Dicionário - Ver dicionário detalhado _ Antonio C. Calçada

Sábado foi um dia relativamente calmo em Jerusalém durante a Páscoa cerca de 2.000 anos atrás. A multidão que acompanhou o sofrimento de Jesus na Via Dolorosa, agora inicia uma nova semana com a mesma rotina. Não tinha idéia acerca que o evento mais significativo da história estava prestes a acontecer. Jesus estava prestes a sair da sepultura e teríamos a notícia mais surpreendente de todos os tempos...Ele Ressuscitou!
 
Nesta quinta, sexta, sábado e domingo de Páscoa , 2.011 anos depois , mais de quatro milhões de pessoas ouviram essa notícia através da internet. Não é incrível? Mais de 400.000 indicaram a sua decisão de receber Jesus Cristo como Senhor e Salvador.
 
Durante estes 4 dias da semana santa tivemos:
• 4.127.491 visitantes
• 417.080 Indicado decisões
• 63.595 E-mails de acompanhamento/discipulado Mais de 4 milhões de acessos nos nossos sites em apenas 4 dias!!! Assista o vídeo: http://youtube.com/watch?v=SHXGk5Shwc4
 
Muitos deles, especialmente na Janela 10/40, nunca haviam antes ouvido falar acerca de Jesus, mas tiveram a oportunidade nesta Páscoa ... e mais de 417.000 responderam que desejavam sair das trevas para a luz, da morte para a vida mediante o arrependimento dos pecados e a fé em Jesus.
 
Como conseguimos alcançar tantas pessoas em lugares tão longínquos?
A Global Media Outreach se conecta com as pessoas através de sites em vários idiomas quando pessoas buscam ajuda espiritual online e temos a oportunidade de compartilhar com elas as boas novas de salvação e como ter um relacionamento pessoal com o Senhor Jesus Cristo ressurreto.
 
Foram quatro dias inesquecíveis em que conseguimos alcançar mais de um milhão de pessoas a cada dia. Foi um esforço especial onde unimos os patrocinadores e os missionários online para alcançar esta multidão. Esperamos repetir a dose em breve. Você também pode fazer parte desta força tarefa missionária. Se inscreva como voluntário no nosso site e venha nos ajudar a cumprir a Grande Comissão.
 
 
 
Luis Valter Costa Freitas

Pedimos orações para um casal israelense, Serge e Naama, que está sendo assediado por causa de sua fé em Jesus como Messias.
 
No dia 26 de junho, um grupo de aproximadamente 20 pessoas fizeram uma manisfestação em frente à casa do casal, gritando  através de megafones por 90 minutos, acusando-os de abuso. Na semana anterior anúncios no jornal local e folhetos distribuídos  na região anunciavam o protesto planejado convidando os moradores a participar. O protesto foi organizado pela Yad L'Achim.
 
Yad L'Achim é uma organização ultra-ortodoxa, que visa "resgatar" os judeus de influências consideradas nocivas,  principalmente casamentos inter-religiosos, judeus messiânicos (judeus que crêem que Jesus é o Messias prometido nas  escrituras judaicas) ou quaisquer adeptos de religiões acusados de disseminar sua fé entre os judeus. A organização tem uma  longa história de denúncias registradas e manifestações de judeus messiânicos acusando-a de usar  violências físicas.
 
Além disso, a proprietária da casa onde o casal de messiânicos reside tem recebido ligações ameaçadoras avisando que se ela  não expulsá-los, sua propriedade será queimada. Embora inicialmente ela tenha pedido para o casal deixar a casa, mais tarde  concordou que eles permanecessem.
 
A organização Yad L'Achim acusa o casal de tentar converter uma menina de 16 anos de idade, Donna, uma ex-vizinha que passou  um tempo morando com o casal por ter passado por uma situação difícil em casa. Serge e Naama atestaram que nunca discutiram  religião com Donna, mas ela perguntou se poderia acompanhá-los para seus cultos. Depois de obter permissão da mãe de Donna  eles concordaram em levá-la para os cultos durante dois meses.
 
Tentar converter um menor é crime. A polícia investigou a acusação da Yad L'Achim's, mas atestaram que não havia base para  essa acusação e encerrou a investigação. Em seguida, a organização apresentou acusações diretas contra Serge e Naama e contra  Asher Intrater, o líder da congregação messiânica. No dia 14 de junho o tribunal rejeitou todas as acusações. Durante a manifestação do dia 26 junho Donna negou as acusações contra Serge e Naama aos jornalistas presentes.
 
