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Confronto direto com nosso Adversário ALERTA AOS PASTORES E LÍDERES DA IGREJA SOBRE SEITAS E HERESIAS
À medida que se aproxima o fim do século XX, uma explosão de seitas e movimentos ocultistas e contraditórios se alastra por todo o Brasil e por todo o mundo, causando uma paranóia religiosa tão grande que famílias se dividem e não são poucos os fanáticos que se suicidam e matam. É tão grande a confusão nesta área, que a verdade parece não existir, ou pelo menos fica a impressão de que ela é relativa, não havendo absolutos. É o que entendemos ser a "crise da fé". Cremos que a Igreja, através do poderoso evangelho de Cristo, deve servir, em meio a esse vendaval, como divisor de águas, um farol e um cais para os náufragos à deriva, neste mundo. Querido Pastor e líder, o que estamos dizendo enfaticamente é que sua igreja pode mudar isso, veja por exemplo: O Brasil é o maior país espírita do mundo com
95 milhões de praticantes. Também o misticismo, a astrologia, a cartomancia, enfim, têm conseguido enorme espaço nos meios de comunicação, como nunca antes. São videntes, magos, noviças, dizendo que através das fadas, gnomos, duendes, cristais podem fazer até o impossível, como prever o futuro. É a febre esotérica da Nova Era, no Brasil e no mundo. A verdade é uma só: ninguém pode escapar das malhas dos falsos ensinos religiosos, nem mesmo os mais inteligentes, muitos independentemente do nível social, econômico e cultural são vítimas indefesas. Apenas os que conhecem a verdade, que é a inerrante Palavra de Deus, têm condições de saírem ilesos dessa guerra espiritual e ajudar os demais. O mundo espera pela Igreja, e só Ela mesmo está credenciada por Deus para ministrar as Boas Novas do Evangelho de salvação e libertação de Jesus Cristo, porque como disse o irmão Billy Graham no congresso de evangelização em Lausanne, Suiça: "...pode haver muitos caminhos para se chegar a Jesus Cristo, mas um só caminho para Deus, a saber, Jesus..." Jo 14.6 Que Deus nos ajude!
VOCÊ NÃO DEVE PARTICIPAR DE NENHUMA FORMA DE OCULTISMO! SABE POR QUÊ? "Eu sou o Senhor Deus, Deus zeloso..." E AINDA,VOCÊ SABIA QUE...
HISTÓRIA O nome do fundador completo é Alziro Elias Davi Abraão
Zarur e nasceu aos 25 de dezembro de 1914, de pais sírios católicos
ortodoxos, (1914-1979). FINALIDADE DA LBV Pergunta-se: Por que deve o cristão evitar envolvimentos com
a LBV, se ela é uma entidade filantrópica e em suas dependências
se abrigam milhares de crianças em todo o Brasil? Não
é da LBV iniciativa como a famosa Sopa dos Pobres e Ronda da
Caridade, que a meia noite, percorre as ruas das cidades brasileiras
levando um prato de sopa bem quentinha para os desabrigados? Pode-se
condenar tal gesto de solidariedade humana? A QUARTA REVELAÇÃO DE DEUS É fantástica a pretensão de certos grupos religiosos. Pois assim se dá com a LBV, ela afirma ser nada menos do que a Quarta e última revelação de Deus aos homens, afirmam que as três primeiras revelações de Deus se deram por: 1. Moisés, através dele surgiu o Velho Testamento 2. por Jesus, com ele surgiu o Novo Testamento; c) por meio de Allan Kardec, e com ele surgiu o espiritismo, e a última revelação de Deus aos homens, é a LBV. (JESUS-A Saga de Alziro Zarur, III) LBV, TEMPLO DO ECUMENISMO IRRESTRITO Quando da sua fundação em 5 de setembro de 1959, o regimento
interno da entidade, dizia o seguinte: "Sendo uma religião
simbólica, não terá hierarquia e nem liturgia.
Não terá bens materiais e nem templos. A Igreja do legionário
é a sua própria casa e cada legionário é
o templo de Deus". Agora em face da declaração do fundador da LBV Alziro Zarur, acima citada, faremos um estudo abordando alguns itens, acompanhe conosco: 1. SOBRE A BÍBLIA Declaração da LBV: Há coisa mais ilógica, meu Deus, Senhor, não creio que este Livro Santo Não posso concordar com tais parlendas (Mensagem de Jesus Para os Sobreviventes, p. 179, 180, o grifo é nosso) Resposta ICP: 2. SOBRE JESUS Com relação à pessoa do Senhor Jesus, a LBV nega tanto a humanidade como também a divindade absoluta de Jesus. Com relação à sua humanidade afirma a LBV: Declaração LBV: Resposta ICP Com relação a deidade absoluta, Alziro Zarur declara:
Resposta ICP 3. SATANÁS Se a Bíblia declara que a boca fala do que o coração está cheio, imagine Alziro Zarur chegar ao extremo de compor um poema e a quem ele tributaria esse poema. Nada menos do que ao seu irmão Satanás. E assim ele expressa sua apreciação por ele: POEMA DO IRMÃO SATANÁS Mas falou com uma raiva tão bravia Mais tarde, eu lia a Bíblia, de manhã Se Deus sempre é perfeito no que faz, E, se JESUS nos veio esclarecer Amigos meus, oremos por Satã, (Mensagem de Jesus Para os Sobreviventes, p. 29/31) CONCLUSÃO Precisaríamos dizer mais sobre a LBV? Depois que o seu fundador
se declarou amigo de Satanás e recomenda que o amemos de todo
o coração? A Bíblia recomenda amarmos a Deus de
todo o coração, de toda a alma e do todo o pensamento
(Mt 22.37). Houve alguém que aceitou permitir a entrada de Satanás
em sua vida e Satanás causou-lhe a desgraça. Chamava-se
Judas Iscariotes. Está escrito: "Entrou, porém, Satanás
em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número
dos doze."(Lc 22.3). Trágica decisão a de abrirmos
nossos corações para o amigo de Alziro Zarur - Satanás.
Jamais o façamos porque sua missão é matar, roubar
e destruir (Jo 10.10).
Deus determinou que médiuns espíritas fossem mortos?
"A feiticeira não deixarás viver" (Êxodo
22:18). Nestes dias de tristeza e angústia, muitos estão confusos. Tentam encontrar uma solução rápida para os seus problemas ou pesares. Sendo ignorantes dos caminhos de Deus, de Sua paciência, e de Sua sabedoria infinita e interesse pelo bem-estar deles, correm a homens para auxiliá-los. Ou, pior ainda, vão a Satanás para pedir-lhe ajuda. Resultado: em vez de se livrarem de seus problemas, acabam se embaraçando mais e mais com eles. A razão para isso é que Satanás não é nosso amigo, e sim nosso inimigo. Ele está em guerra contra o homem e Deus. Deus fala que Satanás é um "inimigo derrotado". Ele não tem poder a não ser mentira e engano. Os que estão presos sob seu poder são aqueles que crêem nas suas mentiras. Os demônios são representantes espertos, e têm prazer em fazer pretensões falsas de serem "Caboclos", "Orixás", "Pretos Velhos", "santos", ou anjos. Se o leitor for ao Espiritismo para conselho, cairá na armadilha do diabo, e se tornará escravo dele. Pois a Palavra de Deus diz que: "O salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23). Se buscar a Deus para sabedoria e conselho, e seguir a Jesus, ele o libertará do seu problema. Não, Deus não lhe pagará um salário por confiar nEle; mas Ele tem um presente para lhe dar - e esse presente é a vida eterna.
Quem pode livrá-lo? Libertação só pode
vir através de uma pessoa - Jesus Cristo. Feliz é o homem
que confia no Senhor.
ANIMISMO NA CULTURA AFRICANA
No primeiro mandamento recebemos ordem de adorar a Deus, a ninguém mais. No segundo mandamento recebemos ordem de adorá-Lo diretamente e não através de qualquer objeto intermediário: "Não farás para ti imagem de escultura... Não as adorarás, nem lhes darás culto..." (Êx 20.4,5). Literalmente centenas de outras passagens também condenam a feitura ou o culto de imagens. Eis alguns poucos exemplos: "Não fareis para vós outros ídolos, nem vos
levantareis imagem de escultura nem coluna, nem poreis pedra com figuras
na vossa terra, para vos inclinardes a elas: porque eu sou o Senhor
vosso Deus" (Lv 26.1). "... que se abstenham das contaminações dos ídolos"
(At 15.20). Mas em oposição direta a isto, o Concílio de Trento decretou: "As imagens de Cristo e da Virgem Mãe de Deus e de outros
santos devem ser possuídas e guardadas, especialmente nas Igrejas
e devem ser alvo de honra e veneração (Ses 25). A prática da Igreja de Roma é que consagremos solenemente as imagens através da bênção dos seus padres, colocando-as em suas igrejas e nos lares do seu povo, que se lhes ofereçam incenso e o povo é ensinado a inclinar-se diante delas e adorá-las. Não se pode negar que a Igreja de Roma tornou sem efeito o segundo mandamento no meio do seu povo e que ela ensina como doutrina cristã os seus próprios preceitos que não passam de mandamentos de homens. Ela não se atreveu a retirar o mandamento de sua Bíblia, mas ela o afastou quanto pôde da vista do povo. Considerando que suas práticas são contrárias à Bíblia, ela encobre a sua culpa omitindo esse mandamento na sua versão do Decálogo e de suas catecismos e livros de texto! Então ela renumera os mandamentos, fazendo do terceiro o número dois, do quarto o número três e assim por diante. E para encobrir esta deficiência, ela rasga o décimo mandamento em dois, criando assim dois pecados diferentes de cobiça - o cobiçar da mulher do próximo e o cobiçar dos bens do próximo. Como resultado deste sofisma, multidões de pessoas são enganadas e levadas a cometer o pecado de idolatria. Com este estímulo oficial não nos surpreende que as imagens de Cristo, de Maria, dos santos e dos anjos sejam muito comuns nos círculos católicos romanos. Elas se encontram nas igrejas, nas escolas, nos hospitais, nos lares e outros lugares. Ocasionalmente vê-se até mesmo uma pequena imagem de Jesus ou de Maria ou qualquer outro santo sobre o painel de um automóvel (geralmente a imagens de S. Cristóvão, o patrono dos viajantes), caso em que o motorista supostamente tem a proteção de Jesus, ou de Maria ou do santo. Os católicos romanos nos dizem que eles não oram à imagem, ao ídolo, mas ao espírito ou à pessoa que é representada por ele. Mas essa é a resposta dos adoradores de ídolos em todo o mundo quando se lhes perguntam por que eles oram aos seus ídolos. Essa foi a resposta dada pelos israelitas quando eles adoraram o bezerro de ouro no deserto; depois que fizeram o ídolo eles disseram: "São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito" (Êx 32.4). Eles não pretendiam que o seu culto terminasse na imagem. Eles estavam adorando os seus deuses através do uso da imagem, ou do ídolo, uma semelhança que eles acharam apropriadamente representativa dos seus deuses. Mas em outras ocasiões os israelitas adoraram os ídolos mesmo. A condenação da idolatria de Israel feita por Oséias - "é obra de artífice, não é Deus" (8:6) - implica em dizer que o bezerro de Samaria era adorado pelo Reino do Norte como se fosse Deus. Veja também o Sl 115.4-8. Sem dúvida os mais cultos percebem a diferença que existe entre o ídolo e os deus ou espírito que ele representa. Mas na prática dos países católicos romanos e entre os ignorantes a tendência é que esta distinção desapareça e esse culto se transforma em indiscutível idolatria. Os profetas do Velho Testamento e a Bíblia como um todo não diferenciam os falsos deuses e suas imagens; e os cultos pagãos tendem a identificá-los completamente. Os israelitas foram severamente condenados pelo uso dos ídolos em seu culto a Deus. Não poderia de maneira diferente com os católicos romanos. Em inúmeras ocasiões os israelitas tentaram adorar a Deus através do uso de imagens, mas tais práticas sempre foram severamente condenadas. Mesmo que fosse verdade que os católicos romanos oram apenas à pessoa ou ao espírito representado pela imagem, ainda assim seria pecado e isto por dois motivos: 1) Deus proibiu o uso de imagens no culto; 2) há um único mediador entre Deus e os homens, a saber Cristo, não Maria ou os santos. Historicamente, quando os homens fizeram ou ídolos que fosse visíveis, como um subsídio ao culto, vieram a pensar finalmente que as próprias imagens eram habitadas pelos seus deuses. As imagens se tornaram o centro da atenção e não aqueles que supostamente os representavam. Em lugar de ajudar os adoradores, serviam para confundir. Isto tem sido particularmente verdadeiro a respeito das imagens maiores que foram preservadas de uma geração para outra. Do mesmo modo como os pagãos, os romanistas fizeram deuses de madeira e pedra, vestiram-nos, pintaram-nos de cores vistosas, inclinaram-se diante deles e os adoraram. Os padres incentivam o povo a ter pequenos nichos em suas casas para que os possam adorar. Milhares de pessoas analfabetas na Europa e nas Américas atribuem qualidades sobrenaturais a estas imagens. Ao fazê-lo, sentem que têm toda a aprovação de sua igreja - o que é, realmente, o caso. Mas a Bíblia chama essa prática de idolatria e a condena. A Bíblia ensina que Deus é um Espírito e que aqueles que O adoram devem adorá-Lo em espírito e verdade (João 4.24). Jamais deveríamos nos esquecer que um dos pecados mais hediondos da antiga Israel, na verdade o pecado predominante da antiga Israel foi a adoração de ídolos, e que Israel pagou um preço terrível por causa disso. Se os apóstolos retornassem à terra e entrassem em uma igreja católica, certamente não conseguiriam distinguir entre o culto pagão dos ídolos que eles conheceram e os costume atual de ajoelhar-se diante de imagens, de queimar incenso para as mesmas, de beijá-las, de orar a elas e de carregá-las em procissões públicas. A igreja Romana de hoje está tão completamente entregue à idolatria quanto estava a cidade de Atenas quando Paulo a visitou. Muitos padres não crêem nas imagens, mas eles as guardam em suas igrejas porque é um costume estabelecido e porque, segundo dizem, ajuda os crentes, particularmente se são incultos, a ter uma representação visual da pessoa que estão adorando. Mas como a prática da idolatria é insensata! - O homem ora pedindo vida àquilo que está morto; Ele ora pedindo saúde àquilo que não tem força nem saúde; Ele ora pedindo