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PORTAS ABERTAS
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_http://www.portasabertas.org.br _ 16 de setembro de 2003 Assassinos de Staines são considerados culpados ÍNDIA - Ontem (15/9), Corte de Orissa condena Dara Singh e doze outros réus pelo trágico assassinato do missionário australiano, Graham Staines, e seus dois filhos. O tribunal anunciará as sentenças no dia 22 de setembro. . . . Índia prepara nova norma nacional anticonversão : O governo tem como meta impedir que hindus de casta inferior se convertam ao islamismo, ao cristianismo ou ao budismo. Os críticos dizem que estas leis têm o objetivo específico de atingir as missões cristãs que trabalham entre os povos tribais, entre os pobres e a casta inferior conhecida como dalit

23/04/2003 Missão Portas Abertas - www.portasabertas.org.br - Fundamentalistas hindus planejaram ataque a missionário americano - Relatório revela causas variadas e duras lições aprendidas - Depois de sua investigação do ataque de janeiro ao missionário americano, Joseph Cooper, a Confederação das Organizações de Direitos Humanos concluiu que o crime foi resultado de uma conspiração de uma unidade local da organização nacionalista hindu Rashtiya Swayamsevak Sangh (RSS). Cooper e seu anfitrião indiano, Sam Benson, junto com outros evangelistas e suas famílias, foram atacados por uma multidão no dia 13 de janeiro depois de pregar numa convenção bíblica em Puliyam, Estado de Kerala. Cooper foi hospitalizado e depois deportado pelo governo do Estado por violar as normas de visto, depois que fundamentalistas hindus ameaçaram levar a questão à justiça. Uma investigação anterior feita pela Comissão Nacional para as Minorias (CNM) informou que o ataque não havia sido planejado, mas acontecera como clamor público contra "os atos errados e imorais da família do Rev. Benson na área". O missionário americano foi uma vítima inconsciente do escândalo, informou a CNM. Fontes disseram que as descobertas da Confederação das Organizações de Direitos Humanos são mais confiáveis do que o relatório da CNM, controlada pelo governo. Importantes defensores dos direitos humanos da Índia dizem que John Joseph, que supervisionou o relatório da CNM, tem ligações com a RSS. A equipe da Confederação informou que ativistas da RSS ameaçaram algumas testemunhas e tentaram subornar outras com promessas de recursos do governo para projetos de desenvolvimento local com o objetivo de impedir a ação da polícia contra os agressores de Cooper. A RSS tem aterrorizado a comunidade Vedar de classe baixa da área por certo tempo, disseram os investigadores. Houve um cuidadoso planejamento do ataque. Os trabalhadores da RSS foram mobilizados com antecedência à convenção quando foi anunciado que Cooper estaria participando. Durante as reuniões, os agressores esvaziaram os pneus do veículo que levava o missionário e seus acompanhantes indianos. Quando o grupo foi em direção do veículo, os atacantes arremessaram bombas de fabricação caseira para dispersar as pessoas do lugar. As constatações mostraram alegações que o ataque aconteceu porque o missionário havia feito observações provocativas contra os deuses hindus durante a convenção. Anteriormente, Murali Gopala tinha protocolado um processo criminal contra Cooper junto à Corte de Magistrados de Attingal, alegando que o sermão do missionário tinha sido ofensivo a membros de outras crenças religiosas. O tribunal desconsiderou a petição com base no fato que Gopala deixara de entregar a prova em fita gravada. A equipe da Confederação das Organizações de Direitos Humanos entrevistou vários não-cristãos presentes nas reuniões que disseram não ter achado os comentários de Cooper ofensivos a qualquer religião. A Igreja Amigos da Bíblia não havia, em nenhum momento, atraído qualquer pessoa a se converter ao cristianismo, acrescentaram eles. O relatório criticou também a decisão do governo do estado de deportar Cooper do país, dizendo que tal ação não estava de acordo com os princípios básicos de uma sociedade democrática. Escândalo sexual - A sondagem da CNM concluiu que o "verdadeiro motivo do ataque pelo público à Convenção Evangélica" foi Sam Benson, não o missionário americano. Benson, um contratante civil que trabalha para o colégio Bíblico Trivandrum que agia como anfitrião de Cooper, estava implicado em um escândalo sexual local. Reportagens da mídia local de Malayalam acusaram Benson e dois de seus filhos de abusarem sexualmente de uma enfermeira de uma família de casta inferior que trabalhava no Convent Hospital, um estabelecimento de propriedade da família Benson. O irmão da moça protocolou uma queixa na polícia de Pathanamthitta, e Benson e seus filhos esconderam-se. Quando os meios de comunicação de língua Malayalam divulgaram o caso, despertou tanta ira popular que os moradores locais saquearam o Convent Hospital. Quando Benson apareceu mais tarde em público numa convenção evangélica com o Rev. Cooper, "isso despertou espontaneamente a fúria de alguns que sabiam a respeito dos erros de Benson", afirmou a investigação da CNM. Duras lições aprendidas - Os líderes da igreja indiana disseram que há muitas facetas dessa história. "Valiosas, porém difíceis e infelizes lições foram aprendidas", disse a Portas Abertas o Rev. S.P. Thomas, da Igreja Síria de Malabar. "Cooper deveria conhecer a moralidade da família para a qual ele contribuía na Índia". Como resultado do incidente, um número de igrejas apelaram por maior sensibilidade no trabalho missionário e emitiu orientações aos evangelistas locais e estrangeiros.