Os cristãos messiânicos pedem nossas orações para que:
a. Cesse o assédio e acusações contra Serge e Naama
b. A proprietária da casa onde residem continue resistindo à pressão para expulsá-los
c. Os que têm assediado o casal não promovam mais manifestações e respondam à oferta de perdão do Pai
 
Fonte aberta: Compass Direct
 
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Site: www.meconcern.org

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http://menorah.personata.com.br JORNAL ELETRÔNICO | 205 EXTRA DISCURSOS DE NETANYAHU
(obs: texto correto do discuros de setembro de 2011 na ONU - Amigos, houve uma confusão em nossa boa intenção de divulgar o discurso rapidamente em português. As transcrições em inlgês dos discursos de Abbas e Bibi foram pegas no site ONU. Infelizmente a da Bibi era a do ano passado - 2010, mas com a data deste ano - e isso nos fez enviar o texto errado. Mas ninguém perdeu nada em ler a cacetada sobre o Ahmadinejad, curiosmaente bem encaixada para este ano também. O engano assumiu proporções internacionais e há muitos sites e blogs com o texto de 2010 publicado como se fosse o de 2011. Outros indicam a correção, como nós fazemos neste momento. Outros ainda trocaram o vídeo, pois no arquivo da ONU também o vídeo era o errado. Bem, são coisas que acontecem. Não deixe de ler este discurso histórico e emocionante, apesar, de como Netanyahu mesmo afirma, a verdade talvez não tenha lugar na ONU.)
 
MIN PRIME. NETANYAHU: Obrigado, Sr. Presidente.
 
Senhoras e Senhores, Israel estendeu a sua mão em paz a partir do momento em que foi estabelecido há 63 anos. Em nome de Israel e do povo judeu, eu estender a mão hoje de novo. Dirijo-a para o povo do Egito e da Jordânia, com renovada amizade de vizinhos com os quais temos feito a paz. Dirijo-a ao povo da Turquia, com respeito e boa vontade. Dirijo-a ao povo da Líbia e da Tunísia, com admiração para aqueles que tentam construir um futuro democrático. Dirijo-a para os outros povos do norte da África e da Península Arábica, com quem queremos forjar um novo começo. Dirijo-a ao povo da Síria, Líbano e Irã, com admiração para a coragem dos que lutam repressão brutal.
 
Mas sobretudo, eu estendo minha mão para o povo palestino, com quem buscamos uma paz justa e duradoura.
 
Senhoras e Senhores, em Israel nunca nossa esperança de paz diminui. Nossos cientistas, médicos, inovadores, aplicam o seu gênio para melhorar o mundo de amanhã. Nossos artistas, nossos escritores, enriquecem o patrimônio da humanidade. Agora, eu sei que isso não é exatamente a imagem de Israel que muitas vezes é retratada nesta sala. Afinal, foi aqui em 1975, que o anseio antigo do meu povo para restaurar a nossa vida nacional em nossa antiga pátria bíblica, foi então tratado uma em vez, vergonhosamente, como o racismo. E foi aqui em 1980, aqui mesmo, que o histórico acordo de paz entre Israel e Egito não foi elogiado, mas foi denunciado! E é aqui ano após ano que Israel é injustamente apontado para condenação. É apontado para condenação mais frequentemente do que todas as nações do mundo combinados.Vinte e uma das 27 resoluções da Assembleia Geral condenam Israel - a democracia verdadeira no Oriente Médio.
 
Bem, esta é uma parte triste da instituição da ONU. É o teatro do absurdo. Não só Israel elencado como o vilão, que muitas vezes lança vilões reais em papéis principais: a Líbia de Kadafi presidiu a Comissão das Nações Unidas sobre Direitos Humanos; Iraque de Saddam dirigiu o Comitê da ONU sobre o Desarmamento.
 
Você pode dizer: Esse é o passado. Bem, aqui está o que está acontecendo agora - agora, hoje. Hezbollah no Líbano controlado, agora preside o Conselho de Segurança da ONU. Isto significa, com efeito, que uma organização terrorista preside a instância encarregada da garantia da segurança do mundo.
 
Vocês não poderima fazer esta coisa.
 
Então, aqui na ONU, maiorias automáticas podem decidir tudo. Elas podem decidir que o sol se põe no oeste, ou sobe no oeste. Acho que a primeira já foi pré-ordenado. Mas eles também podem decidir - eles decidiram que o Muro das Lamentações, em Jerusalém, lugar mais sagrado do judaísmo, é território ocupado palestino.
 