uma boa viagem àquilo que não se mexe; Ele ora pedindo capacidade e sucesso àquilo que não tem entendimento nem poder; Ele ora pedindo sabedoria e orientação e bênçãos, entregando-se a um pedaço de madeira, ou de pedra, ou de metal que não tem sentido. O Romanismo, com o seu culto às imagens ou ídolos, não atrai de maneira nenhuma o mundo muçulmano, que se opõe fortemente a todas as formas de idolatria. Na verdade, o Romanismo tem se esforçado muito pouco para ganhar os muçulmanos. O grande campo missionário do Norte da África fica a apenas uma pequena distância da Itália, do outro lado do Mediterrâneo, praticamente à porta de Roma. Mas, através dos séculos, esse campo tem permanecido intacto e incontestado pelo Catolicismo Romano. Mas Roma envia milhares de missionários através dos oceanos para a Índia, para o Japão, para a América do Sul e, segundo estamos informados, até mesmo para os Estados Unidos, que, mesmo pelos padrões romanos, tem muito menos necessidade deles do que o Norte da África. O catolicismo Romano também não sente atração nenhuma pelos judeus, que também se opõem fortemente a todas as formas de idolatria. Pelo contrário, a Igreja Romana perseguiu os judeus durante uns quinze séculos. A evangelização de ambos, judeus e muçulmanos, foi deixada quase que exclusivamente para os protestantes. Como já dissemos antes, os católicos romanos tentam justificar o uso de imagens, fazendo uma distinção entre o eu eles chamam de latria, que é devoção dada unicamente a Deus, hiperdulia, que é concedida à Maria, e dulia, uma forma inferior de devoção que é concedida aos santos, às imagens e às relíquias. Mas, na prática, essa distinção desaparece. O povo, particularmente aqueles que são analfabetos, dos quais os países católicos romanos possuem tantos, não entende nada dessas diferenças técnicas feitas pelos teólogos. Eles adoram as imagens de Maria e os santos da mesma forma pela qual adoram as imagens de Cristo, e geralmente com muito mais fervor. Eles adoram também o "Santo Sacramento" que eles crêem ser o verdadeiro corpo, alma e divindade de Cristo. O único nome que encontramos para o seu costume é idolatria. O Velho Testamento proibiu restritamente a adoração de imagens, e no decorrer do tempo essa prática veio a ser uma abominação para os judeus. Com tais antecedentes parece incrível que os ídolos jamais pudessem ser admitidos no culto mais espiritual da igreja cristã. Mas, no quarto século, com a concessão do estado oficial para a igreja cristã e depois do grande fluxo dos pagãos, o elemento pagão na igreja ficou tão forte que venceu a oposição natural ao uso de imagens. A maior parte do povo não sabia ler. Portanto, argüía-se que a representação visível dos personagens das Escrituras e dos acontecimentos seriam úteis na igreja. No começo do século sétimo, Gregório, o Grande (590-604), um dos papas mais fortes, aprovou oficialmente o uso de imagens nas igrejas, mas insistiu que elas não fossem adoradas. Mas, durante o século oitavo, ofereceram-se-lhes orações e elas foram rodeadas de uma atmosfera de ignorante superstição, de modo que até os muçulmanos zombavam dos cristãos, chamando-os de adoradores de ídolos. Em 726, Leão III, o imperador bizantino, tentou consertar o abuso em seus domínios, ordenando que as imagens e quadros fossem colocados tão alto que os crentes não pudessem beijá-los. Mas, quando fracassou em conseguir o seu intento, emitiu uma ordem proibindo o uso de imagens nas igrejas, chamando-as de pagãs e heréticas. Para apoiar a sua ação realizou-se um sínodo em Constantinopla, em 754, que deu sanção eclesiástica ao seu ato. Esta grande controvérsia veio a ser conhecida como a disputa "iconoclasta", uma palavra que significa "destruição de imagens". Mas em 787, um concílio reuniu-se em Nicéia (Bitínia), repudiou o concílio anterior e sancionou plenamente o culto às imagens e aos quadros nas igrejas. Esta ação foi defendida sob o princípio de que o culto às imagens, quer entre pagãos ou cristãos, tinha de ser defendido, isto é, que o culto não terminava na imagem mas sobre o objeto que representava. Tomás de Aquino, que é geralmente reconhecido como o notável teólogo medieval da Igreja Romana, defendia plenamente o uso das imagens, defendendo que elas deviam ser usadas para a instrução das massas que não sabiam ler e que os sentimentos piedosos eram despertados com mais facilidade com o que o povo via do que pelo ouvir. Os papas da Igreja Romana defenderam fortemente o uso das imagens. O argumento a favor do uso das imagens, que no Velho Testamento Deus ordenou a feitura dos querubins e da serpente de bronze, ignora o fato de que os querubins não deviam ser usados no culto, enquanto que as imagens têm essa finalidade. Os querubins foram colocados no Santo dos Santos, onde não podiam ser vistos pelo povo, mas apenas pelo sumo sacerdote e, mesmo assim, apenas quando ele entrava ali uma vez por ano, enquanto que as imagens são exibidas publicamente. Uma diferença ainda mais importante é que Deus ordenou a feitura dos querubins, mas Ele proibiu estritamente a feitura de imagens. Da mesma forma, a serpente de bronze não devia ser adorada. Quando mais tarde, ela se transformou em um relíquia sagrada e foi adorada pelo povo, que lhe oferecia incenso, o bom rei Ezequias a destruiu ( II Rs 18.4). Os efeitos morais e religiosos do culto às imagens são invariavelmente ruins. Degradam o culto prestado a Deus. Afasta a mente o povo de Deus, que é o verdadeiro objeto do culto, e o leva a colocar a sua confiança em deuses que parecem estar perto, mas que não podem salvar. Muito semelhante ao uso das imagens é o uso das figuras de Cristo. E estas, sentimos ter de dizê-lo, encontraram-se freqüentemente também nas igrejas protestantes além das católicas romanas. Mas em nenhum lugar da Bíblia, nem no Novo nem no Velho Testamento, há alguma descrição do aspecto físico de Cristo. Nenhum quadro dEle foi pintado durante o Seu ministério terreno. A igreja não tinha quadros dEle durante os quatro primeiros séculos. Os pretensos quadros de Cristo, como os de Maria e dos santos, são mero produto da imaginação do artista. Por isso é que são tantos, e tão diferentes. É simplesmente uma mentira dizer que qualquer um deles é um quadro genuíno de Cristo. Tudo o que sabemos sobre o seu aspecto físico é que Ele era de nacionalidade judaica. Mas com muita freqüência Ele tem sido representado com traços arianos e até mesmo com cabelo dourado. Certamente Cristo deve repudiar todos esses quadros forjados de Sua pessoa. Ele foi a verdade e nós podemos ter certeza de que Ele não aprovaria qualquer forma de falsos ensinamentos. É impossível que algum quadro faça justiça à Sua personalidade, pois Ele não foi só humano mas também divino. A divindade não pode ser descrita "pela arte e imaginação do homem" (Atos 17.29). Portanto, todos os quadros são igualmente enganadores e ruins. Conservada em segredo, como foi a sepultura de Moisés e sem dúvida por motivos semelhante, o aspecto físico do Deus-Homem precisou ser mantido além do alcance da idolatria. Os assim chamados quadros de Cristo não são subsídios para o culto, mas , antes um impedimento, e para muitos representam uma tentação para essa mesma idolatria contra a qual as Escrituras advertem com tanta clareza
O PERIGO DO OCULTISMO Justificando o título deste artigo apontamos que esse perigo do ocultismo em nossos dias é cumprimento das profecias bíblicas como I Tm 4.1,2; II Tm 4.3,4 e I Jo 4.1-3. Com o exemplo dessa explosão do ocultismo lemos na revista VEJA de 7 de outubro de 1998 com o título "O MAGNATA DO ZODÍACO" - fala de Walter Mercado o seguinte: "Com um visual andrógino e muita lábia, é o astrólogo número 1 do planeta" . Os seguintes dados são apontados na revista: "No Brasil... a marca WM fatura anualmente cerca de 30 milhões de dólares, cifra que coloca o país como o segundo mercado do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos..." "... a linha 0900, que conta com 250 atendentes, a maioria formada por pais e mães-de-santo, pode atender a 180 chamadas simultaneamente. A um custo de 4,94 reais por minuto, as ligações dos brasileiros aflitos rendem 27 milhões de reais por ano." Outro exemplo lemos na FAMÍLIA EVANGÉLICA de n. 7, p. 28,29 uma entrevista com o ex-paquito Xand que revela que seu pacto com Lúcifer quase o levou ao suicídio e relata que 98% da classe artística faz pacto com o demônio em troca do sucesso. Como é possível que em nossa época esclarecida, na qual a ciência influencia sobremaneira a humanidade, floresçam de tal maneira a superstição, a feitiçaria, as práticas ocultistas? O problema básico de nossa época não é científico, nem filosófico, ou social. O problema contemporâneo é somente o pecado que nos separa de Deus. Quantas preocupações e aflições, quanta miséria, têm sua origem no pecado. "... o pecado é o opróbrio dos povos" (Pv 14.34). ADVERTÊNCIA Pretendemos que os nossos leitores tenham um melhor conhecimento do ocultismo nos seguintes aspectos: a. Um conhecimento mais profundo de experiências místicas; b. Preparação para entender os praticantes do ocultismo; c. Orientação para estudos mais profundos; d. Discernimento entre crendices ocultistas e o Cristianismo. Podemos incorrer em dois extremismos quando estudamos sobre o Ocultismo 1. é não crer na influência diabólica das suas práticas; 2. crer e desenvolver um interesse mórbido em relação ao Ocultismo. O diabo gosta de ambos extremismos. Ao falarmos sobre o ocultismo devemos ter cuidado para não ver o demônio em tudo e nem negarmos totalmente sua influência e suas obras. DEFINIÇÃO ORIGEM DO OCULTISMO FENÔMENOS E PRÁTICAS PRATICANTES SEITAS ENVOLVIDAS COM O OCULTISMO O SOBRENATURAL 1. Os milagres mencionados na Bíblia sempre foram realizados por Deus através de homens que se consagraram a Ele. Assim foram Moisés, Josué, Elias, Eliseu, Daniel, e outros. Só foram capazes de realizar milagres pelo poder de Deus. Quem eram os apóstolos Pedro, João, Paulo antes de conhecer a Cristo? Fizeram eles algum milagre? O maior homem, dos concebidos de mulher, na linguagem de Jesus - João Batista - não fez nenhum milagre (Jo 10.41). Jesus disse: "Sem mim nada podeis fazer..."(Jo 15.5); 2. Se o ESP ou PSI fosse inato no homem, qualquer um seria capaz de desenvolvê-lo, mas se observa que apenas alguns dos homens iniciados dentro de certos conhecimentos ocultistas. Em nenhum lugar da Bíblia é dito que o homem tem poder inato do tipo ocultista. Pelo contrário, poder extra-sensorial sempre vem de uma ou de outra fonte - de Deus ou dos demônios; 3. Algumas declarações bíblicas que revelam a incapacidade do homem de demonstrar poder extra-sensorial oriundo de si mesmo:"Andará alguém sobre as brasas, sem que se queimem os seus pés?"(Pv 6.28). Com relação à capacidade de interpretar sonhos, José respondeu a Faraó: "Isso não está em mim; Deus dará resposta de paz a Fara." (Gn 41.16). O livro de Daniel é repleto de relatos de Deus dar a Daniel especial habilidade de conhecimento e interpretações de sonhos e visões. Separadamente de Deus, Daniel se julgava incapaz de tais interpretações: "Ora, a estes quatro mancebos Deus deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos"(Dn 1.17). Daniel afirmou: "E a mim me foi revelado este segredo, não porque haja em mim mais sabedoria do que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração" (Dn 2.30). Jesus, quando mandou os setenta discípulos, deu-lhes autoridade para expulsar demônios, dizendo: "Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e nada vos fará dano algum" (Lc 10.19). Quando Pedro curou o coxo e notou a surpresa de todos como se ele próprio fizesse o coxo andar explicou o seguinte: "Varões israelitas, por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem?"(At 3.12). Ainda para levantar Enéias disse Pedro: "Enéias, Jesus Cristo te dá saúde; levanta-te e faze a tua cama. E logo se levantou " (At 9.34). CARACTERÍSTICAS DOS MILAGRES DE ORIGEM DIVINA A Bíblia relato o milagre de três amigos de Daniel de serem preservados de forma sobrenatural quando foram lançados dentro da fornalha de fogo ardente, Deus os preservou porque haviam sido punidos por recusar se prostrar diante da imagem que o rei havia levantado (Dn 3.21-29). Os três homens foram poupados para glória e honra do Deus verdadeiro. Em At 14.3, lemos: "Detiveram-se pois muito tempo, falando ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios" (At 14.3). "Pelo poder dos sinais e prodígios, na virtude do Espírito de Deus: de maneira que desde Jerusalém, e arredores, até ao Ilírico, tenho pregado o evangelho de Jesus Cristo"(Rm 15.19). "Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja" (I Co 14.12). CARACTERÍSTICAS DOS MILAGRES DEMONÍACOS Quando Paulo em nome de Jesus expulsou o demônio da adivinhação da jovem de Filipos, ela perdeu a faculdade de adivinhar (At 16.16-19). "A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira" (II Ts 2.9). "Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios..."(Ap 16.14). CONSEQUÊNCIAS DAS PRÁTICAS OCULTISTAS Quando Deus declara que abomina as práticas ocultistas (Dt 18.12), muitas pessoas não levam a sério essa observação bíblica. As conseqüências do pecado de superstição podem ser: intranqüilidade, angústias, melancolia, inclinação para o suicídio, sexualidade exagerada com inclinações para práticas de sexo pervertido, raiva incontida, avareza, pavorosas tensões íntimas, pesadelos, depressões, pensamentos terríveis, blasfêmias, aversão à Palavra de Deus, alucinações visuais e auditivas, psicose mística. SEJA LIVRE RECONHEÇA QUEIME ORE