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_ 03/02 Vitória eleitoral do PBJ, na Índia, é um golpe para os cristãos de Gujarat- O Partido Bharatiya Janata (PBJ), dirigido pelo ministro-chefe Narendra Modi, retornou ao poder nas eleições estaduais. Contrariando as pesquisas, o PBJ obteve 126 assentos e uma maioria das 182 cadeiras na assembléia.

27/01 Corporações americanas interrompem contribuições para o `Fundo do Ódio' na Índia Empresas cancelam importantes doações para entidades beneficentes que visam atingir cristãos e outras religiões na Índia

06/01/2003 _ Aumenta a violência contra os cristãos na Índia Multidões atacam convento, igrejas, escolas e um cemitério. Aumentou nitidamente a violência contra os cristãos nos últimos meses no país.
Índia— Mais ‘violência contra cristãos’ Três freiras católicas que acompanhavam crianças órfãs num piquenique foram gravemente espancadas com porretes por mais de trinta ativistas hindus na cidade de Dahod, estado de Gujarat, no dia 25 de agosto. No dia 13 de agosto, outra freira e um missionário foram espancados por fundamentalistas hindus no sul de Gurajat, no vilarejo de Pipalwada. Enquanto isso, no dia 27 de agosto, no distrito de Jhabua, no estado de Madhya Pradesh, uma capela era atacada e destruída por tribos pró-hindus, em Mehndikheda. Os hindus aproximaram-se da capela durante um culto de oração e disseram às pessoas presentes que parassem de orar porque não havia chovido na região há um certo tempo e orar ao Deus deles não facilitaria a situação. E então atacaram a capela. Ainda num outro incidente também no estado de Madhya Pradesh no dia 27 de agosto, um pastor e os membros de sua igreja foram feridos sem piedade no vilarejo de Badadra, em Alirajpur Taluka.
Lista Negra’ de evangelistas cristãos em site extremista hindu Um site de militantes hindus de ódio exibindo os nomes de evangelistas internacionais, acadêmicos seculares e cristãos da Índia, e outros “inimigos do hinduísmo” que estava em sua “lista negra” foi conseguida diretamente depois de recuperada por uma organização judaica radical no Brooklyn, Nova York. O site apela aos militantes hindus para que cometam violência contra os homens e mulheres que estão na lista. No início de junho, o provedor, Addr.com, de Greenwood Village, Colorado, desativou o “hinduunity.org” depois de receber queixas de que ele instigava a violência e o ódio contra os muçulmanos e cristãos. O Centro de Identidade Judeu Hatikva interveio e ajudou a por de volta o site na Internet. O site hindu é conhecido como o site oficial do Bajrang Dal, a ala militante do Sangh Parivar (família pró-hindu) cujos membros tem sido acusados do horrível assassinato em janeiro de 1999 do missionário australiano Graham Staines e de seus dois filhos na Índia. A lista negra na página do site (hinduunity.org/hitlist.html) é aberta com uma imagem de uma forca e continua mostrando um gráfico de sangue pingando abaixo da legenda: “Inimigos do Hindutva Denunciados”. A lista traz então nomes bastante conhecidos, como Benny Hinn, que é descrito como “um evangelista batista que percorre os países ao redor do mundo, especialmente aqueles com grande população hindu e prega sobre ‘o mal dos hindus e do hinduísmo’. A lista