E mesmo aqui na Assembleia Geral, a verdade às vezes pode romper. Em 1984, quando fui nomeado embaixador de Israel nas Nações Unidas, visitei o grande rabino de Lubavich. Ele me disse - e Senhoras e Senhores Deputados, eu não quero nenhum de vocês a ser ofendidao por causa da experiência pessoal de servir aqui, eu sei que há muitos homens e mulheres honrados, muitas pessoas capazes e decentes servindo suas nações aqui. Mas aqui está o que o rabino disse-me. Ele me disse, você vai estar servindo em uma casa de muitas mentiras. E então ele disse, lembre-se que, mesmo no lugar mais escuro, a luz de uma única vela podem ser vista por toda parte.
 
Hoje espero que a luz da verdade brilhará, mesmo que apenas por alguns minutos, em um salão que por muito tempo tem sido um lugar de trevas para o meu país. Então, como primeiro-ministro de Israel, eu não vim aqui para ganhar aplausos. Eu vim aqui para falar a verdade. A verdade é - a verdade é que Israel quer a paz. A verdade é que eu quero paz. A verdade é que no Oriente Médio em todos os momentos, mas especialmente nestes dias turbulentos, a paz deve ser ancorada em segurança. A verdade é que não podemos alcançar a paz através de resoluções da ONU, mas apenas através de negociações diretas entre as partes. A verdade é que até agora os palestinos se recusaram a negociar. A verdade é que Israel quer a paz com um Estado palestino, mas os palestinos querem um Estado sem paz. E a verdade é que você não deve deixar isso acontecer.
 
Senhoras e Senhores Deputados, quando eu cheguei aqui há 27 anos, o mundo estava dividido entre o Oriente e o Ocidente. Desde então, a Guerra Fria terminou, as grandes civilizações se levantaram de séculos de sono, centenas de milhões de pessoas foram retiradas da pobreza, incontáveis mais estão prontos para seguir, e a única coisa notável é que até agora essa mudança monumental histórica em grande parte ocorreu de forma pacífica. No entanto, um tumor maligno está crescendo entre Oriente e Ocidente, que ameaça a paz de todos. Ele procura não para libertar, mas para escravizar, não para construir, mas destruir.
 
Malignidade é o Islã militante. É o manto de uma grande fé, que ainda assassina judeus, cristãos e muçulmanos com imparcialidade implacável. Em 11 de setembro matou milhares de americanos, e deixou as torres gêmeas em chamas e ruínas. Na noite passada, eu coloquei uma coroa de flores no memorial 11/09. Foi profundamente comovente. Mas como eu estava indo lá, uma coisa ecoou em minha mente: as palavras ultrajantes do presidente do Irã sobre este pódio ontem. Ele deu a entender que 11/09 foi uma conspiração americana. Alguns de vocês deixoaram esta sala. Todos vocês deveriam ter deixado.
 
Desde 11/09, militantes islâmicos abateram inúmeros outros inocentes - em Londres e Madrid, em Bagdá e Mumbai, em Tel Aviv e Jerusalém, em toda a parte de Israel. Acredito que o maior perigo que o mundo enfrenta é que este fanatismo vai se armar com armas nucleares. E é precisamente isso que o Irã está tentando fazer.
 
Você pode imaginar que o homem que vociferava aqui ontem - você pode imaginá-lo com armas nucleares? A comunidade internacional deve impedir que o Irã antes que seja tarde demais. Se o Irã não está parado, vamos todos enfrentar o fantasma do terrorismo nuclear, e a Primavera árabe poderá em breve tornar-se um inverno iraniano. Isso seria uma tragédia. Milhões de árabes tomaram as ruas para substituir a tirania com liberdade, e ninguém iria se beneficiar mais do que Israel se aqueles comprometidos com a liberdade e a paz fossem prevalecer.
 
Esta é minha esperança fervorosa. Mas como o primeiro-ministro de Israel, não posso arriscar o futuro do Estado judeu com bons pensamentos. Os líderes devem ver a realidade como ela é, não como deveria ser. Devemos fazer o nosso melhor para moldar o futuro, mas não podemos escamotear os perigos do presente.
 