FÉ: UMA CRENÇA ILÓGICA NO QUE NÃO SE PODE PROVAR? Quisera saber se há outra virtude cristã mais mal compreendida do que a fé. Comecemos com dois aspectos negativos. Primeiro, fé não é credulidade. O americano H. L. Mencken, crítico anti-sobrenaturalista do cristianismo, certa vez afirmou que "a fé pode ser definida concisamente como sendo uma crença ilógica na ocorrência do improvável". Mas Mencken errou. Fé não é credulidade. Ser crédulo é ser ingênuo, completamente desprovido de qualquer crítica, sem discernimento, até mesmo irracional, no que crê. Porém é um grande erro supor que a fé e a razão são incompatíveis. A fé e a visão são postas em oposição, um à outra, nas Escrituras1, mas nunca a fé e a razão. Pelo contrário, a fé verdadeira é essencialmente racional, porque se baseia no caráter e nas promessas de Deus. O crente em Cristo é alguém cuja mente medita e se firma nessas certezas. Em segundo lugar, fé não é otimismo. Nisso é que parece que Norman Vicent Peale se confundiu. Muito do que ele escreveu é certo. Sua convicção básica refere-se ao poder da mente humana. Ele cita William James, que disse que "a maior descoberta desta geração é saber que os homens podem mudar suas vidas alterando suas atitudes mentais"2, e Ralph Waldo Emerson, "o homem é o que pensa durante todo o dia".3 Assim, o Dr. Peale desenvolve sua tese sobre o pensamento positivo, o qual ele acaba por igualar (erradamente) com a fé. O que é precisamente essa "fé pela qual advoga? Seu primeiro capítulo do livro O Poder do Pensamento Positivo tem o significativo título de "Tenha Confiança em Si Mesmo". No capítulo 7 ("Espere sempre o Melhor e Consiga-o") ele faz uma sugestão que garante que dará certo. Leia o Novo Testamento, diz ele, destaque "uma dúzia de conceitos sobre a fé, os que mais gostar", e procure memorizá-los. Que esses conceitos de fé permeiem sua mente consciente. "Repita-os muitas vezes." "Eles sei impregnarão em seu subconsciente e esse processo o transformará num crente". Até aqui isto parece ser algo promissor. Mas, espere um pouco. Quando a Bíblia se refere ao "escudo da fé", prossegue ele, ela está ensinando uma "técnica de força espiritual", a saber, "fé, crença, pensamento positivo, fé em Deus, fé em outras pessoas, fé em si próprio, fé na vida. Esta é a essência da técnica que ela ensina".4 O Dr. Peale prossegue citando alguns versículos maravilhosos, tais como "se podes! Tudo é possível ao que crê"5; "se tiverdes fé... nada vos será impossível"6; e "faça-se-vos conforme a vossa fé"7. Mas então ele estraga tudo, ao explicar esta último texto da seguinte maneira: "de acordo com a fé que você tiver em si mesmo, em seu emprego, em Deus, é o que terá e não mais do que isso"8 Estas citações bastam para mostrar que o Dr. Peale aparentemente não faz nenhuma distinção entre a fé em Deus e a fé em si mesmo. De fato, o que ele demonstra é não se preocupar absolutamente com o objeto da fé. Ele recomenda, como parte de seu sistema de acabar com as preocupações, que a primeira coisa a fazer todas as manhãs, ao acordarmos e antes de nos levantarmos, é dizer em voz alta "eu creio!" três vezes9; mas ele não nos diz em que devemos estar afirmando que cremos com tanta confiança e insistência. As últimas palavras de seu livro são simplesmente "tenha, pois, fé, e viverá feliz"10. Mas fé em quê? Crer em quem? Para o Dr. Peale a fé não passa de mais uma palavra para exprimir autoconfiança, ou um exagerado e não fundamentado otimismo. Ouvi dizer que o Dr. Peale mudou seu ponto-de-vista depois de Ter escrito este livro, mas o livro acha-se ainda em circulação, e sendo lido. E nesse livro parece estar bem claro que o seu pensamento positivo é, no fim das contas, meramente um sinônimo para "fé naquilo que a gente quer que seja verdade". O mesmo se pode dizer com relação ao Sr. W. Clement Stone, o filantropista e fundador de "Atitudes Mentais Positivas". "De simples homens comuns fazemos super-homens", diz ele, pois desenvolveu "a técnica de vendas para acabar com todas as técnicas de vendas". Porque "você pode até mesmo vender-se a si próprio, recitando da mesma maneira como fazem os vendedores da AMP todas as manhãs: "estou contente, tenho saúde, sou o máximo!" 11 Mas a fé cristã é bem diferente do "pensamento positivo" de Peale e das "atitudes mentais positivas" de Stone. Fé não é otimismo. Fé é uma confiança racional, uma confiança que, em profunda reflexão e certeza, conta com o fato de que Deus é digno de todo crédito. Por exemplo, quando Davi e seus homens voltaram a Ziclague, antes dos filisteus terem matado Saul na batalha, um terrível espetáculo os aguardava. Na sua ausência os amalequitas tinham saqueado a sua aldeia, incendiado as suas casas e levado cativas as suas mulheres e crianças. Davi e seus homens choraram "até não terem mais forças para chorar" e então, na sua amargura, o povo cogitou de apedrejar a Davi. Era uma crise séria, e Davi facilmente poderia Ter-se deixado cair no desespero. Mas, em vez disso, lemos que "Davi se reanimou no Senhor seu Deus"12 Esta era uma fé verdadeira. Ele não fechou seus olhos aos fatos. Nem tentou criar sua própria autoconfiança, ou dizer a si mesmo que se sentia realmente muito bem. Não. Ele se lembrou do Senhor seu Deus, o Deus da criação, o Deus da aliança, o Deus que prometeu ser o seu Deus e colocá-lo no trono de Israel. E à medida em que Davi se recordava das promessas e da fidelidade de Deus, sua fé crescia e se fortificava. Ele "se reanimou no Senhor seu Deus". Assim, pois, a fé e o pensamento caminham juntos, e é impossível crer sem pensar. CRER É TAMBÉM PENSAR! O Dr. Lloyd-Jones deu-nos um excelente exemplo neotestamentário desta verdade no comentário que fez de Mateus 6.30 em seus Studies in the Sermon on the Mount (Estudos sobre o Sermão da Montanha): "Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?" A fé, de acordo com o ensinamento do nosso Senhor neste parágrafo, é basicamente o ato de pensar, e todo o problema de quem tem uma fé pequena é não pensar. A pessoa permite que as circunstâncias lhe oprimam... temos de dedicar mais tempo ao estudo das lições de nosso Senhor sobre a observação e a dedução. A Bíblia está repleta de lógica, e de forma alguma devemos pensar que a fé seja algo meramente místico. Nós não nos sentamos simplesmente numa poltrona, permanecendo à espera de que coisas maravilhosas nos aconteçam. Isso não é fé cristã. A fé cristã é, em sua essência, o ato de pensar. Olhem para os pássaros, pensem neles, e façam suas deduções. Vejam os campos, vejam os lírios silvestres, considerem essas coisas... A fé, se quiserem, pode ser definida assim: É insistir em pensar quando tudo parece esta determinado a nos oprimir e a nos pôr por terra, intelectualmente falando. O problema com as pessoas de pequena fé é que elas, ao invés de controlarem seus próprios pensamentos, os seus pensamentos é que são controlados por alguma circunstância e, como se diz, elas passam a rodar em círculos. Isso é a essências da preocupação... Isso não é pensamento; isso é ausência completa de pensamentos, é não pensar.13 Antes de deixar este assunto, que trata do que compete à mente na fé cristã, gostaria tão somente de abordar as duas ordenanças do Evangelho: o batismo e a ceia do Senhor. Pois ambas são símbolos cheios de significado, destinados a trazer bênçãos aos cristãos, despertando-lhe a fé nas verdades que simbolizam. Consideremos a ceia do Senhor, por exemplo. Em seu aspecto mais simples, é uma visível dramatização da morte do Salvador pelos pecadores. É uma recordação racional daquele evento. Nossas mentes têm que trabalhar em torno do seu significado e apropriar-se da certeza que nos oferece. O próprio Cristo fala-nos através do pão e do vinho. "Morri por vós", diz ele, e ao recebermos sua palavra, ela deve trazer a paz a nossos corações culposos. Desta forma, Thomas Cranmer escreveu que a ceia do Senhor "foi ordenada com este propósito, que toda pessoa dela participando, no comer e no beber, se lembre de que Cristo morreu a seu favor, e exercite sua fé, confortando-se na lembrança dos benefícios que Cristo lhe propiciou".14 A segurança cristã é a "plena certeza da fé".15 E se a certeza decorre da fé, a fé decorre do conhecimento, do seguro conhecimento de Cristo e do Evangelho. Como o expressou o bispo J.C. Ryle: "Uma grande parte de nossas dúvidas e de nosso temores provém de sombrias percepções do que seja a real natureza do Evangelho de Cristo... a raiz de uma religião feliz é um claro, preciso e bem definido conhecimento de Jesus Cristo."16 JOHN R. W. STOTT Notas
UMA DEFINIÇÃO SOCIOLÓGICA DE SEITA O que se pode afirmar das seitas que seja válido em geral dentro de contextos culturais e épocas diferentes? É preciso que tal afirmação não deixe que alguns fatores culturais e históricos concretos empanem os elementos sociais uniformes que se dão na estrutura e desenvolvimento das seitas. As seitas são agrupamentos de caráter voluntário. Os indivíduos têm certa possibilidade de decidir (teoricamente, uma possibilidade absoluta de decidir) com respeito a sua adesão aos dogmas da seita. O crente deve eleger a seita, embora se trate, na realidade, de uma eleição reciproca ( a seita admite ou rejeita essa pessoa). Para passar a ser um de seus membros se requer certa prova de mérito: o indivíduo tem de ser digno de pertencer a ela. Há nisso um forte sentido de identidade: aquele que é admitido se converte em "um dos nossos". E este "dos nossos" se coloca acima de todos os demais "nossos", crescendo em força no sentido em que a seita reclama para si um acesso especial e, normalmente, exclusivo as verdades sobrenaturais. A seita é um grupo que exige de seus membros um submissão plena e consciente que se não chega a eliminar todos os demais compromissos deve, ao menos, situar-se acima deles, quer se refiram ao estado, a tribo, a classe social ou a família. Relacionado a estas características, se encontra o fato que a seita se considera a si mesma como uma elite. Enquanto possuidora da única e verdadeira doutrina, dos ritos adequados e dos modelos corretos de retidão no comportamento social, se considera a si mesma com um grupo aparte, arrogando para si normalmente a salvação exclusiva. As seitas mostram normalmente uma inclinação para o exclusivismo. O estar afiliado a elas se situa acima de todos os demais compromissos de tipo secular, e normalmente exclui os demais compromissos religiosos. Ao separar-se dos outros grupos, as seitas impugnam a santidade e autoridade dos mesmos; o fato de pertencer a uma seita determinada supõe, assim, um distanciamento, e talvez uma hostilidade, frente a outras seitas e grupos religiosos. Do rigor destes atributos se segue que a maioria das seitas, sendo voluntárias, têm um vida muito intensa e impõe a seus membros responsabilidades, assim como contam também com certos procedimentos para expulsar os desviados. A seita não é uma entidade inconsciente, como poderia ocorrer com uma casta ou um clã em determinadas circunstâncias sociais. Em outras palavras: não é um grupo social que se considere como uma unidade "natural". Em oposição ao modo tradicional que tinham os judeus de conceber sua fé, ou os povos latinos de conceber o catolicismo, a seita tem consciência de si mesma, e sua formação e recrutamento são processos conscientes e deliberados. Por isso, é também um grupo que possui um sentido de sua própria integridade e que pensa que essa integridade pode ser ameaçada pelos membros despreocupados ou insuficientemente comprometidos. Por isso, as seitas expulsam aqueles que se mostrem indignos delas. Isto impõe, por sua vez, uma série de normas a cada um dos seus membros. Eles hão de seguir a vida do perfeito sectário e, por conseguinte, a voluntariedade de sua submissão e a prova de que merece ser membro do grupo somente serão possíveis se tenham um sentido de compromisso pessoal. Como as seitas não admitem discriminações quanto ao grau de compromisso, a integridade da seita e claramente a integridade que reina entre seus membros. O autocontrole, a consciência e a retidão são, pois, importantes características do sectarismo. Embora as seitas professem uma série de ensinamentos, de mandamentos e de práticas distintos dos que mantêm os ortodoxos, esta alternativa não supõe jamais uma total e absoluta negação de todos os elementos existentes na tradição ortodoxa, pois de outro modo não poderíamos qualificar a seita de ser uma seita. Ela ainda se mantêm, ou procura manter-se, e mesmo defender sua posição de ser a forma mais pura e legitima da fé original. Se trata fundamentalmente de acentuar uma série de matizes diferentes, acrescentando-se alguns elementos novos e suprimindo outros. Para propor esta alternativa a seita deve recorrer a algum principio de autoridade distinto daquele que é inerente a tradição ortodoxa, defendendo, ao mesmo tempo, sua supremacia. A autoridade invocada por uma seita pode ser a suprema revelação de um líder carismático, pode consistir em uma reinterpretação dos escritos sagrados, ou bem pode ser a idéia de que os verdadeiros fiéis obterão uma revelação por si mesmos. Em qualquer caso, a seita renega a autoridade oficial da fé ortodoxa. CARACTERISTICAS GERAIS VOLUNTARIEDADE. Embora as seitas sejam organismos de caráter
voluntário, existe certa tendência a que os filhos de seus
membros abracem a mesma fé de seus pais. No cristianismo ocidental
uma determinada seita pode continuar exigindo de seus jovens adeptos
a profissão explicita de seus dogmas, o mesmo que fez com seus
pais, já que em tais sociedades existe a possibilidade de escolha
entre numerosas religiões.