segue exortando a todos os soldados hindus que se auto-respeitem a “interromper o seu aliciamento por todos os meios possíveis”. Pat Robertson “não pode ser perdoado nem seus discursos esquecidos. Ele é, de fato, um demônio que saiu para destruir algo tão puro como o hinduísmo”, diz o site. Até uma historiadora indiana altamente respeitada, Romila Thapar é mencionada pelo “crime” de “distorcer a verdadeira história da Índia”. O “crime” do padre Vincent Kunudukulam, de acordo com o site, é a sua tese de doutoramento na Universidade Sorbonne de Paris: “RSS – Enthe? Engott?” (O que é RSS? A quem se refere?) Esse clérigo do Pontifício Seminário de São Tomé em Kerala é chamado de “escória da terra que precisa de uma atitude corretiva”. Os extremistas judeus que recuperaram o site são seguidores do rabino David Kahane, o político israelita assassinado cujos ensinos advogavam a expulsão de todos os árabes de Israel, a maioria dos quais é muçulmana. A sede deles no Brooklyn sofreu uma batida policial em janeiro pelo FBI. Os judeus adeptos de Kahane acreditam que todos os judeus pertencem a Israel, fazendo de todo o judeu que vive nos Estados Unidos um residente temporário. O site deles “Kahane.org” tem também o site hinduunity.org em sua lista de “sites amigos”. Enquanto isso, cresce a preocupação com a aliança entre os militantes hindus e os judeus radicais, unidos pelo ódio comum aos muçulmanos. Sabe-se que alguns hindus marcharam junto aos judeus radicais na parada anual “saudação a Israel” na Quinta Avenida de Nova York, em maio. Em Junho, a organização judaica radical retribuiu juntando-se a um protesto fora das Nações Unidas contra o tratamento dos hindus no Afeganistão


www.indianembassy.org.br e www.indiaconsulate.org.br : Camilo _ vais encontar a Constituição Indiana, telefones e endereços da internet em relação a Brasília...  documento que têm de preencher para o visto de entrada na Índia....

Artigo 15 da Constituição Indiana

PART III
 FUNDAMENTAL RIGHTS
 Right to Equility
 15. Prohibition of discrimination on grounds of religion, race, caste, sex or place of birth.-
 (1) The State shall not discriminate against any citizen on grounds only of religion, race, caste, sex, place of birth or any of them.
 (2) No citizen shall, on grounds only of religion, race, caste, sex, place of birth or any of them, be subject to any disability, liability, restriction or condition with regard to-
 (a) access to shops, public restaurants, hotels and places of public entertainment; or
(b) the use of wells, tanks, bathing ghats, roads and places of public resort maintained wholly or partly out of State funds or dedicated to the use of the general public.
(3) Nothing in this article shall prevent the State from making any special provision for women and children.
(4) Nothing in this article or in clause (2) of article 29 shall prevent the State from making any special provision for the advancement of any socially and educationally backward classes of citizens or for the Scheduled Castes and the Scheduled Tribes.]
 
Tentei traduzir, com os meus fracos conhecimentos de inglês, o que diz o Artigo 15 da Constituição Indiana. É mais ou menos isto. (Peço que me enviem eventuais rectificações a esta tradução).