E o mundo em torno de Israel esta, definitivamente, tornando-se mais perigoso. Islã militante já tomou o Líbano e Gaza. É determinado a rasgar os tratados de paz entre Israel e o Egito e entre Israel e Jordânia. Envenena muitas mentes árabes contra os judeus e Israel, contra os Estados Unidos e o Ocidente. Não se opõe às políticas de Israel, mas a existência de Israel.
 
Agora, alguns argumentam que a disseminação do islamismo militante, especialmente nestes tempos turbulentos - se você quiser para retardá-lo, eles argumentam, Israel deve se apressar para fazer concessões, a fazer concessões territoriais. E essa teoria parece simples. Basicamente, é assim: Deixe o território, e a paz estará avançado. Os moderados serão reforçados, os radicais será mantido ao largo. E não se preocupe com os detalhes de como Israel vai realmente defender-se; tropas internacionais farão o trabalho.
 
Essas pessoas me dizem constantemente: Basta fazer uma oferta abrangente, e tudo vai dar certo. Você sabe, só há um problema com essa teoria. Nós tentamos isso e não funcionou. Em 2000, Israel fez uma oferta de paz abrangente que reuniu praticamente todas as exigências palestinas. Arafat rejeitou. Os palestinos, em seguida, lançaram uma onda terrorista que custou milhares de vidas israelenses.
 
O primeiro-ministro Olmert depois fez uma oferta ainda mais ampla, em 2008. Presidente Abbas nem sequer respondeu a ela.
 
Mas Israel fez mais do que apenas fazer ofertas de varredura. Nós realmente saímos de território. Nós retirou do Líbano em 2000 e de cada centímetro quadrado de Gaza em 2005. Isso não acalmaou a tempestade islâmica, a tempestade militante islâmico que nos ameaça. Ele só trouxe a tempestade mais perto e torná-lo mais forte.
 
Hezbollah e Hamas dispararam milhares de foguetes contra as cidades e nosso território. Veja, quando Israel deixou o Líbano e Gaza, os moderados não derrotaram os radicais, os moderados foram devorados pelos radicais. E eu lamento dizer que as tropas internacionais como UNIFIL no Líbano e UBAM (ph) em Gaza não impediram os radicais de atacar Israel.
 
Saímos de Gaza na esperança de paz.
 
Nós não congelamos as colônias na Faixa de Gaza, as arrancamos. Fizemos exatamente o que a teoria diz: Saiam, voltem às fronteiras de 1967, desmantelem os assentamentos.
 
E eu não acho que as pessoas se lembram o quão longe fomos para o conseguir. Nós desenraizamos milhares de pessoas de suas casas. Nós arrancamos crianças de suas escolas e seus jardins de infância. Nós demolimos sinagogas. Nós mesmos - nós, mesmos mudamos os túmulos dos seus entes queridos. E, em seguida, tendo feito tudo isso, entregamos as chaves de Gaza ao presidente Abbas.
 
Ora, a teoria diz que todos devem trabalhar, e o presidente Abbas e a Autoridade Palestina agora poderiam construir um estado de paz em Gaza. Você pode se lembrar que o mundo inteiro aplaudiu. Eles aplaudiram nossa retirada como um ato de estadista grande. Foi um ato corajoso de paz.
 
Mas senhoras e senhores, nós não conseguimos a paz. Temos guerra. Temos o Irã, que através de seu procurador Hamas foi prontamente expulso da Autoridade Palestina. A Autoridade Palestina entrou em colapso em um dia - em um dia.
 
Presidente Abbas apenas disse nesta tribuna que os palestinos estão armados apenas com suas esperanças e sonhos. Sim, não esperanças, sonhos e 10.000 mísseis e foguetes Grad fornecidos pelo Irã, para mencionar o rio de armas letais fluindo agora em Gaza a partir do Sinai, da Líbia e de outros lugares.
 
Milhares de mísseis já choveram sobre nossas cidades. Então você pode entender que, dado tudo isso, os israelenses justamente perguntam: O que fazer para evitar que isso volte a acontecer na Cisjordânia? Vejam, a maioria das nossas principais cidades do sul do país estão dentro de algumas dezenas de quilômetros de Gaza. Mas no centro do país, em frente à Cisjordânia, as nossas cidades são algumas centenas de metros ou, no máximo, a poucos quilômetros de distância da borda da Cisjordânia.
 