AS SEITAS NO CONTROLE As Testemunhas de Jeová (TJ), em diversos países, têm adquirido o direito de continuarem propagando seus ensinos através de decisões judiciais. A busca da liberdade de expressão e adoração tem sido tema de vários artigos da revista A Sentinela. Buscam na lei amparos para propagarem sua ideologia. Contudo, os fatos demonstram que a justiça secular tem sido tolerante e compreensiva em contraste com os 'juizes' ou 'corpo governante' deste movimento. Em certa ocasião, numa disputa judicial a respeito do direito de não saudar a Bandeira Nacional, um dos juizes da Suprema Corte declarou: "Este é um caso difícil, não porque os princípios de sua decisão sejam nebulosos, mas porque a bandeira envolvida é a nossa." Ainda assim aqueles juizes concederam permissão para as TJ não saudarem a Bandeira. Esta liberdade adquirida pelo grupo é apenas superficial, como ficou explícito pelo juiz. O juiz concluiu: "A liberdade para discordar não se limita àquelas coisas que não importam muito. Isso seria uma mera sombra de liberdade. A prova de sua essência é o direito de discordar quanto a coisas que tocam o coração da ordem existente." (1) Exatamente neste ponto são intolerantes! Em seus artigos na revista A Sentinela clamam pela liberdade, e nos tribunais lutam pelo direito de expressão e se levantam em juízo contra aqueles que demonstram as implicações dos ensinos de sua organização, tendo como desculpa sua liberdade de adoração e expressão. Enquanto isso, dentro de sua comunidade ferem o direito de seus membros questionarem seus ensinos e fecham-lhes as possibilidades de analisarem e repensarem suas bases doutrinárias. Qualquer manifestação em contrário acarreta punição, que vem através de retaliação social. Isto inclui os membros do 'corpo governante' (CG) (2), como veremos adiante. O artigo principal da revista A Sentinela 1º de Maio deste ano, intitulava: "Todos Querem Ter Liberdade", e isto é verdade! Todos queremos ser livres, contudo estão 'podados' em sua própria consciência. Inspirado, o apóstolo Pedro alertou: "prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor." II Pe 2.19 Ensinos enraizados das TJ só encontram mudanças quando o 'relatório mundial' apresenta decréscimos. Sem este 'ponto crítico' nenhuma mudança é permitida. Contudo, mesmo nas reuniões fechadas do 'corpo governante' há 'crises de consciência'. Pois diferente do que se esperava, os membros do CG não são unânimes, e isto até mesmo nos assuntos mais delicados do grupo! Questões como 'parousia', isto é, o tempo da presença invisível do Senhor, 1914, já foi pauta de discussão - 1957 foi uma data apreciada! Recentemente, em 1996, houve uma mudança quanto a questão do serviço militar alternativo. Se esta fosse a posição das TJ durante a Segunda Guerra Mundial, muitas vidas teriam sido poupadas, principalmente na Alemanha e em Malawi, África. Em outras palavras, normas e crenças atuais do CG seriam consideradas apóstatas em outras ocasiões. Um ex-membro do CG, Raymond Franz, após 60 anos como TJ, destes, nove anos como diretor mundial, agora tem relatado a real condição deste movimento. Em seu livro, Crisis de conciencia, em espanhol, relata em pormenores, as experiências que teve até atingir o topo da 'organização'. Entre centenas de problemas ideológicos do CG das TJ, ele enfatiza a atitude inquisidora demonstrada pelo corpo governante (CG) ou 'escravo fiel e discreto'. Os artigos de números anteriores da revista Defesa da Fé expõe a estrutura 'teológica' delicada e inconsistente do grupo. Contudo, muitos que têm saído da 'organização' das TJ sofrem muitas dificuldades, ideológicas, espirituais e sociais. Estes compõem um grupo difícil, pois devido ao treinamento intensivo que recebem se esquivam de conhecer a fé cristã, mas a Igreja Cristã (3) deve preparar apologistas que venham acalentar estas ovelhas feridas. A comunidade cristã do primeiro século estava preparada para receber os "sacerdotes que obedeciam a fé" ( At 6.7 ) Aqüila e Priscila expuseram à Apolo o caminho de Deus com mais exatidão. ( At 18.23-26 ) Devemos ter em nossas igrejas líderes bem preparados para exporem com exatidão o caminho de Deus, o Evangelho de Cristo, àqueles sectários que desejarem sair das seitas. Os sectários precisam transpor uma muralha intelectual, devido ao treinamento intensivo que tiveram em suas comunidades. Treinamento Intensivo A salvação ensinada nas TJ não se baseia na fé, mas no 'conhecimento fornecido pela organização'. Seus livros e revistas bem ilustrados, e seu valor acessível (4) são uma isca para os incautos. O teor das perguntas para o batismo gira em torno do que poderíamos chamar de 'anti-estudo básico' de teologia, visto que focalizam seus estudos condenando os pontos básicos do verdadeiro cristianismo. Diante disto, os cristãos deveriam ser mais zelos em estudar as Escrituras e ler bons livros teológicos! O apóstolo Pedro em sua carta, nos exorta: "antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós." ( II Pe 3.15) Controle Mental Sem Memória O fundador das TJ, foi Charles Taze Russell. Durante sua presidência era considerado o 'escravo fiel e discreto', era o redator de toda literatura. Próximo a sua morte, vendo que nenhuma de suas profecias cumpriram, mas com uma determinação de manter a corporação, expressou seu desejo em testamento, de ter um corpo governante composto de cinco diretores. Com sua morte desencadeou a primeira crise na Sociedade, pois seu desejo foi desrespeitado pelo seu sucessor, Joseph F. Rutherford, que tomava todas decisões sem consultar outros diretores. Embora a revista Watchtower (A Sentinela) apregoava teocracia (6) como forma de governo apropriado para a 'organização de Deus' a autocracia (7) continuava e foi claramente demonstrada em 1917, quando Rutherford teve problemas com o CG, simplesmente expulsou quatro diretores inconvenientes. Quais os motivos de tais expulsões na sede mundial? Embora apareceram rumores absurdos, que denegriram a imagem dos envolvidos, procurando acusá-los de imoralidades, desvios de valores, e qualquer coisa que manche suas reputações - eram pessoas de confiança que cometeram o 'erro' de não aceitarem o sistema. Depois de muitos anos de 'serviço' nos escritórios ou designações, foram considerados apóstatas (8). A propósito, eu autor deste artigo, já presenciei e colaborei em diversas expulsões semelhantes, que envolvia apenas pontos de vistas diferentes da ideologia da STV - eu fui TJ por vinte e quatro anos, destes, cinco como ministro ordenado de tempo integral. Em 1941, Rutherford em um discurso, se dirigindo especialmente aos jovens de 5 a 18 anos, deu-lhes como presente, um livro chamado "Filhos", emocionalmente convidou estes jovens a terem como alvo o trabalho de casa em casa, protelando o casamento para depois do armagedom.(9) Centenas de jovens abraçaram o celibato, desde então, os escritórios e as designações especiais tinham como requisito básico 'não se casar'. Isto chegou ao ponto de criar um 'provérbio': 'Perder a condição de solteiro significa perder a designação'. Esta regra durou 9 anos (até 1950). Hoje não se proíbe casar, mas se proíbe aos ministros ordenados de tempo integral terem filhos. Depois se soube que naquela época Rutherford estava morrendo de câncer. Seu maior desejo era ver o 'novo mundo' surgir - haviam profetizado o início do novo mundo para aquela época - e suas declarações embora fossem censuradas pela maioria da diretoria, não podia ser barrado, afinal era o presidente, e poderia fazer 'outra' limpeza. As crises na STV continuaram, em 1975 os diretores exigiram que o papel do CG fosse real e não fictício; o então presidente Nathan H. Knorr não agüentou nem o tumor cerebral que estava sofrendo nem a pressão da diretoria, então foi feita a reorganização e finalmente os membros do CG passaram a ter voz ativa. Note que desde 1874 se apregoava a existência de um CG, mas o mesmo de fato nunca havia existido senão a partir de 8 de junho de 1975. Uma das doutrinas básicas das TJ é a relevância do 'escravo fiel e discreto', como canal de Deus para a humanidade. Se tal doutrina que é a base da unidade das TJ era fictícia, o que se pode esperar das demais? Alcançando os Dissidentes 1. Devemos usar armas espirituais, principalmente a oração. Lembre-se: "as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo." II Co 10.4,5 2. Mostre para a TJ que Jesus Cristo tem uma posição ímpar, ou ele é Deus, ou a Bíblia chama uma criatura de Verdadeiro Deus - o que é impossível! Portanto, Jesus Cristo não muda, é eterno ( Hb 13.8 ) ele opera hoje, como sempre operou, Deus não está limitado à um milênio ou período de tempo como crêem as TJ. 3. Deus Pai nunca chamou nenhum anjo de Filho ( Hb 1.5,6) antes, ao Filho é concedida a honra de adoração. Ou Jesus é Verdadeiro Deus, ou o Novo Testamento aceita idolatria. ( AP 19.10 ) 4. Ajude a TJ a entender que Deus não tem uma 'organização' na terra, mas Ele tem um 'organismo vivo' a Sua Igreja, que é composta de todos aqueles que esperam Nele. Embora sua Igreja seja diversificada é espiritualmente unida! ( I Co 12.12-27) 5. Convide a TJ a participar do convite celestial ( Ap 19.9 ) "Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro." Este convite não é limitado a apenas 144 mil, mas "a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome." ( Jo 1.12 ) Prepare outros esboços como os cinco pontos acima, para poder
'dialogar' com os sectários. Tendo alguma dificuldade, não
desista, em pouco tempo você conhecerá os argumentos básicos
das seitas. E você verá o quanto isto ajudou no seu crescimento
espiritual!
CÉU E INFERNO - LUGARES OU ESTADOS? A FOLHA UNIVERSAL publicou, na sua edição de 29 de agosto de 1999, um artigo com o título "PAPA DIZ QUE CÉU E INFERNO SÃO ESTADOS DE ESPÍRITO." Continua a notícia: "De acordo com o papa, o céu não é um lugar,
mas 'um estado de espírito', que pode ser alcançado por
qualquer homem, desde que, após a sua morte, este passe um tempo
determinado no que a doutrina católica chama de 'purgatório',
ou limbo. INFALIBIDADE PAPAL Significa isso que tudo o que o papa ensina e deve ser crido pelos fiéis, e todos os seus mandamentos devem ser obedecidos. Só se tornou artigo de fé esse dogma católico em 1870, pelo Concílio Vaticano. Embora essa suposta infalibilidade seja sobre assunto tão importante, é preciso que tenhamos presente a declaração de Paulo em Gl 1.8, 9, no sentido de que nenhuma autoridade se sobreponha a autoridade da Bíblia. "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho alem do que já vos tenho anunciado seja anátema. Assim como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." Com isso, Paulo quis tornar claro que nenhuma autoridade angelical, considerada superior aos homens (Hb 2.7), como também nenhum ser humano pode arrogar para si autoridade soberana sobre a Bíblia. Entretanto, a Igreja Católica não pensa assim e outorgou ao papa o poder divino da inerrância. Inocêncio III professa a doutrina de que o papa ocupa na terra não o lugar de um homem, mas o de um Deus. (Inocent III, Decret, de Concess, tit. 8) (citado em Roma, Sempre a Mesma, p. 126, de Hippolyto de Oliveira Ramos). A Igreja Católica cita três passagens das Escrituras para apoiar a tese que sustenta a respeito do primado de Pedro e da sucessão apostólica culminando com o atual papa João Paulo II: Mt 16.18, 19; Lc 22.31,32 e Jo 21.15.17. Em nenhuma dessas passagens bíblicas citadas encontramos apoio para a primazia de Pedro. Jesus afirmou sua posição de supremacia e governo sobre os apóstolos "Um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e vós todos sois irmãos." (Mt 23.8,10) Pela sua morte na cruz e pela sua ressurreição dentre os mortos ele ocupa posição de primazia e não Pedro. O próprio Pedro declarou ser Cristo a pedra e não ele: "Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. (At 4.11,12). Outras citações confirmam essa interpretação: "Pôs todas as coisas debaixo de seus pés e o constituiu chefe de toda a Igreja." (Ef 1.22) "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o mesmo Jesus Cristo a principal pedra angular. "(Ef 2.20) A Bíblia aponta apenas dois lugares depois da vida presente: o céu e o inferno, como lugares definitivos e irreversíveis. Entretanto, os católicos admitem mais dois lugares: o purgatório e o limbo. O purgatório é um lugar de purificação e de cumprir pena. Para isso são rezadas missas e são feitas orações pelos mortos. O limbo é um lugar de castigo mais ameno para as crianças que morrem sem batismo. O CÉU PESSOAS QUE ESTÃO NO CÉU "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar . E, se eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (Jo 14.2,3) Assim, podemos verificar, pela Bíblia, pessoas que já estão no céu como um lugar: Deus, o Pai: "Pai nosso, que estás nos céus... Venha
o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu."(Mt
6.9,10) Da mesma forma que a terra é um lugar onde habitamos
nós seres humanos, o céu é também lugar.
O INFERNO Sheol (hb.) Hades (gr.) indicam o lugar das almas perdidas até a segunda ressurreição. A palavra Seol aparece 65 vezes no Velho Testamento: Gn 37.35; 42.38; 44.29,31; Nm 16.30,33; Dt 32.22; 1 Sm 2.6; 2 Sm 22.6; 1 Rs 2.6,9; Jó 7.9; 11.8; 14.13; 17.13,16; 21.23; 24.19; 26.6; Sl 6.5; 9.17; 16.19; 18.5; 30.3;31.17; 49.14; 55.15; 86.13; 88.3; 89.48; 116.3; 139.8; 141.7, etc. A palavra Hades aparece 10 vezes no Novo Testamento: Mt 11.23; 16.18; Lc 10.15; 16.23; At 2.27, 31; Ap 1.18; 6.8; 20.13,14. Significa o mundo invisível das almas dos mortos. Geena: lugar dos corpos e almas dos perdidos depois do Juízo Final, também chamado o lago de fogo e segunda morte (Ap 20.11-15) A palavra correspondente no V. T. é 'vale do filho de Hinon'. A forma grega do hebraico é geh hin-nóm. Js 15.8; 18.16; 2 Cr 28.3; 33.6; Jr 7.31, 32; 32.35. Aparece a palavra Geena 12 vezes no Novo Testamento: Mt 5.22,29,30; 10.28; 18.9; 23.15, 33; Mc 9.43,45,47; Lc 12.5; Tg 3.6. Tártaro: lugar dos anjos caídos. A palavra só se encontra uma vez : 2 Pe 2.4. "Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juizo." PARA QUEM FOI FEITO O INFERNO GRAUS DE PUNIÇÃO Enquanto o homem tem vida física, pode se encontrar num estado de espírito em que esbraveja sentir-se num inferno, mas deixando esta vida pela morte, poderá se encontrar para sempre num lugar de tormento eterno e consciente que se denomina inferno. "Se qualquer coisa menos que a punição eterna for devida em vista do pecado, que necessidade havia de um sacrifício infinito para livrar do castigo? Jesus derramaria seu precioso sangue para livrar-nos das conseqüências de nossa culpa, se tais conseqüências fossem apenas temporárias? Conceda-se-nos a verdade de um sacrifício infinito, e disso tiraremos a conclusão de que o castigo eterno é uma verdade." (Dicionário de Escatologia Bíblica, de Claudionor Corrêa de Andrade, p. 40, CPAD) CONCLUSÃO Não deixamos de reconhecer que " O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente .Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido."(1 Co 2.14,15)
COMO DISCIPULAR EX-ADEPTOS DE SEITAS Desilusão, angustia, perda da confiança em si mesmo, medo de voltar ao estilo de vida anterior ao do envolvimento com a seita, tensão, incerteza, crise de identidade, falta de rumo, etc. Estas são as companhias constantes de quem abandona uma seita herética. Muitos se descrevem como "arrasados, mutilados"; outros dez anos após terem deixado o grupo ainda permanecem nesse estado. Alguns partem para novas experiências religiosas em busca da "única igreja verdadeira", vão de igreja em igreja, decepção seguida de decepção. Ainda há aqueles que tentam recuperar o tempo perdido e passam a dispensar maior atenção as relações familiares, ao emprego, aos estudos, enquanto deixam Deus de fora de suas vidas. A Dra. Margaret Thater Singer, como resultado de uma pesquisa intensa feita com 3000 mil ex-sectáristas observou entre eles: "casos significantes de depressão, solidão, ansiedade, baixa auto-estima, superdependência, confusão, inabilidade para se concentrar, psicoses"(1) . Isso tudo é conseqüência de se ter estado associado a uma seita destrutiva que abusa emocional e espiritualmente do indivíduo. Steve Hassan, autor de "Combatendo o Controle Mental das Seitas"(2) , faz uma lista de quatro marcas básicas do controle mental exercido pelas seitas: ? Controle Emocional ? Controle de Conduta ?Controle de Pensamento ?Controle de Informação Muitos por desconhecerem estes aspecto das seitas acham que os ex-sectaristas sofrem inteiramente de problemas espirituais e nada mais. Pessoas que fizeram parte de uma seita têm problemas e necessidades especiais. Umas das dificuldades é que encontram má compreensão e invariavelmente estigma, na comunidade evangélica. Os apologistas Ronald M. Enroth e J. Gordon Melton, lançaram um grande desafio em um de seus excelentes livros: "Nós desafiamos os cristãos para estenderem companheirismo e amizade para esta nova minoria os ex-sectaristas"(3) . A grande maioria daqueles que saem de uma seita sofrem enormes privações. Isso implica no fato que temos o dever moral de ajudá-los, não somente levando-os a Jesus Cristo, mas dando-lhes assistência no que for necessário para que reestruturem suas vidas. Nos últimos anos houve um crescente crescimento da apologética em nosso país, vários livros foram lançados expondo o erro religioso e defendendo magistralmente a verdade, porém a igreja cristã permanece apática na sua compreensão dos afeitos danosos que o envolvimento com grupos pseudos-cristãos traz ao indivíduo e a sociedade como um todo, sem contar naqueles que chegam feridos em nossas igrejas e permanecem com várias seqüelas por causa de seu anterior envolvimento sectário. Eles carecem de um envolvimento intenso e relacional com cristãos maduros que os oriente não somente a abandonar falsos ensinos e aprender as verdades bíblicas, e essencialmente o amor incondicional do Salvador. Em junho de 1980 cristão de vários países se reuniram em Pattaya, Tailândia, sob o patrocínio da comissão de Lausanne para a Evangelização Mundial afim de tratar de questões pertinentes a obra de evangelização mundial. Um dos temas pulsantes desse congresso foi a "Mini Consulta para a Evangelização de Místicos e Sectaristas"(4). Na ocasião foram dadas preciosas instruções sobre o aconselhamento de pessoas que fizeram parte de uma seita. Seguem abaixo algumas sugestões (com adaptações) apresentadas naquele encontro que são vitais àqueles que desejam ajudar um ex-sectarista: "Acompanhamento: Freqüentemente, os que abandonam uma seita religiosa são muito desconfiados e assustados. Eles precisam de muito de segurança e de compreensão. Ele precisa ser abordado com gentileza amor e respeito. O anterior grupo e seus líderes não devem serem escarnecidos ou atacados. Isso provocaria uma atitude defensiva. É essencial descobrir por que ele (ou ela) se uniram ao grupo. Pode haver muitas razões. Estimule-o a falar sobre isso. O calor e a aceitação pessoal, por um lado e o espírito de oração no intuito de triunfar no conflito espiritual, por outro lado são os fatores chaves. São mais importante que a lógica e a argumentação(5). Entretanto , é necessário ter um bom conhecimento dos ensinamentos do grupo, e ser capaz de questioná-los polidamente, porém com firmeza, com base na Palavra de Deus. Pode ser importante insistir várias vezes sobre alguns pontos simples, quando ex-sectarista se mostrar confuso. Cuidado para não manipular ou fazer ameaças! Enquanto oramos e alimentamos a esperança de que ele posso estar desenvolvendo a cada dia seu relacionamento com Jesus Cristo, precisamos tomar cuidado para não tirarmos vantagem de seu estado de confusão mental. Nossa primeira responsabilidade é encorajá-lo e ajudá-lo a entender tudo que passou e a libertar-se dos traumas oriundos de sua anterior experiência religiosa. Do contrário, estaremos sendo culpados de violar sua personalidade, exatamente como fez o grupo aliciante. A tarefa de assumir a "paternidade espiritual" (o cuidado) pode ser extremamente exigente. Requer tempo, paciência, recursos emocionais e energia espiritual. É preciso lutar em oração! Incentive-o na leitura da Bíblia (Hebreus 4:12). Ponha-o em contato com outros que tem o mesmo transfondo religioso e que experimentaram a Graça irresistível de Deus em suas vidas." Pode-se levar meses ou até anos para a recuperação total de um ex-sectarista. Porém, é extremamente gratificante ver cada dia o progresso deles na fé e a cada momento conhecendo mais da amabilidade, misericórdia e fidelidade de Deus em suas vidas. (Êxodo 34:6), entendendo assim que a Graça de Deus é suficiente para a cura de feridas e traumas passados. Wagner S. Cunha NOTAS