 III PARTE
 DIREITOS FUNDAMENTAIS
Direito à Igualdade
15. Proibição de discriminação no campo da religião, raça, casta, sexo ou local de nascimento. -  
(1) Estado não poderá discriminar qualquer cidadão com base em religião, raça, casta, sexo, local de nascimento ou qualquer deles.  
(2) Nenhum cidadão poderá, com base na religião, raça, casta, sexo, local de nascimento ou qualquer deles, ser considerado inapto, obrigado, restringido ou condicionado a respeito de -  
(a) Acesso a lojas, restaurantes públicos, hotéis e lugares de entretenimento público; ou  
(b) Utilização de poços, tanques, locais de banho, estradas e lugares de lazer públicos mantidos completamente ou em parte por verbas Estatais ou dedicados ao uso do público geral.  
(3) Nada neste artigo impedirá o Estado de fazer qualquer provisão especial para as mulheres e crianças.  
(4) Nada neste artigo ou em cláusula (2) de artigo 29 impedirá o Estado, de tomar qualquer
iniciativa para a promoção e para o desenvolvimento educacional das classes mais atrasadas ou castas ou tribos marginalizadas.
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Sugiro que a Uniaonet peça um parecer à entidade mais indicada para esclarecer, que é o Embaixador da Índia no Brasil.
Tenho muito mais confiança nas autoridades dum país livre e democrático do que nessas mensagens anónimas, que só desprestigiam a tua página na internet.... Camilo 29/06/05
 
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Não é fácil entender , e muito menos explicar o procedimento que acreditamos Deus nos leva a tomar nas Rotinas do uniaonet ...
Estamos acreditando que ao longo destes seis anos de atividades initerruptas , pela Graça de Deus , os que estão em comunhão conosco possuem um mesmo inconsciente coletivo , onde conferem a cada informação a importância que os meios de confirmação que elas proporcionam .
Por isso mensagens anônimas serão tratadas como indícios , a serem considerados e confirmados se for tomado alguma decisão naquele sentido .
De igual modo informações sem sustentação em fato real , será tratada como tal e deporá contra quem a enviou .
Por isso é importante registrar tudo que se refere a Jesus Cristo , verdades ou inverdades , baseadas neste ou naquele ponto de vista ou sem base nenhuma . Tudo isso faz parte da realidade que vivemos e de necessário registro para o mapeamento ao qual acreditamos Deus nos designou para realisar , e encontrar os outros que também foram levantados para atuar neste sentido .
Nosso eterno agradecimento pelo artigo  15 da constituição Indiana , ao qual vamos estar inserindo em nosso contexto. Yro
10/10/05 Atendendo a que nos últimos tempos têm circulado pelas igrejas evangélicas brasileiras, certas notícias sobre a discriminação dos párias na Índia que se convertem ao cristianismo (embora utilizem a palavra inglesa “dalit”), tentei investigar o assunto e coloco as conclusões a que cheguei à consideração dos evangélicos do mundo lusófono, através do meu artigo “Discriminação religiosa na Índia (CC)” http://www.estudos-biblicos.com/parias-1.html  na minha página “Estudos bíblicos sem fronteiras teológica” 
Camilo – Marinha Grande

16/9/05 Reparei nesta notícia : "Cristãos na Índia realizaram uma semana de jejum e oração após a demora do governo em determinar os direitos iguais para os cristãos dalits..."   Entrei na página deles ( www.folhagospel.com / www.portasabertas.org.br), mas não encontrei essa notícia. Gostaria de perguntar, em primeiro lugar, quais são os direitos desiguais ou discriminatórios para os cristãos dalits, previstos na legislação indiana. Claro que num país com população mais de cinco vezes a população brasileira, há de tudo e é muito fácil encontrar casos se discriminação, tanto na Índia como no Brasil ou em Portugal. Mas outra coisa diferente são as leis discriminatórias. E que dizer da discriminação do africano na América?
 
Nessa página falam também da falta de liberdade religiosa, mas pelo que vi na Índia, os cristãos indianos têm liberdade de pregar livremente. Os casos apontados acontecem com os missionários americanos ou brasileiros ao serviço do imperialismo americano e nesses casos, eu sou a favor da expulsão desses “missionários” a bem do verdadeiro Evangelho.
 