Então eu quero perguntar a vocês. Será que algum de vocês - que qualquer um de você traz perigo para tão perto de suas cidades, às vossas famílias? Você agiria de forma tão descuidada com as vidas de seus cidadãos? Israel está preparado para ter um Estado palestino na Cisjordânia, mas não estamos preparados para ter outro Gaza lá. E é por isso que precisamos ter mecanismos de segurança reais, que os palestinos simplesmente se recusam a negociar com a gente.
 
Os israelenses se lembram das lições amargas de Gaza. Muitos dos críticos de Israel ignoram. Eles irresponsavelmente aconselham Israel a ir por esse caminho perigoso mesmo novamente. Sua leitura é como se nada tivesse acontecido - apenas repetindo os mesmos conselhos, as mesmas fórmulas, como se nada disso aconteceu.
 
E esses críticos continuar a pressionar Israel a fazer concessões de longo alcance, sem primeiro garantir a segurança de Israel. Eles louvam aqueles que involuntariamente alimentar o crocodilo insaciável do islamismo. Lançaram como inimigos da paz aqueles de nós que insistem que devemos primeiro construir uma barreira resistente para manter o crocodilo para fora, ou no mínimo entalar uma barra de ferro entre as suas mandíbulas escancaradas.
 
Assim, em face dos rótulos e os libelos, Israel deve atender melhor conselho. Melhor imprensa ruim do que um elogio bom, e melhor ainda seria uma imprensa justa, cujo sentido da história se estende para além café da manhã, e que reconhece as preocupações legítimas de segurança de Israel.
 
Acredito que em negociações sérias de paz, essas necessidades e preocupações podem ser devidamente tratados, mas eles não serão resolvidos sem negociações. E as necessidades são muitas, porque Israel é um país tão pequeno. Sem a Judéia e Samaria, Cisjordânia, Israel tem 9 quilômetros de largura.
 
Quero colocá-lo para você em perspectiva, porque vocês conhecem a cidade. Isso é cerca de dois terços do comprimento de Manhattan. É a distância entre Battery Park e da Universidade de Columbia. E não se esqueça que as pessoas que vivem em Brooklyn e Nova Jersey são consideravelmente mais agradáveis do que alguns dos vizinhos de Israel.
 
Assim como você - como você protege um país tão pequeno, cercado por pessoas que juraram a sua destruição e armados até os dentes pelo Irã? Obviamente você não pode defendê-lo de dentro desse espaço estreito sozinho. Israel precisa de maior profundidade estratégica, e é exatamente por isso Resolução 242 do Conselho de Segurança não exige que Israel deixe todos os territórios capturados na Guerra dos Seis Dias. Ela falou sobre a retirada dos territórios, para fronteiras seguras e defensáveis. E para se defender, Israel deve manter uma presença de longo prazo militar israelense em áreas estratégicas críticas na Cisjordânia.
 
Expliquei isso ao presidente Abbas. Ele respondeu que, se um Estado palestino era para ser um país soberano, ele nunca poderia aceitar tais acordos. Por que não? América teve tropas no Japão, Alemanha e Coréia do Sul por mais de meio século. Grã-Bretanha teve um espaço aéreo em Chipre ou melhor, uma base aérea em Chipre. A França tem forças em três nações independentes Africanas. Nenhum desses estados alegam que não são países soberanos.
 
E há muitas outras questões de segurança vital que também devem ser abordadas. Levar a questão do espaço aéreo. Mais uma vez, pequenas dimensões de Israel criam problemas de segurança enorme. América pode ser atravessada por avião a jato em seis horas. Para voar sobre Israel, leva três minutos. Então, é minúsculo espaço aéreo de Israel de ser picado pela metade e não dada a um Estado palestino em paz com Israel?
 
Nosso grande aeroporto internacional está a poucos quilômetros da Cisjordânia. Sem paz, vão nossos aviões tornaram-se alvos de mísseis antiaéreos colocados no estado ao lado palestino? E como é que vamos parar o contrabando na Cisjordânia? Não é apenas a Cisjordânia, são as montanhas na Cisjordânia. Ela apenas domina a planície costeira onde a maioria da população de Israel fica abaixo. Como poderíamos evitar o contrabando nessas montanhas dos mísseis que poderiam ser lançados em nossas cidades?
 
Trago-se estes problemas porque eles não são problemas teóricos. Eles são muito reais. E para os israelenses, eles são vida e morte assuntos. Todas essas brechas em potencial em segurança de Israel têm de ser fechadas em um acordo de paz antes de um Estado palestino ser declarado, e não depois, porque se você deixá-lo mais tarde, eles não serão fechados. E esses problemas vão explodir na nossa cara e explodir a paz.
 