ASTROLOGIA
ASTROLOGIA "Qual é o seu signo?" - Esta tem sido uma expressão comum para iniciar uma amizade, e não parece ser tão perigoso, não é mesmo? A astrologia tem expandido em diversos setores, sua popularidade tem alcançado shopping centers, livros de leitura soft. Revistas semanais que tratam da beleza não deixam de orientar as cores que devem combinar com seu 'astral'. Agora neste mês, há uma grande procura de mapas astrais, consultas à horóscopos, a escolha da cor 'certa' para entrar no próximo ano - afinal é o tão esperado ano 2000! Pessoas influentes, astros de hollywood, autoridades políticas e religiosas são alvos de reportagens escrutinosas. Por outro lado, alertamos: a popularidade da astrologia não significa sua veracidade - precisamos examinar suas credenciais; se é que existem! Em quê consiste a astrologia? São apenas cálculos usando como referência os planetas e suas conjunções, na época do nascimento? Tem alguma influência sobre nós , habitantes de um dos planetas do sistema solar, o planeta Terra? Se há alguma influência, isso deve nos interessar e devemos verificar sua fonte. Mas se os seus pilares forem mitológicos, então todo o 'edifício' estará comprometido. Além disso, o que diz a Palavra de Deus sobre o assunto? Astrologia , religião-ciência milenar Quando as "respostas"chegavam, embora naturais, geravam confiança e personificava os fenômenos e os poderes da natureza. Assim a observação deixava de ser apenas 'astronômica' e encorporava características devocionais (religiosidade), nascia então a astrologia - é bom lembrar que o povo de Deus, diferente das nações, sempre creditou à Deus a autoridade sobre toda a criação. (Gn.1:1; Cl. 1:16,17) A astronomia e a astrologia cresceram mescladas, eram inseparáveis, até ao tempo de Johann Kepler, no século XVII, quando foram dissossiadas e desenvolveram com suas características próprias. Kepler nascido em Weil, Alemanha, educou-se em Tubingen, tornou-se conceituado astrônomo, considerado fundador das ciências exatas. Entrou em controvérsia com a Igreja Romana, acerca da centralidade da Terra. Suas palestras contribuíram para uma visão da astronomia diferenciada da astrologia. A astronomia é aquele ramo da ciência que estuda o Universo, o mundo lá fora, é algo fascinante, que glorifica o Deus Verdadeiro: "O Senhor...conta o número das estrelas, chamando-as a todas pelos seus nomes." "Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas." (Salmos 147:2-4; 148:3) Por outro lado, a astrologia trata da influência mística sobre as nações e as pessoas individualmente, para tanto, esta influência deve ser inteligente, e sua origem deveria ser nos planetas. Portanto, perguntamos, seriam os planetas investidos deste poder? 'Deuses' na astrologia? Jamais uma simples posição dos planetas poderia 'falar' ou projetar as influências dos astros sobre as pessoas ou nações. Os cálculos, por si mesmos, não falam sobre personalidade, dificuldades, ou conjecturas de ninguém. Por outro lado, os 'deuses' da mitologia grega , que tem seus similares na antiga Babilônia e Egito, estes sim , tem suas carcaterísticas personificadas nos planetas. Quando uma posição astrológica é consultada, não observa-se apenas a posição planetária, o interesse é revestir estas posições das características destes deuses mitológicos. Como num 'passe de mágica' os planetas passam a emanar personalidade, desejo, indiferença, ódio, vingança, luxúria... todas as características humanas e suas limitações - portanto, muito longe da realidade cristã, que nos ensina sobre o amor de Deus, "de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna." (João 3:16) "Qual o seu signo?" Pode parecer uma pergunta inocente, apenas para 'quebrar o gelo' de uma nova amizade, contudo está cercado de mitologia, semelhante aos demais ramos do ocultismo, que apregoam contatos com emanações que iluminam o 'eu' interior. Ou, em uma leitura casual, de alguma revista ou jornal, ao deparar com um horóscopo, talvez tenha a curiosidade superficial - como aquela de ler um recadinho num papel de bala - então lhe salta aos olhos a previsão 'certa'. Talvez você estivesse precisando apenas de um incentivo, e algo que leu em um horóscopo foi exatamente o que desejava ouvir, isto chamou sua atenção, e depois, um outro dia, faz uma nova consulta. Também deu certo, e uma terceira tentativa não deixa dúvidas... 'realmente' as projeções acontecem! Agora, voçê não faz nada sem espiar as previsões! Esta pessoa tornou-se um 'devoto'da astrologia. Abraçará a religião-ciência, fechará os olhos para a origem 'real'de sua crença - a mitologia greco-romana. Ilusão e generalidades Uma das bases da astrologia é a mitologia. A palavra 'mitologia' refere-se às fábulas dos deuses, semideuses e heróis das lendas greco-romanas. Tais deuses nunca existiram, são produtos da imaginação, símbolos das forças da natureza e incluíam personificações dos vícios humanos. Por exemplo: o amor e a beleza eram personificados na deusa romana, Vênus, e toda uma estória depravada era desenvolvida como 'cenário' deste ídolo. Tais deuses não comunicavam virtudes, pois sempre alcançavam seus anseios em detrimento de outros. Este primeiro pilar da astrologia compromete suas pretenções. Poderíamos confiar nossas decisões diárias em previsões que são sustentadas pelos caprichos de deuses imaginários? Infelizmente, muitos consultam horóscopos para escolherem uma profissão e até um cônjuge! A Palavra de Deus adverte: "...sabemos que o ídolo nada é no mundo e que não há outro Deus, senão um só." (I Co. 8:4) Podem as lendas ser um pilar confiável? Não! Este 'calcanhar' já está exposto! A conduta perversa e os vícios dos personagens lendários expõem também a fragilidade moral da astrologia. Os deuses greco-romanos, e todos os demais íolos do mundo, refletem as depravações da humanidade - e isto pode ser observado repetidamente em cada estória que acompanha as sagas dos deuses. E são destas ilusões que se revestem os planetas, para que tenham suas influências! Sem dúvida estes deuses da astrologia são faltosos, não possuem nenhuma moral! Portanto, poderia um cristão, apenas por curiosidade, consultar uma 'inocente' página de horóscopo em um jornal diário, ou emissora de rádio? Não! "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso." (IICo. 6:14-18) O apóstolo Pedro nos adverte a não voltarmos a ser 'servos da corrupção'(IIPe.2:17-22). É exatamente este o resultado das previsões genéricas. São uma armadilha, uma rede de arrasto. A generalidade das previsões causam ilusão, pois possuem linguagem abstrata que podem ser adaptadas às particularidades por milhares de pessoas. Previsões como: 'não faça um negócio hoje', 'uma pessoa distante vai lembrar de voçê, e vai te visitar', e tantas outras, que podem cumprir de diversas maneiras, são uma armadilha, pois podem se 'realizar' adaptando-se a quaisquer fatos. Por exemplo, uma previsão do tipo 'vai fazer sol, mas pode chover', é ambígua, não merece crédito. 'Não faça um negócio hoje', pode ser aplicado de diversas maneiras, em todas as classes sociais, pois todos nós tomamos diariamente decisões que envolvem negócios, não é mesmo? Deste naipe são as previsões astrológicas! Consultar os astros é idolatria, a Bíblia adverte das trevas espirituais que sofrem os idólatras: "pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração,"e "por isto Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira."(Rm.1:24;IITs.2:11) A ilusão da generalidade é uma armadilha, uma rede que aprisiona o raciocínio, iludindo o consultante. A mente pode ficar tão absorta nas previsões, que divagando, as moldará ao evento mais próximo de sua interpretação. Já vimos que as duas colunas da astrologia estão comprometidas com o fracasso, mitologia e imoralidade (1), conseqüentemente, todo o restante é frágil. Contudo, encontramos alguns que insistem em dizer que detalhes 'pessoais' são conseguidos através da 'leitura' do horóscopo. Porém, respondemos, não apenas alí, mas devemos observar que as lendas da mitologia grega nos fazem lembrar as estórias africanas, as lendas dos 'guias'e 'exús' do espiritismo, pois todas são acompanhadas de depravação, que expressam a condição caída do homem. Tais estórias tribais, que primeiramente foram contadas como lendas, hoje, estão resumidas e identificadas nas entidades (demônios) que se apresentam em sessões onde se manifesta a mediunidade. Assim se torna evidente a origem das adivinhações que ocorrem nas consultas aos astrólogos. "Não vos enganeis" Visto ter como fundamento a mitologia, sua origem é vã, portanto mentirosa, como tal, tem um 'pai' peculiar: "...tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira." (Jo. 8:44) Nas consultas especiais onde detalhes pessoais aparecem, tomam o mesmo caminho do espiritismo - a mediunidade, portanto têm influências espirituais, não da parte dos planetas, mas das entidades, demônios que se manifestam. Para estes que consultam e aqueles que manipulam tais influências, se não arrependerem terão confirmada a sentença: "Cansaste-te na multidão dos teus conselhos (consultas astrológicas); levantem-se, pois, agora, os agoureiros dos céus (astrólogos), os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti. Eis que serão com o a pragana, o fogo os queimará; não poderão salvar a sua vida do poder da labareda; ela não será um braseiro, para se aquentarem, nem fogo, para se assentarem junto dele. Assim serão para contigo aqueles com quem trabalhaste, os teus negociantes desde a tua mocidade; cada qual irá vagueando pelo seu caminho; ninguém te salvará." (Isaías 47:13-15) Cosiderando tudo isto, não é algo que podemos consultar por curiosidade ou brincadeira, a idolatria de qualquer sorte é abominável. Não precisamos de ilusões, temos O Deus Vivo, que ouve as orações. Medite neste versículo: "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia Nele, e Ele tudo fará." Salmo 37:5 Experimente isto, tudo isto, e lembre-se: "Filhinhos, guardai-vos dos ídolos" I João 5:21 Márcio Souza NOTA: BIBLIOGRAFIA Novo Testamento Versículo por Versículo Os Segredos da Astrologia Temperamento Controlado Pelo Espírito Enciclopaedia Britannica
CRISTO É O ARCANJO MIGUEL? A história registra que a Igreja Adventista e a Sociedade Torre de Vigia (Testemunhas de Jeová), possuem um corpo doutrinário comum, acerca do Inferno, imortalidade da alma, crença que Jesus seja o arcanjo Miguel etc. No testemunho de Charles Taze Russell, fundador e primeiro presidente das Testemunhas de Jeová diz: "...Ali, pela primeira vez, ouvi algo sobre os conceitos dos adventistas [Igreja Cristã do Advento], sendo o Sr. Jonas Wendell o pregador... Assim, reconheço estar endividado com os adventistas..."( Testemunhas De Jeová - Proclamadores Do Reino De Deus, STV, 1993, pág. 43). Charles Taze Russell associou-se a Nelson H. Barbour, um dissidente do movimento adventista, por um período de tempo, ocasião em que publicaram a revista mensal Herald of The Morning (O Arauto da Aurora). Não é sem razão, pois, que tanto os adventistas como as Testemunhas de Jeová tenham ponto de vista iguais sobre a pessoa de Jesus como sendo o próprio arcanjo Miguel. Dois nomes para uma só pessoa. É preciso que, antes de analisarmos declarações de ambas organizações religiosas, tenhamos presente a necessidade absoluta em conhecermos o Jesus verdadeiro indicado na Bíblia, para não aceitarmos um 'outro' Jesus . Paulo declara em II Co 11.4: "Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão sofrereis". O QUE DIZEM OS ADVENTISTAS O QUE DIZEM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ JESUS É MIGUEL? MIGUEL É JESUS? AS DIFERENÇAS ENTRE MIGUEL E JESUS NO NOME Em Is 43.11 se lê: "Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador".Essa declaração é aplicada a Javé nas Escrituras Hebraicas, como as Testemunhas de Jeová costumam referir-se ao Velho Testamento. Nas Escrituras Gregas ou Novo Testamento, vamos encontrar que a salvação é obra exclusiva de Jesus: "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos"(At 4.12). Embora o Pai e Jesus sejam duas pessoas distintas (Jo 8.16-18), constituem o mesmo Deus Salvador. Assim a palavra Deus, pode ser aplicada a qualquer uma das três pessoas da unidade divina (Pai - Jo 17.3; I Co 8.4,6; Ef 4.6; Filho - Jo 1.1; Rm 9.5; Hb 1.8-9 comp. Sl 45.6-7; I Jo 5.20; e Espírito Santo - At 5.3-4; 7.51 comp. Sl 78.18-19). São três pessoas, mas um só Deus, e não podemos confundir as pessoas, nem separar a substância. Jesus Cristo é a segunda pessoa da Trindade, é Deus (Jo 1.14) e homem (I Tm 2.5). O arcanjo Miguel é uma pessoa distinta de Jesus no significado do próprio nome. NA NATUREZA Jesus, diferentemente de Miguel, é o Criador do próprio Miguel. Em Cl 1.16, lemos: "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele".Cristo é o Criador de todas as coisas, e dentre elas, as coisas invisíveis que compreendem toda a hoste celestial na categoria de anjo, arcanjo, querubim, serafim. Conseqüentemente, Jesus é o Criador de Miguel, não podendo ser confundidas as pessoas do Criador (Jesus) e da criatura (Miguel). Ainda na natureza de ambos, Miguel e Jesus, se nota que Miguel é arcanjo enquanto Jesus é Deus, a segunda pessoa da Trindade. O Deus verdadeiro único é o que sendo um na essência, é trino nas Pessoas. É chamado Deus Criador em Jo 1.1-3. "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez".Jesus em Jo 3.16 é chamado "Filho Unigênito". A expressão "unigênito", (monogenes), em grego, vem de dois vocábulos: (monos) significa "único" e (genes) apresenta duas possibilidades: uma "gerar" e outra que parece receber apoio em todo o contexto bíblico, é a que significa "raça", "tipo", de onde vem o "gen" da genética, responsável pela transmissão dos caracteres para os filhos. Ser "Filho Unigênito" é ser o único da espécie do Pai; é ter a mesma natureza. Esse Pai é Deus; logo o Filho também o é. NA ADORAÇÃO Já, com respeito à pessoa de Jesus, não há qualquer problema em adorá-lo. Sabemos que os anjos são maiores do que nós (Hb 2.6,7), entretanto prestaram adoração a Cristo sem qualquer constrangimento. É interessante notar que é o próprio Deus que ordena essa adoração, como se lê em Hb 1.6 "E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem". Se Jesus fosse um anjo, na hierarquia de um arcanjo como Miguel, então seriam os anjos tidos como idólatras, pois não é correto que um chefe de anjo seja adorado por outros anjos. Mas, na continuação da leitura de Hebreus, capítulo primeiro, versículos 4,5 e 6, pode-se ler sobre a superioridade de Jesus em relação aos anjos; o verso 8 mostra essa razão, quando o Pai declara de seu filho: "Mas do Filho diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do reino." No céu, ao nome de Jesus, se prostram todos os seres criados: "Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus..."(Fp 2.10). A Adoração ao único Deus é vista da seguinte forma em Apocalipse 5.13: "E ouvi, a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e eu está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre". Miguel, nunca foi chamado de "Cordeiro" na Bíblia. Mudanças doutrinárias As Testemunhas de Jeová mantiveram por muitos anos um conceito certo sobre Jesus, negando que ele fosse o próprio arcanjo Miguel, e arrazoaram corretamente com a citação de textos que não davam margem à idéia errônea de que Miguel e Jesus fossem a mesma pessoa. Apresentava os textos de Mt 28.18 que declara ter Jesus todo o poder no céu e na terra; poder esse que os anjos não tem; apresentavam Hb 1.6 que ordena a todos os anjos que adorem a Jesus; quando os próprios anjos não podem ser adorados; e, finalmente, com Hb 1.4, onde se lê que Jesus recebeu nome mais excelente do que os anjos (The Watchtower, nov. 1879, p. 48). Mas atualmente a Sociedade Torre de Vigia das Testemunhas de Jeová, para justificar sua posição de que Jesus é Miguel, argumentam da seguinte forma: "O nome deste Miguel ocorre apenas cinco vezes na Bíblia. A gloriosa pessoa espiritual que leva esse nome mencionado como 'um dos primeiros príncipes', 'o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo (o de Daniel)', e como 'o arcanjo'(Dan. 10.13; 12.1; Judas 9, ALA). Miguel significa: 'Quem É Semelhante a Deus?'"(Raciocínios À Base Das Escrituras, STV, 1985, p. 219). EXAME DAS CINCO VEZES ONDE APARECE O NOME MIGUEL 1. Daniel 10.13: "Mas o príncipe do reino da Pérsia
se pôs defronte de mim vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos
primeiros príncipes, veio para ajudar-me". 2. Daniel 10.21: "Mas eu te declararei o que está escrito
na escritura da verdade; e ninguém há que se esforce comigo
contra aqueles, a não ser Miguel, vosso príncipe". 3. Daniel 12.1: "E naquele tempo se levantará Miguel, o
grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá
um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação
até àquele tempo; mas naquele livrar-se-á o teu
povo, todo aquele que se achar escrito no livro". 4. Judas 9: "Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo,
e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar
juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor
te repreenda." o Em Mt 4.1-10, por três vezes Jesus repreendeu Satanás e por fim ordenou categoricamente: "Vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorará, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviram".(v.10,11). o Em Mt 16.21-23 de novo Jesus repreende o diabo, manda-o retirar-se e ele não contesta, mas obedece prontamente: "Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens". o Em Mc 16.17 ele concede poder aos seus seguidores de usar o seu nome para expulsar demônios: "Em meu nome expulsarão demônios..." o Em At 19.12, 13 se lê que até os exorcistas sabiam do poder do nome de Jesus sobre os demônios. Tentavam usar esse nome, mas sem a autoridade do próprio Jesus, foram envergonhados. Já no caso de Paulo, que invocava o nome de Jesus, os demônios não suportavam a autoridade desse nome e se retiravam. Como Miguel e o Senhor Jesus podiam ser a mesma pessoa, se Miguel não ousou repreender Satanás, o que foi feito por Jesus várias vezes durante o ministério na terra?