( Segue abaixo a íntegra da informação e estamos repassando sua mensagem a Folha Gospel e a Portas Abertas
 Yrorrito : Vosso irmão em Cristo Jesus , membro da  Ig.Cristã Evang. União
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Governo protela audiência sobre direitos de cristãos dalit
(domingo, 11 de setembro de 2005 às 07:48)

Cristãos de toda a Índia realizaram uma semana de jejum e oração após a demora do governo em determinar os direitos iguais para os cristãos dalits.

Dalits, ou “intocáveis”, é o termo dado à casta mais baixa da Índia, agrupada sob o sistema de castas hindu.

Os dalits que pertencem às crenças hindus, budistas e sikhs beneficiam-se de um plano governamental que reserva 26 por cento dos empregos e lugares educacionais para eles. De acordo com as leis atuais, os dalits que se convertem ao cristianismo ou ao islã perdem os privilégios das reservas.

“No final de agosto, uma semana de jejum e oração foi observada em igrejas e instituições cristãs por todo o país em apoio da causa dalit”, disse John Dayal, presidente do Conselho Cristão de Toda a Índia.

A campanha para assegurar direitos iguais aos cristãos dalits foi lançada há mais de um ano na Suprema Corte e a partir da iniciativa do povo. Seguiu-se de uma pressão política bem-sucedida pelas comunidades budistas e sikhs dalits, que forçaram o governo a incluí-los no plano dos direitos.

A Suprema Corte deveria ter realizado uma audiência sobre esse assunto no dia 25 de agosto. Em 23 de agosto, o governo, representado pelo advogado geral Milon Banerji, exigiu adiamento de quatro meses. O atraso permitiria um painel consultivo, a Comissão Nacional de Justiça Rangnath Mishra para as Minorias Religiosas e Lingüísticas, para revisar o caso.

“Isto chegou como uma surpresa para nós”, disse Dayal. “Estávamos muito próximos de concluir o assunto ao nosso favor O governo está tentando ganhar tempo a respeito deste assunto. Sentimo-nos traídos”.

Dayal salientou que a Comissão de Justiça Rangnath Mishra foi estabelecida em outubro de 2004 a fim de investigar problemas sociais e econômicos nas comunidades minoritárias religiosas e lingüísticas.

“Esse título não inclui, até o momento, decidir a questão constitucional de castas entre as religiões não-hindus”, acrescentou.

O chefe R. C. Lahoti da Suprema Corte também havia expressado indignação com a mudança do governo, ameaçando “acabar com as outras cortes” se tais questões fossem retiradas de sua jurisdição.

Finalmente, Lahoti suavizou e concedeu seis semanas ao governo para enviar um relatório sobre o trabalho feito pela comissão.

A Suprema Corte realizará a audiência sobre esse caso em 18 de outubro.

“A corte disse que o processo judicial poderá continuar juntamente com a investigação da comissão”, contou ao Compass o advogado Prashant Bhushan, que está encarregado do caso para os requerentes cristãos. “Não vemos isso como um revés total – pelo menos, estamos andando na direção correta”.

Dayal e vários outros líderes cristãos apresentaram um memorando à comissão em 26 de agosto, exigindo uma decisão antecipada em favor dos cristãos dalits.

No memorando, os líderes pediram a oportunidade de fazer uma “apresentação visual, oral e escrita, trazendo perante a comissão a literatura adequada e as outras evidências sobre o assunto”.

A Federação das Organizações Cristãs Indo-Americanas da América do Norte (FIACONA), que se dedica à segurança de todos os cristãos na Índia, uniu um grande número de grupos indianos locais que apóiam a campanha.

“Estamos confiantes que a Suprema Corte indiana encontrará suporte na Constituição da Índia para conceder aos cristãos dalits dos direitos e proteção que lhe são devidos”, disse o Reverendo Bernard Malik, presidente FIACONA, em uma entrevista coletiva em 25 de agosto.

Malik também solicitou que o governo não protele em dar uma solução para esta questão.

Fonte: Portas Abertas

 

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