Os palestinos devem primeiro fazer a paz com Israel e, em seguida, obter o seu estado. Mas eu também quero dizer-lhes isso. Depois de um tal acordo de paz ser assinado, Israel não será o último país a acolher um Estado palestino como um novo membro das Nações Unidas. Vamos ser o primeiro.
 
E há mais uma coisa. Hamas viola a lei internacional, mantendo nosso soldado Gilad Shalit cativo por cinco anos.
 
Eles não permitiram ainda uma visita da Cruz Vermelha. Ele é trancado em um calabouço, na escuridão, contra todas as normas internacionais. Gilad Shalit é o filho de Aviva e Noam Shalit. Ele é neto de Zvi Shalit, que escapou do Holocausto vindo ainda na década de 1930 como um menino para a terra de Israel. Gilad Shalit é o filho de cada família israelense. Cada nação aqui representada se deve exigir sua libertação imediata. Se você quiser - se você quer passar uma resolução sobre o Oriente Médio hoje, essa é a resolução que você deve passar.
 
Senhoras e Senhores, no ano passado em Israel, em Bar-Ilan University, este ano no Knesset e no Congresso dos EUA, eu coloquei a minha visão para a paz em que um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu. Sim, o Estado judeu. Afinal, este é o corpo que reconheceu o Estado judeu há 64 anos. Agora, você não acha que é hora de que os palestinos fizeram o mesmo?
 
O Estado judeu de Israel sempre protegeu os direitos de todas as suas minorias, incluindo os mais de 1 milhão de cidadãos árabes de Israel. Eu gostaria de poder dizer a mesma coisa sobre um futuro Estado palestino, pois como as autoridades palestinas deixam claro no outro dia - na verdade, eu acho que eles fizeram aqui em Nova York - eles disseram que o Estado palestino não vai permitir os judeus nele. Eles vão ser livres de judeus - Judenrein. Isso é limpeza étnica. Existem leis hoje em Ramallah que fazem a venda de terras a judeus punível com a morte. Isso é racismo. E você sabe que leis isto evoca. (obs trad: leis da Alemanha Nazista)
 
Israel não tem qualquer intenção de mudar o caráter democrático do nosso estado. Nós apenas não queremos que os palestinos tentam mudar o caráter judaico do nosso Estado. (Aplausos) Queremos dar upgrade - queremos que eles desistam da fantasia de inundar Israel com milhões de palestinos.
 
Presidente Abbas só ficou aqui, e ele disse que o núcleo do conflito israelense-palestino são os assentamentos. Bem, isso é estranho. Nosso conflito tem sido travado por quase meio século antes que houvesse um único israelense na Cisjordânia. Portanto, se o que o presidente Abbas está dizendo era verdade, então a acho que os assentamentos que está falando são Tel Aviv, Haifa, Jaffa, Beer Sheva. Talvez seja isso que ele quis dizer no outro dia quando ele disse que Israel vem ocupando terras palestinas por 63 anos. Ele não disse a partir de 1967, ele disse a partir de 1948. Espero que alguém vai se preocupar em pedir-lhe esta pergunta, porque ela ilustra uma verdade simples: O núcleo do conflito não são os assentamentos. Os assentamentos são um resultado do conflito.(Aplausos)
 
Os assentamentos têm de ser - é uma questão que tem de ser abordadas e resolvidas no decorrer das negociações. Mas o núcleo do conflito sempre foi e, infelizmente, continua a ser a recusa dos palestinos a reconhecer um Estado judeu em qualquer fronteira.
 
Eu acho que é tempo que a liderança palestina reconheça o que todo líder internacional respeitável reconheceu, de Lord Balfour e Lloyd George, em 1917, ao Presidente Truman, em 1948, ao presidente Obama há apenas dois dias aqui mesmo: Israel é o Estado judeu.
 
Presidente Abbas, deve parar de contornar esta questão. Reconhecer o Estado judeu, e fazer a paz conosco. Uma paz tão genuína, Israel está preparado para fazer concessões dolorosas. Acreditamos que os palestinos não deve ser nem os cidadãos de Israel, nem seus súditos. Eles devem viver em um estado livre da sua própria. Mas eles devem estar prontos, como nós, para o compromisso. E nós sabemos que eles estão prontos para o compromisso e para a paz quando começarem a tomar os requisitos de segurança de Israel a sério e quando parar de negar a nossa ligação histórica à nossa antiga terra natal.
 