5. Ap 12.7: "E houve batalha no céu: Miguel e seus anjos
batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os
seus anjos". Com relação ainda a I Ts 4.16 dizem as Testemunhas de Jeová: "Em 1 Tessalonicenses 4.16 a ordem de Jesus Cristo para a ressurreição começar é descrita como 'a voz do arcanjo', e Judas 9 diz que o arcanjo é Miguel."... É, portanto razoável que o arcanjo Miguel seja Jesus Cristo."(Raciocínios À Base Das Escrituras, STV, 1985, p. 219). Ora, lendo-se todo o texto em tela se observa que Jesus não só vem com voz de arcanjo", mas com a trombeta de Deus ". Se o fato de Jesus vir 'com voz de arcanjo' o torna o arcanjo Miguel, o fato também de ele vir com 'trombeta de Deus' o coloca, obviamente, como Deus. O exército celestial acompanhará Cristo na sua segunda vinda, como é mostrado em Mt 25.31" E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele...". Quando se lê 'todos os santos anjos com ele' se inclui certamente o arcanjo Miguel. O mesmo se lê em Ap 19.11,14. O v. 14 declara: "E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro". É digno de nota, ainda, que o Jesus das Testemunhas de Jeová passou por três fases: antes de vir a terra chamava-se, no céu, de arcanjo Miguel; ao tornar-se homem, nascendo da virgem Maria, abandonou o nome que lá tinha e tornou-se somente homem, nada mais do que homem, um homem perfeito como Adão antes da queda; ao ressuscitar dos mortos e ascender ao céu, o Jesus de Nazaré homem, deixou de existir para sempre, voltando a ser o arcanjo Miguel, de novo. No livro Ajuda ao Entendimento da Bíblia, STV, p. 1111 diz: "A evidência Bíblica indica que o nome Miguel Logo se trata de um Jesus mutável na sua natureza: anjo, homem, anjo. Isso chega as raias de blasfêmia inominável contra o eterno Senhor e Salvador Jesus Cristo, pois a Bíblia Sagrada diz: "JESUS CRISTO É O MESMO ONTEM,
ICP RESPONDE Durante a Santa Ceia, ao tomarmos o pão e o vinho, se eles são
uma espécie de alimento espiritual, há alguma transformação
nos elementos? Antes de falarmos deste importante assunto, devemos alertar para uma doutrina errônea adotada no Concílio Laterano, em 1215, e confirmada pelo Concílio de Trento. Essa palavra vem do latim, trans, "cruzar", e substancia, "substância". Essa é a doutrina católica romana de que, na Eucaristia, o pão e o vinho transformam-se no corpo e no sangue de Cristo. Inicialmente foi Tomás de Aquino, que procurou dar uma explicação filosófica-teológica. Acredita-se que a substância ou essência do pão e vinho é suplantada pela substância do corpo de Cristo. Assim, pois, no rito da Eucaristia, não do ponto de vista popular - que está ainda mais equivocado - mas de conformidade com a teoria da transubstanciação, nenhuma das características que podem ser observadas se alteram, mas a sua substância é alterada, sendo substituída pela substância do corpo e do sangue de Cristo. A debilidade desta teoria pode ser declarada em diversos aspectos. Primeiro, podemos vê-la como mera especulação filosófica, pois essa questão somente encontra ambiente favorável nas descrições filosóficas de Aristóteles e Platão, conceitos dos quais eram populares aos mestres do século 13. A maior fraqueza desta doutrina, conforme podemos com autoridade averiguar, é que não existe qualquer explicação dessa natureza dada nas Escrituras, e que, apesar dessa teoria ser engenhosa, aristotélica, platônica, a verdade é que não é cristã, não é bíblica. Se os elementos do pão e vinho têm sua substância alterada para a substância do corpo e do sangue de Cristo, então, o pão e o vinho seriam objetos de adoração. E isso é inadmissível, porque seria uma forma disfarçada de idolatria. Contudo, a tentativa de explicar de uma outra maneira o fato acima, permitiu que surgisse a teoria da consubstanciação. Essa doutrina indicava a presença de Cristo, "com" e "em" os elementos, embora não requeira qualquer modificação real nos próprios elementos do pão e do vinho. Conforme esse ponto de vista, os elementos permanecem exatamente o que são, simplesmente pão e vinho, mas a presença do corpo e do sangue de Cristo é preservada, "em, em volta e sob" os elementos não modificados. Isso cria um dualismo, duas substâncias distintas misturadas, mas não intrinsecamente. Essa noção parece requerer a onipresença do corpo e do sangue de Cristo, o que, sem dúvida, é absurdo. Esse conceito está também alicerçado sobre a especulação, e não sobre qualquer realidade implícita nas Escrituras. Sem dúvida, os elementos da ceia não poderiam ter sofrido mudanças em suas substâncias antes da crusificação. A resposta é sem dúvida: Participar da Santa Ceia é um alimento espiritual? A obediência a Deus é alimento espiritual, não no sentido de adicionar alguma substância espiritual, com complexas abordagens filosóficas ou místicas, como querem as especulações mencionadas acima. Mas o cristão é verdadeiramente fortalecido quando obedece à Palavra de Deus, o próprio Senhor Jesus disse: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra (João 4.34) e também o Senhor Jesus ordenou: Fazei isto em memória de mim (Lucas 22.19). Quando participamos da Santa Ceia, estamos obedecendo à Palavra de Deus, conforme lemos em 1 Coríntios 11.23-32. O culto da Santa Ceia reserva-nos momentos para contemplar o Sacrifício oferecido pelo nosso Senhor, a Graça que nos foi concedida, o anseio de continuar a andar em espírito e verdade, procurar imitá-lo no dia-a-dia e fortalecer espiritualmente. Lembrando que o irmão fraco tem o mesmo valor que nós também temos - Nele.
Amados irmãos, desejo entender duas citações de
Jesus, na primeira ele diz não ser necessário o jejum,
na segunda citação, ele recomenda o jejum e a oração.
Como entender estes dois versículos? As duas citações se encontram em Mateus 9.14-15 e 17.21, onde lemos: Vieram, depois, os discípulos de João e lhe perguntaram: Por que jejuamos nós, e os fariseus muitas vezes, e teus discípulos não jejuam? E disse-lhes Jesus: Podem, porventura, andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? e Mas esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum. Os israelitas tinham o costume de fazer diversos jejuns durante o ano. Geralmente, esses jejuns eram expressões de arrependimento e lamentação, por exemplo, no dia da Expiação era conclamado um jejum nacional, também havia outras ocasiões onde lamentavam o cativeiro da Babilônia. Além disso, uma das características dos fariseus era a ostentação religiosa, portanto faziam jejuns duas vezes por semana (Lucas 18.12). Essa atitude orgulhosa foi condenada por Jesus. Em Mateus 6.17-18, o Senhor orienta que um jejum aceitável seria de um coração contrito e oculto, ou seja, com o objetivo único de clamar a Deus em secreto. Este era um dos motivos para os discípulos não jejuarem segundo os costumes da época. Mas o fator mais importante encontra-se na declaração do Senhor Jesus em Mateus 9.15: Podem, porventura, andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? Realmente, não era possível. A presença de Jesus, o Cristo, no meio dos discípulos, era motivo de alegria, contudo, viria o dia em que lamentariam, como Ele mesmo salientou: Dias, porém, virão em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão. Após o Pentecostes, encontramos a Igreja orando e jejuando como prática comum. Uma ocorrência muito interessante encontra-se em Atos 14.23, onde lemos: E, havendo-lhes por comum consentimento eleito anciãos em cada igreja, orando com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido. Será que há algum poder místico no jejum? O princípio do jejum é clamor. O jejum sempre esteve, nas Escrituras, ligado ao clamor, à busca de Deus, e é uma maneira de dizer: 'de mim mesmo nada poderei fazer'. Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei aos seus pecados e sararei a sua terra (2 Crônicas 7.14). Evidentemente, o jejum deve ser banhado de oração (Jeremias 33.3). Não há poder místico no jejum, como alguns querem ensinar que o jejum 'move' a Deus. Isso não é verdade, o que 'move' a Deus é o arrependimento, um coração contrito e a obediência, como podemos averiguar no contexto dos versículos. A chave está em sujeitar-se a Deus e obedecê-lo, assim lemos em Tiago 4.7-10: Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós, de duplo ânimo, purificai o coração. Senti as vossas misérias, e lamentai, e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo, em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará. Movimentos estranhos têm aparecido no meio evangélico, prometendo 'libertações', grupos que têm retiros em regime fechado, modas têm surgido trazendo a receita do 'esquema' certo para resolver os problemas. Mas como lemos em Tiago 4.7-10, o segredo de chegar-se a Deus é o mesmo! Um coração contrito, e a vida no altar, amando ao próximo e ajudando o irmão mais fraco. Aliás, o jejum pode ser até mesmo abominação ao Senhor, se não houver um coração com uma atitude correta, conforme podemos ver no capítulo 3 do livro de Zacarias. Contudo, alguns têm se tornado legalistas neste assunto, exigindo de si mesmos e de outros que sigam determinadas regras, afirmando que foram 'revelados' que deveriam jejuar de determinada maneira, a ponto de negarem comunhão aos que não aderiram a tal ponto de vista. Isto é legalismo e não está de acordo com as Escrituras Sagradas. Talvez alguma igreja poderá convidar os membros para levantarem um clamor a Deus, e pode estar envolvido uma manhã ou várias, de jejum. Algumas denominações têm o costume de fazer consagração na manhã da Santa Ceia. Não estamos questionando isto, pois, como vimos, a Igreja Primitiva, ao resolver assuntos importantes, sempre buscava a Deus com oração e jejum. A comunhão que temos com nossos irmãos em nossa igreja local é essencial para nossa saúde espiri-tual. Quando encontramos irmãos que nos ajudam em oração e até se dispõem a jejuar conosco, sentimo-nos amados e fortalecidos! Já experimentou ajudar alguém com jejum e oração? O apóstolo Paulo escreveu: Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram (Rm 12.15). Preparado por Márcio Souza
SANTO DAIME
São bem oportunas as palavras bíblicas de Romanos 1.22: "Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos", quando nos propomos a falar sobre o grupo religioso SANTO DAIME. Dizemos isso porque, nesse grupo religioso, aparentemente desconhecido, existem celebridades da TV que já se pronunciaram publicamente como membros dele. E não é só isso. Até o famoso pastor Neemias Marien já fez parte de reuniões religiosas onde o chá foi bebido. Conta ele: "Concentrado no culto, cantei, com o mais vivo entusiasmo, todas as canções de louvor, mas sempre muito atento às mínimas ocorrências envolvendo os circunstantes. Vi nocauteada a resistência de muitos que se entregavam relaxados nos colchonetes e poltronas espalhados pela sala. Vi outros se transfigurarem, em êxtase, os olhos vítreos esbugalhados. Um jovem tomou-me a mão, como um náufrago perdido no mar e, literalmente, urrava como leão. Muitos vomitavam, enquanto outros corriam ao banheiro. Um outro virou uma estátua vibrante, o tempo todo em obediência a seus chakras, segundo disse. Então, após o segundo cálice, comecei a sentir as mãos frouxas e uma ligeira cãibra nas pernas, dando-me a impressão de desmaio, embora em momento algum me sentisse tenso. Procurei cantar com mais entusiasmo, mas logo percebi ser melhor procurar o sofá, no qual o meu corpo caiu pesado. Foi nesse instante que, relaxado, rendi-me ao DAIME, sem alucinações, mas com a consciência da purificação espiritual centrada em Jesus."(...) "Creio que, também, pelo Santo Daime, pode-se contemplar a luz divina e alcançar a purificação do espírito e a cura interior."