Eu ouvi muitas vezes eles acusarem Israel de judaizar Jerusalém. Que é como acusar a América do Americanizar Washington, ou os britânicos de britanizar Londres. Você sabe por que somos chamados "judeus"? Porque viemos da Judéia.
 
No meu gabinete em Jerusalém, há um um selo antigo. É um anel de sinete de um oficial judeu desde o tempo da Bíblia. O selo foi encontrado ao lado do Muro das Lamentações, e isso remonta 2.700 anos, ao tempo do rei Ezequias. Agora, há um nome do funcionário judeu inscrito no anel em hebraico. Seu nome era Netanyahu. Esse é o meu sobrenome. Meu primeiro nome, Benjamin, remonta a mil anos antes de Benjamin - Binyamin - filho de Jacob, que também era conhecido como Israel. Jacó e seus 12 filhos percorriam essas mesmas colinas da Judéia e Samaria há 4.000 anos, e tem havido uma presença judaica contínua na terra desde então.
 
E para aqueles judeus que foram exilados de nossa terra, nunca deixaram de sonhar com a volta: judeus na Espanha, na véspera da sua expulsão, os judeus na Ucrânia, fugindo dos pogroms; judeus lutando no Gueto de Varsóvia, quando os nazistas o estavam cercando. Eles nunca deixaram de rezar, eles nunca deixaram de ter saudade. Eles sussurravam: No próximo ano em Jerusalém. No próximo ano na terra prometida.
 
Como o primeiro-ministro de Israel, falo por uma centena de gerações de judeus que foram dispersos pelas terras, que sofreu todo o mal sob o sol, mas que nunca perdeu a esperança de restabelecer a sua vida nacional no primeiro e único Estado judeu.
 
Senhoras e Senhores, eu continuo a esperar que o presidente Abbas vai ser o meu parceiro na paz. Eu trabalhei duro para fazer avançar a paz. O dia em que tomou posse, liguei para negociações diretas sem condições prévias. O presidente Abbas não respondeu. Eu esbocei uma visão de paz de dois Estados para dois povos. Ele ainda não respondeu. Tirei centenas de bloqueios e postos de controle, para facilitar a liberdade de movimento nas áreas palestinas, o que facilitou um crescimento fantástico da economia palestina. Mas mais uma vez - sem resposta. Peguei o passo sem precedentes de congelamento novos edifícios nos assentamentos por 10 meses. Nenhum primeiro-ministro fez isso antes, nunca. Mais uma vez - vocês aplaudiram, mas não houve resposta. Nenhuma resposta.
 
Na últimas semanas, autoridades norte-americanas têm proposto ideias para reiniciar as conversações de paz. Havia coisas nessas ideias sobre as fronteiras que eu não gostei. Havia coisas lá sobre o estado judeu que eu tenho certeza que os palestinos não gostaram.
 
Mas com todas as minhas reservas, eu estava disposto a avançar com estas ideias americanas.
 
Presidente Abbas, por que você não se junta a mim? Temos que parar de negociação sobre as negociações. Vamos apenas seguir em frente. Vamos negociar a paz.
 
Passei anos defendendo Israel no campo de batalha. Passei décadas defendendo Israel no tribunal da opinião pública. Presidente Abbas, que você dedicou sua vida a promover a causa palestina. Deve continuar por esse conflito de gerações, ou vamos permitir que nossos filhos e netos a falar nos próximos anos de como encontramos uma maneira de acabar com ela? Isso é o que deve ter por objetivo, e é isso que eu acredito que podemos alcançar.
 
Em dois anos e meio, nós nos encontramos em Jerusalém apenas uma vez, apesar de minha porta esteve sempre aberta para você. Se você quiser, eu vou a Ramallah. Na verdade, eu tenho uma sugestão melhor. Nós dois voamos milhares de quilômetros para New York. Agora estamos na mesma cidade. Estamos no mesmo edifício. Então, vamos reunir aqui hoje nas Nações Unidas. Quem está lá para nos parar? O que há para nos parar? Se realmente querem a paz, o que está lá para nos impedir de reunião de hoje e as negociações de paz começo?
 
E eu sugiro que falar abertamente e honestamente. Vamos ouvir uns aos outros. Vamos fazer como dizemos no Oriente Médio: Vamos falar "doogli" (ph). Isso significa simples. Eu vou te dizer as minhas necessidades e preocupações. Você vai me dizer as suas. E com a ajuda de Deus, vamos encontrar um terreno comum de paz.
 