(JESUS, A Luz da Nova Era, pp.120/21). Pode haver maior apostasia do que essa, de se ler um pastor afirmar que "contemplou a luz divina" e alcançou a "purificação do espírito e cura interior" depois que tomou o chá ??? A luz divina, como sabemos pela Bíblia, é Jesus Cristo: "Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo" (Jo 1.9). Purificação do espírito se faz pelo sangue de Jesus e não por tomar-se um chá - "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." (Jo 1.29). E cura interior alcançamos quando atendemos ao convite de Jesus, em Mt 11.28,29: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas." EFEITOS DO CHÁ O NOME O FUNDADOR Relatou Irineu que foi ela quem deu o nome de Santo Daime à bebida e ditou normas para a realização do ritual. Ele adquiriu poderes extra-sensoriais e aí passou a ter vidência e a comunicar-se com os mortos. Nas reuniões evocam Jesus Cristo e os santos católicos como Nossa Senhora da Conceição, São João Batista, São José. Paralelamente evocam entidades indígenas como Tuperci, Ripi Iaiá, Currupipipiraguá, Equior, Tucum, Barum, Marum Papai Paxá, B. G., Rei Titango, Rei Agarrube, Rei Tintuma, Princesa Soloína, Princesa Janaína e Marachimbé. HISTÓRIA FESTIVIDADES DOUTRINAS E REFUTAÇÕES RITUAL a) Idolatria: Comentário: O Santo Daime é formado por várias correntes religiosas como catolicismo, cultos afro-brasileiros e indígenas. Ora, o ecletismo religioso é uma abominação aos olhos de Deus. Apontamos como exemplo o povo israelita no deserto, acampado junto ao Monte Sinai. Enquanto Moisés estava no Monte Sinai, o povo embaixo resolveu prestar um culto a Deus, criando um ídolo na forma de um bezerro de ouro. Depois de pronto instituíram uma festividade e a justificaram com os seguintes dizeres: "Estes são os teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito. E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele; e Arão apregoou, e disse: Amanhã será festa ao Senhor." (Êx 32.4,5). Como Deus encarou uma festividade eclética entre ele e o bezerro de ouro? Disse Deus a Moisés, lá no Monte Sinai: "Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste subir do Egito, se tem corrompido. E depressa se tem desviado do caminho que eu lhes tinha ordenado; fizeram para si um bezerro de fundição, e perante ele se inclinaram, e sacrificaram-lhe, e disseram: Estes são os teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito." (v. 7,8). As práticas ligadas à idolatria foram mais tarde condenadas pelos profetas: "Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória pois a outrem não darei, nem o meu louvor às ../imagens de escultura." (Is 42.8). "Eu anunciei, e eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor; eu sou Deus." (Is 43.12). b) Feitiçaria: Ora, sabemos que tais entidades espirituais, embora sejam chamados "santos", na verdade são espíritos demoníacos que povoam os ares como afirma Paulo em Ef 6.12: "Porque não temos que lutar contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." Afirmamos: o que consta do estatuto nada tem a ver com o cristianismo. Quando há genuína conversão a Deus, há o abandono dos ídolos e de todo o ecletismo. Jesus foi enfático dizendo: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro." (Mt 6.24). c) Ritual da bebida: Essa entidade, que desce e se manifesta no momento em que é completado o cozimento, é uma das manifestações malignas, embora possa ser chamada por nomes indígenas como Tuperci, Ripi Iaiá, Currupipipiraguá, Equior, Tucum, Bvarum, Marum Papai Paxá, B. G. , Rei Titango, rei Agarrube, Rei Tintuma, Princesa Soloína, Princesa Janaína e Marachimbé. d) Cerimônias católicas: Não se deve celebrar missas aos mortos, porque elas são inúteis. Jesus afirmou que se alguém morrer sem crer nele como único e suficiente Salvador nunca poderá ir para onde ele foi. Jesus foi para o céu de onde virá para buscar o seu povo (Jo 8.21,24; Jo 14.2,3). O ritual do Santo Daime é ritual pagão, impróprio e condenado pela Bíblia em Dt 18.9-12. APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO Para os que têm a Bíblia e a consideram como autoridade maior no campo religioso, devem ter presente as palavras de Paulo - em Gl 1.8,9 - que afirmam: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim como já vô-lo dissemos, agora de novo também vô-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." Ora, se esse grupo religioso tem como "princípio básico e fundamental o Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo" como reza o item 2 do Estatuto, deveria saber que o evangelho que Jesus pregou incluía o arrependimento e fé na sua pessoa (Mc 1.15), pois sem arrependimento ninguém poderia salvar-se (Lc 13.3); e que afirmava a necessidade da sua morte, sepultamento e ressurreição como meio de salvação.(Mt 16.21-23; 20.28). Jesus nada ensinou sobre ecletismo, mas foi incisivo ao afirmar que existem "duas portas" e "dois caminhos" que levam a dois fins distintos. "Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que o encontram" (Mt 7.13,14). UM CULTO ABSURDO Bibliografia das obras consultadas: 2. BETTENCOURT, Estevão Tavares. Crenças, Religiões, Igrejas & Seitas: quem são? 3. MARIEN, Pr. Nehemias. Jesus à Luz da Nova Era. Editora Record. 4. Revista "Pergunte & Respondemos", nº 340, setembro de 1990, pp.38/48. Natanael Rinaldi
VOCÊ É VULNERÁVEL ÀS SEITAS?
Todo ano, milhares de pessoas estão se filiando a uma nova seita. Um número surpreendente deles se dirá crentes evangélicos. Eles poderão ser amigos, parentes ou membros de sua igreja. E... é até possível que você esteja entre eles! Nem sempre os crentes estão imunes às atividades e satisfação que as seitas oferecem. Contudo, as deserções poderão ser evitadas se estivermos alerta acerca das áreas vulneráveis e procurarmos dar alguns passos positivos no sentido de fortificar essas áreas. Um estudo sobre as seitas proeminentes, do ponto de vista das necessidades humanas, que elas preenchem, revela várias fraquezas entre os cristãos e suas igrejas, que colocam os crentes frente à sedução das seitas. Para descobrir se você é vulnerável a se tornar membro de uma seita, faça os seguintes testes: 1. Seu conhecimento bíblico e apologético Cristãos que são biblicamente ignorantes, ou que têm uma compreensão meramente superficial da Bíblia, são os primeiros candidatos para esses tipos de explicações. Exceto a maioria dos grupos orientais, tal como Hare Krishna, muitos membros das seitas citam numerosos "textos de prova" da Bíblia - retirados do contexto - para afirmar suas doutrinas. As testemunhas de Jeová são famosas por sua habilidade de confundir seus oponentes, citando dezenas de versículos que parecem apoiar sua teologia estranha. Todavia, freqüentemente, os crentes não são hábeis para sustentar biblicamente suas próprias convicções e confrontar os falsos ensinamentos e interpretações impróprias. Outros são atraídos por "novas revelações" de seitas como a Igreja Apostólica da "Santa Vó Rosa" ou o profeta William Soto Santiago. Exame individual: Exame para a liderança da igreja: 2. Sua doutrina no dia-a-dia Em contraste, as verdadeiras igrejas cristãs têm muitas vezes se desviado para uma doutrina divorciada da vivência prática do dia-a-dia. Em muitos casos, os cristãos falham em aplicar as verdades da Bíblia aos problemas do povo de uma maneira prática. Estamos tão inquietos quanto ao caminhar para um "evangelho social", que muitas vezes acabamos perdendo o equilíbrio entre a pregação do Evangelho e o socorro àqueles que passam necessidades. Exame individual: Exame para a liderança da igreja: 3. Seu senso de comunidade dentro da igreja local Os mórmons aprendem vários métodos de ganhar novos adeptos pela amizade usando o folheto "Preciso de um Amigo". Ao menos na aparência, muitas seitas oferecem amor fraterno, sustento e aceitação. Achando sua igreja fria, e que não se preocupa com seus membros, ele se volta para outros grupos onde se sentirá mais confortável, íntimo e reconhecido. Exame individual: Exame para a liderança da igreja: 4. Imaturidade ou amortecimento espiritual Crentes que estão vivendo para si mesmos em vez de se submeterem ao senhorio de Cristo podem ser fisgados por qualquer grupo que for simpático aos seus desejos carnais. Outros crentes são enganados por seitas como o Tabernáculo da Fé de William Branham. Muitas vezes, nossa ênfase acerca da sã doutrina tem tido a tendência de extinguir a alegria da fé cristã. Alguns têm perdido o equilíbrio da Igreja do primeiro século entre a ortodoxia e o gozo da nova vida em Cristo. Exame individual: 5. Diminuição da ênfase da doutrina do sacerdócio
do crente Muitas igrejas evangélicas, em contraste, perderam a visão da doutrina do sacerdócio do crente. De acordo com a Bíblia, os cristãos são iguais perante Deus, e cada um tem a responsabilidade de servi-lo. Mas, em vez de todos os membros se envolverem no trabalho, freqüentemente apenas um pequeno número está exercendo o ministério. Os jovens, procurando por meios de expressar o seu idealismo, podem ser forçados a fazê-lo fora de suas igrejas. Novos convertidos, geralmente não são solicitados para ajudar nos trabalhos da igreja. Há, também, uma tendência entre os cristãos de fazer os pastores e líderes de seminários de "gurus". Não exercendo seus privilégios e responsabilidades de estudar diretamente a Bíblia, eles aceitam sem raciocinar o que é pregado e ensinado. Alguns crentes habitualmente citam o que disseram outros homens, substituindo a Bíblia por suas palavras, como autoridade final. Esta atitude fortalece os meios para que um líder de uma seita possa dominar uma pessoa ou até uma congregação inteira. Exame individual: Exame para a liderança da igreja: 6. Colapso da família Os pais freqüentemente estão muito ocupados com seus empregos e atividades sem fim na igreja, para poder gastar tempo com a família. Em alguns lares cristãos, a comunicação e o saber ouvir entre os membros da família são raros. As crianças observam os seus pais falando de forma mais "bondosa" no templo do que em casa, e imediatamente os classificam de hipócritas. Adolescentes e jovens em idade escolar, que recebem pouca atenção em casa, tendem a seguir grupos que possuem uma imagem de família. A seita Moon, a Família, e muitas seitas afro-brasileiras são grupos ávidos para compadecer-se por alguém nessa situação. Eles falam de seus grupos como famílias que oferecem tudo a uma pessoa que não está recebendo a devida atenção em casa. Com ênfase num forte programa de união familiar, o mormonismo atrai crentes que estão desiludidos devido à hipocrisia e a secularização que observam nas famílias cristãs. Exame individual: Exame para a liderança da igreja: 7. Ignorância sobre as seitas Outros, por falta de conhecimento, não percebem que certas entidades não sectárias - tais como a Ordem Rosa Cruz (AMORC), a Maçonaria, a Cultura Racional etc. - são de fato, religiões não cristãs. Algumas seitas orientais, como a Seicho-no-ie, e Arte Mahikari, aceitam pessoas de qualquer religião, facilitando assim o envolvimento de cristãos. Outras pessoas, até evangélicas, se envolvem com a astrologia, o "Método Silva", o uso de pirâmides, ou ioga, ignorando a origem ocultista delas. Contudo, a familiaridade com as doutrinas das seitas e seus métodos de recrutamento vai ajudá-lo a detectá-los e a livrar-se de ser enganado por eles. Exame individual: Exame para a liderança da igreja: O Novo Testamento e os encontros fechados Não há evidência de Paulo ser doutrinado por meio de grupos de células. Não há evidências de que eles se sentaram com Paulo e lhe disseram que ele se submetesse à autoridade deles. Não há evidência de qualquer "programa de supersubmissão". Palavra de advertência É muito fácil criticar as seitas ou as pessoas que saem das nossas igrejas para estes grupos; contudo, raramente fazemos um auto-exame de nós mesmos, de nossas igrejas, de nossas pregações e liturgias. Se você viu, diante destas questões, que o seu resultado foi fraco ou revelou fraquezas em sua vida ou ministério, planeje agora fortalecer tais áreas. Faça uma lista dos passos específicos a tomar e comece hoje! Também considere de que maneira você poderá fortalecer ou edificar seus irmãos crentes. Acima de tudo, ore! Ninguém está totalmente isento de ser enganado pelas seitas, mas a próxima pessoa que está prestes a tornar-se adepto de uma seita não deverá ser um crente professo. "Aquele, pois, que pensa estar de pé, veja que não caia" (1 Co 10.20). Lin Johnson
E ELES ESTAVAM ERRADOS!
A era Apostólica O apóstolo Paulo então lhes escreve para mostrar-lhes que a segunda vinda de Cristo envolverá a ressurreição de todos os remidos, que nenhuma vida crente se perderá e que todos os discípulos de Cristo obterão nova estatura espiritual naquele dia. Montanismo e a volta de Cristo Era homem de costumes severos, exigente e tinha como companheiras de evangelização, duas mulheres, Priscila e Maximila, profetisas sacerdotisas. Uma das características de seu ministério era a profecia. Exigia fé incondicional de seus adeptos, obediência às suas ordens e uma moral rígida, dura e rigorosa, a prática ascética de jejuns severos, substanciosas esmolas de qualquer tipo, encorajava e aconselhava o martírio. Ele ensinava que o Senhor Jesus retornaria a terra naqueles dias e estabeleceria um reino de paz, alegria, felicidade completa, harmonia, no qual não existiria a morte, a dor ou qualquer tipo de sofrimento. Este reino de mil anos segundo Montano, se instalaria em Pepuza, na Frígia, e não em Jerusalém. Ele porém falhou. O Senhor não voltou, nem foi estabelecida a Nova Jerusalém. A virada do milênio Na Idade Média No dia marcado por coincidência ocorreu um grande temporal com trovoadas e relâmpagos, que durou por alguns dias, causando desespero total da população, mais depois tudo voltou ao normal. A tempestade não foi o início do dilúvio, nem mesmo o fim do mundo ocorreu. Johanes errou, e a Bíblia estava certa quando Deus disse que não destruiria mais a terra por meio de um dilúvio .( Gn 9.11 ) Michel de Notredame, conhecido por Nostradamus, nasceu no dia 23 de Dezembro de 1503, na França. Foi uma criança bem, instruída por seu avó e aprendeu o latim, grego, hebraico, matemática, astrologia, alquimia, cabala, além de aprender o manejo do astrolábio, a contemplar as estrelas e ler o "destino" dos homens nas conjunções dos astros. Por volta de 1555, Nostradamus, publica pela primeira vez as "centúrias" que é conjunto de "profecias" agrupadas em cem estrofes, de quatro versos cada uma. Em seus escritos, Nostradamus prediz que o fim do mundo seria na virada do milênio do ano 1999-2000: "No ano de 1999 e sete meses, do céu virá o grande rei do terror; Ele fará reviver o grande conquistador de Angoulmois, antes e depois, a guerra reinará com felicidade"( X-72) Outra profecia que não se cumpriu, pois Jesus disse: "Não vos pertence saber os tempos ou as épocas que o Pai estabeleceu no seu próprio poder" ( At1.7) Em 1818 William Miller, começou a pregar anunciando que Cristo retornaria a terra em 20 anos, e em 1831 reafirmou que esse evento ocorreria em 23 de março de 1843 usando a profecia de Daniel 8.13-14 dizendo que as 2300 tardes e manhãs correspondiam a 2300 anos e datou como ponto de partida o retorno de Esdras a Jerusalém em 457 a.C. Muitos se desfizeram de seus bens e foram paras as montanhas aguardar a volta de Cristo à terra. Nada se cumpre e então ele diz que foi erro de cálculo, marcando nova data para 22 de outubro de 1844, que também fracassou. Diante disso, ele se arrependeu , voltou a igreja a Igreja Batista, pediu perdão e foi servir a Deus. Ellen Gold White, dissidente do movimento de William Miller, diante dos fracassos das profecias de Miller, afirmou ter tido uma visão, na qual Cristo teria realmente voltado em 1843. Afirmava ela que o santuário de Daniel 8.13-14 está no céu e não na terra. Cristo teria vindo em 22 de outubro de 1844 a esse santuário do céu, para purificá-lo, o que ainda está fazendo; depois sim, viria a terra. Sua vinda a esse santuário, por ser no céu, logicamente foi invisível aos homens. O grupo dos seguidores de Ellen White, ficou conhecido como" Adventistas" até 1860. A partir daí, devido às visões da Sra. White sobre a guarda do Sábado, passou a ser denominado de" Adventistas do Sétimo Dia". Ela também errou, "porque ele vem com as nuvens e todo olho o verá, até mesmo os que trespassaram". ( Ap 1.7 ) A segunda vinda de Cristo conforme a visão de Russel Russel asseverou que o mundo veria "o pleno estabelecimento do Reino de Deus na terra, em 1914 d.C., o término dos tempos dos gentios" ( C.T.Russel, Thy Kingdom Come, 1891, pag 126). Suas profecias são absurdas, em 1877 Russel juntamente com Barbour publicaram uma obra intitulada "Três Mundos ou Planos de Redenção" onde esclarecem suas "profecias" nos seguintes termos: " A segunda presença de Cristo começou invisivelmente no outono de 1874 e com ela um período de ceifa de quarenta anos" Nenhuma dessas coisas, porém, aconteceu, Charles Russel errou e a palavra dos dois varões vestidos de branco estava certa "Varões galileus, por que estais olhando para o céu ? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir, assim como para o céu o viste ir" ( At 1.11 ). Joseph Franklin Rutherford, em 1894 após ler os livros " Millennial Dawn"( Aurora do Milênio ) ele escreve a Sociedade Torre de Vigia declarando sua satisfação em ler os livros. Em 1906, Rutherford foi batizado nessa organização e um ano mais tarde tornou-se consultor jurídico da Sociedade Torre de Vigia dos EUA. Após a morte de Russel, Rutherford conquistou a simpatia da organização e assumiu sua direção e suas convicções religiosas logo se tornam conhecidas, ele as expõem em seus escritos. Rutherford então "profetiza" que o fim do século seria no ano de 1925, com a ressurreição dos patriarcas em sua obra "Milhões que Agora Vivem Jamais Morrerão" publicado em 1920 com as seguintes declarações: "...desde que outras escrituras definitivamente estabelecem o fato, de que Abraão, Isaque e Jacó ressuscitarão e outros fiéis antigos, e que estes seriam os primeiros favorecidos, podemos esperar em 1925 a volta desses homens fiéis de Israel, ressurgindo da morte e completamente restituído à perfeição humana, os quais serão visíveis e reais representantes da nova ordem das cousas na terra". BETH SARIM (Casa dos Príncipes), Adquirida pela STV para recepcionar os príncipes Abraão, Isaque, Jacó e outros no tempo de Rutherford. Nada porém se cumpriu, e Rutherford continuou insistindo com suas profecias, a Palavra de Deus sempre será infalível, Jesus disse: "porque o Filho do homem virá na hora em que não penseis". ( Mt 24.44 ) Em 13 de Janeiro de 1942,assumiu a presidência das Testemunhas de Jeová, com 37 anos, Nathan Homer Knorr. Sua principal meta era expansão da organização mediante trabalho missionário, dando grande destaque a educação. Criou a Watchtower Bible School of Gilead ( Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia) para treinamento missionário, em 1º de Fevereiro. Também foi criada a Escola do Ministério Teocrático para treinamento de pregadores para as congregações locais. Em 1966 é lançado pela Organização o livro "Vida Eterna- Na Liberdade dos Filhos de Deus", aonde consta uma tabela cronológica que indica o ano de 1975, como sendo o ano em que a humanidade completaria 6.000 anos de existência. Quando isso acontecesse, teria início o Reinado Milenar de Cristo, precedido pela guerra do Armagedom. Enfim chega o ano de 1975, e a profecia de Knorr falhou e o Armagedom não veio, junta-se ele, a Russel e Rutherford como falsos profetas.( "Como conheceremos a palavra que não procede do Senhor? Quando tal profeta falar em nome do Senhor, e o que disse não acontecer nem se realizar, essa palavra não procede do Senhor". Dt 18.20) Em 22 de junho de 1977, é eleito o novo presidente das Testemunhas de Jeová, Frederick Willian Franz. Conhecemos os profetas pelos seus ensinos, e no livro "Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra" do ano de 1983, p.154 diz: " A que geração se referia Jesus? Ele referia-se a geração de pessoas que viviam em 1914. As pessoas ainda remanescentes daquela geração são agora bem idosas. Contudo, algumas delas ainda estarão vivas de modo a presenciar o fim deste sistema iníquo". Franz mantém a linha escatológica de seus antecessores em relação a volta de Jesus para esta geração. Na revista Despertai -8 de abril de 1988,p.14 diz: Do mesmo modo hoje, a maior parte da geração de 1914 já desapareceu. Todavia há ainda milhões de pessoas na terra que nasceram naquele ano ou antes disso. E, embora o número delas esteja diminuindo, as palavras de Jesus se cumprirão, "esta geração não passará sem que tudo isto aconteça". Esse é mais um motivo para se crer que o dia de Jeová, que virá como um ladrão, está iminente. Ora, se uma geração pode durar no máximo 80 anos, então quem nasceu em 1914 teria em 1994 exatamente 80 anos. Este seria o ano para o término da geração de 1914. Não é preciso dizer que de novo as profecias falharam. Todos eles erraram, suas predições não tiveram cumprimento, falaram pela soberba do coração e levaram milhões ao erro, estamos aguardando na palavra de Deus "se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará"(Hc 2.3), sabemos que ele virá, não sabemos quando, mas sabemos que sua palavra se cumprirá.
SOLA SCRIPTURA
Muitos leitores vêem a Bíblia apenas como obra prima literária humana e não como a Palavra de Deus. Outros acreditam que a Bíblia é inspirada por conter a Palavra de Deus, juntamente com mitos, erros e lendas. A própria Bíblia esclarece que ela não é simplesmente uma literatura inspiradora como os livros de Shakespeare, Milton, Homero ou um registro falível das palavras de Deus, mas que é a infalível Palavra de Deus (2 Tm 3.16 ; 2 Pe 1.21). A palavra inspirada, no grego theopneustos usada em 2 Timóteo 3.16 significa Deus soprou. Assim sendo, as Escrituras é soprada por Deus. Pedro falou que a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo (2 Pe 1.21). Isto confirma que os escritores foram movidos por Deus para escrever aquilo que ele queria. Se Deus inspirou os escritos, concluímos certamente que são perfeitos e infalíveis. O que podemos dizer acerca da tradição oral? Não há possibilidade da verdade infalível de Deus ter sido transmitida de boca a boca durante sucessivas gerações? Sim, pode ter acontecido assim até chegar a sua forma autoritativa e final, por escrito. A tradição oral é instável e sujeita a alterações por causa do fator subjetivo: a memória incerta do guardião daquela tradição. A substancia da fé foi transmitida oralmente desde Adão até Moisés, mas sua forma final e escrita, lavrada por Moisés, foi dirigida pelo Espírito Santo, para assegurar sua divina veracidade. As Escrituras enfatizam muito o seu referencial de escrito, e não atribuem veracidade divina à mera tradição oral. No Novo Testamento, as palavras pronunciadas pelas testemunhas vivas de Jesus valiam mais do que qualquer documento escrito; mas, com a perseguição dos imperadores e dispersão dos cristãos, os apóstolos viram a necessidade de conservar com exatidão os ensinamentos de Jesus, lavrando-os por escrito sob a orientação do Espírito Santo. As cartas eram inspiradas O apóstolo Paulo escreveu pelo menos doze cartas, as quais foram incluídas no Novo Testamento. Paulo afirmava ser apostolo não da parte de homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai (Gl 1.1). Ele vira Jesus: Não vi eu a Jesus Cristo, Senhor nosso? (1 Co 9.1). O evangelho por ele anunciado procedia de Deus: não o recebei, nem o aprendei de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo (Gl 1.11-12) ; era aprovado por Deus (1 Ts 2.4) e tinha a autoridade divina: se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor (1 Co 14.37). Os apóstolos eram orientados pelas palavras de Jesus, sendo transmissores dos ensinos do mestre. Com a perseguição contra a igreja, em Jerusalém, muitos foram dispersos pela Judéia e Samaria, exceto os apostolos (At 8.1). Os dispersos iam por toda parte, anunciando a palavra, ou seja, Jesus Cristo, sua vida, morte e ressurreição. Destacavam também seu aspecto, seu senhorio, seu reinado e sua glorificação.Com a conversão do povo em várias cidades e a confusão teológica dos recém-convertidos,os apóstolos então escrevem cartas para animá-los, advertindo-os a permanecer nos ensinamentos de Jesus. Paulo, da prisão, escreve para que seus filhos espirituais permaneçam firmes no evangelho. Naquele tempo uma testemunha viva valia mais do que qualquer documento escrito.Morrendo os apóstolos, surge então a necessidade dos seus escritos.Também nesse período, outros escritos, sem credencial apostólica, apareceram alegando autoridade divina. No ano de 140 d.C, Marción fez uma distinção entre o Deus do Antigo Testamento, chamando-o de Deus de juízo, e o Deus do Novo Testamento, de Deus bondoso e misericordioso. Ele rejeitava o Velho Testamento como Escritura autêntica para a igreja. Pregava que os Apóstolos, com exceção de Paulo, tinham pervertido o evangelho de Jesus. Por esse motivo, Marción aceitava somente o evangelho de Lucas apesar de altera-lo e dez epístolas Paulinas excluindo Hebreus, I e II Timóteo, Tito, Filemom. Esse foi o primeiro cânon do Novo Testamento desaprovado pela igreja. Antes dessa data já circulavam os evangelhos e algumas das epístolas de Paulo eram usados e reputados como Escrituras Sagradas. Como exemplo, temos Clemente de Roma, que foi o 3º papa no episcopado de Roma, citado por Orígenes e Eusébio de Cesáreia (este o menciona em seu livro História Eclesiástica III, 15), reconhecendo-o como colaborador do apóstolo Paulo (Fl. 4.3). Ele escreve acerca das Escrituras: são ditos do Espírito Santo e ditos através do Espírito Santo, citando passagens da própria Bíblia, tais como: o Espírito Santo disse (At 13.2), o Espírito Santo impediu (At 16.6). Em sua carta aos Coríntios 45.2 escreve: Vós vos curvastes sobre as Sagradas Escrituras, essas verdadeiras Escrituras dadas pelo Espírito Santo. Sabeis que nada de injusto e de falso está escrito nelas. Não encontrareis que os justos tenham sido rejeitados por homens santos. Os apologistas da segunda metade do século II são mais explícitos ainda do que os pais apostólicos, sustentando a inspiração divina e inerrante das Escrituras. Irineu empregava a frase o Espírito Santo diz. Tertuliano dizia que somente o que estava escrito nas Escrituras era útil, e que as Escrituras eram as Palavras, Letras e a própria voz de Deus. Orígenes, o maior erudito da igreja primitiva, afirmava que a inspiração se estendia até os iotas e as demais letras das Escrituras. As palavras dos apóstolos não continham falhas alguma, sendo inspirada pelo Espírito Santo. Martinho Lutero, especializando-se nas epístolas aos Romanos, Gálatas e Hebreus, foi capaz de perceber claramente os erros da Igreja Católica Romana. Ao ver que os papas e os concílios podiam errar, passou a reconhecer a supremacia das Escrituras. Lutero e os Reformadores não queriam dizer com Sola Scriptura que a Bíblia é a única autoridade para a igreja. Pelo contrário, queriam dizer que a Bíblia é a única autoridade infalível dentro da igreja. Para Calvino os escritos dos apóstolos eram pro dei oraculis habenda sunt (foram oráculos que foram recebidos de Deus), logo devemos aceitar quid quid in sacris scripturis traditum est sine exceptione (tudo quanto foi entregue nas escrituras, sem exceção) , auctorem eius (sc. scripturae) esse deum (Deus é o autor de toda as Escrituras). Um livro precisa satisfazer certas exigências para ser considerado procedente de um Deus Todo-Poderoso. Em primeiro lugar, ele deve ter sido transmitido corretamente desde a época em que foi originalmente escrito, para obtermos uma representação exata do que Deus disse e fez. Ele deve ser, também, acurado quando cita pessoas e eventos históricos. Um livro que confunde homens, datas e eventos não tem o direito de se apresentar como proveniente de um Deus infalível. A Bíblia é mais que um livro comum. Ela se revela como sendo a Palavra sobrenatural de Deus. A Bíblia é a Palavra de Deus, escrita com palavras humanas. Deus usou homens falíveis para receber e registrar a sua Palavra infalível, de modo que ela chegasse até nós sem erros. Parece difícil? Não para o nosso Deus que diz: Eis que sou o Senhor, o Deus de todos os viventes; acaso haveria coisa demasiadamente difícil para mim? (Jr 32.27) A evidência de que as próprias palavras da Bíblia foram dadas por Deus pode ser brevemente resumida, como segue: · Esta é a afirmação do texto clássico (2 Tm 3.16); É o testemunho enfático de Paulo, afirmando que falava
em palavras... ensinadas pelo Espírito (1 Co 2.13);
"ENTRE OS BAKONGOS" I - O animismo entre os Bakongos
1 A fonte oral e religiosa 2 A fonte mística
III - Lugares e objetos venerados Esta fonte tem três vertentes na cultura dos KIKONGOS, por ser uma cultura oral e conseqüentemente cheia de segredos. PRIMEIRO: Existem (lugares como) árvores, por exemplo: os anciãos não deixam contar, não por crença espiritual. Às vezes são lugares onde eles se encontram para conversar assim como as praças e clubes do Ocidente. SEGUNDO: Pode ser aquela árvore uma divisão territorial de fazenda, ou aldeias de clãs, que fizeram aliança e começaram morar juntos. Tem mais uma conotação de "documento". TERCEIRO: Pode representar um túmulo de um personagem, ou ali
se esconderam coisas de um partido político, armamento, farda,
bijuterias, por falta de Banco em determinados lugares. Pr. André Nguina Quiala - Pastor da Missão Vem Para Cristo (Angolano) Participe! Envie-nos seu comentário : iceuniao@uol.com.br - www.uniaonet.com. |
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