Há um velho ditado árabe que não se pode aplaudir com uma mão. Bem, o mesmo é verdade da paz. Eu não posso fazer a paz por mim, apenas. Eu não posso fazer a paz sem você. Presidente Abbas, eu estendo minha mão - a mão de Israel - em paz. Espero que você vai estender que a mão. Nós somos ambos filhos de Abraão. Meu povo chamá-lo de Avraham. O teu povo chamá-lo de Ibrahim. Partilhamos o mesmo patriarca. Nós vivemos na mesma terra. Nossos destinos estão interligados. Vamos realizar a visão de Isaías - (fala em hebraico) - "As pessoas que caminham na escuridão verá uma grande luz." Deixe que a luz seja a luz da paz.

www.eldiario.es _ 06/12/2013 El parlamento israelí aprobó el Plan Prawer, que prevé la expulsión masiva de la población palestina-beduina del desierto del Naqab, en el Sur de Israel, con el objetivo de permitir tan solo la presencia de colonias judías. Este sábado se convocaron diversas manifestaciones en todo el mundo para demandar a la comunidad internacional que se movilice para impedir que se implemente este plan.
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Vejam esta notícia!!! Serão os horrores duma nova "guerra de ocupação" nos nossos dias? Qual a posição dos verdadeiros cristãos? Não vi estas notícias divulgadas nas nossas TVs e jornais, nem as igrejas falam nisto Camilo


www.menorahnet.com.br - Menorah Rapidinhas 346 ... 08/06/2014 - SUPERCÃO : Enquanto o mundo se impressiona com o anúncio do Google de seu veículo de passageiros de aparência ridícula que andará sozinho pelas dependências da empresa, o exército de Israel já anuncia sua segunda geração de veículos robotizados de patrulha e reconhecimento. Daqui alguns anos, um terceiro modelo de robô chamado de "Carrier" (transportador) vai agir nos túneis escavados por terroristas com a finalidade de ações de ataque, sequestro ou contrabando. Será transportado às costas de um soldado e liberado no túnel, onde irá escanear o trajeto no subsolo à frente do soldado. Este tipo de robô também deverá fazer o que soldado algu m pode: como mapear digitalmente edificações inteiras. A definição do IDF é clara: colocar as máquinas em risco e não os soldados. Outro modelo, já apelidado de "o melhor amigo do homem", será um veículo grande, qualquer-terreno, que acompanhará sozinho as tropas a pé, levando armas, munição, rações e equipamentos eletrônicos. Este veículo identificará minas e explosivos enquanto se move e também mostrará com precisão de onde os inimigos estão disparando. O lado israelense da fronteira com a Faixa de Gaza já é patrulhado por um veículo robô chamado Guardiam, cuja função também é a de evitar expor soldados aos tiros disparados a partir de Gaza e não oferecer "vítimas" para sequestros por terroristas. Até agora, sucesso total. Em 2015, será substituído por um robô mais sofisticado com câmeras mais potentes e sistema de identificação facial. Poderá ser controlado por um soldado à distância quando necessário. Na foto, dois robôs Guardiam numa estrada no deserto do Neguev

www.facebook.com/UnidosIsrael/videos/1861246777422902 . Unidos por Israel · Em 27 de janeiro celebra-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Conheça neste vídeo a história de Semion Rosenfeld, que conseguiu escapar ...
www.facebook.com/damo.lausnes/posts/1485572218193798 _ 12/09/2017 Cesar David Moreno Em Israel esta a cair fogo do céu do nada olho será que as profecias estão a ser cumprida? E porque não sai nada disto nas notícias.== Antonia Souza Mesericordia Deus que.o Sr tem mesericordia 3 Cleuza Saracene Misericordia Deus 4 Liah Sousa Misericórdia 5 Jerônimo Medeiros O artigo deve estar equivocado 6 Taisa Verônica Ac Ana Maria Gonçalves Tá estranho isso-- Kattia Vieira Senhor tem .misericórdias do teus filhos 8 Eliseu Caetano Isso pelo que sei aconteceu em 2016 - www.facebook.com/uniaonet/posts/1578247742198340
03/12/2017 Israel enfrenta Irã e bombardeia base terrorista na Síria, deixando 12 mortos Benjamin Netanyahu mandou recado a Teerã em vídeo noticias.gospelprime.com.br

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